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Parlamentares se reúnem com representantes do governo, do MP e da sociedade civil para apurar denúncias de exploração sexual
Presidente da Câmara rebateu: "Nem advogado eu sou para ser comentarista de matéria do Ministério Público"
Presidente da Câmara defende que o impedimento da presidente Dilma deve ser tratado de forma "séria" e avisa que vai agir "como manda a Constituição"
Daiara Tukano, empossada recentemente como professora da rede pública do Distrito Federal, disse que há um problema histórico de legitimidade dos povos indígenas
"Cabe a nós, representantes do setor público e privado, propor novos caminhos”, disse fundador e presidente mundial do Lide, João Doria Júnior
Ex-presidente fala diretamente com o Congresso. Sem citar o PSDB, FHC afirma que um partido não pode pedir impeachment sem antes ter algo concreto
Prefeito se reuniu com sindicato na sexta-feira (17), mas não houve acordo
A autenticidade das imagens ainda não pôde ser confirmada
O brasileiro Lyoto Machida perdeu para o americano Luke Rockhold na luta em que parecia um pouco diferente — relativamente mais ofensivo. Mas, na madrugada de sábado para domingo, quem quis uma luta de boxe de alto nível, disputadíssima, precisou recorrer ao canal Fox. Lá, sem que os jornais e sites brasileiros vissem e divulgassem, ocorreu uma batalha sensacional entre o argentino Lucas Matthysse, de 32 anos, e o russo Ruslan Provodnikov, de 31 anos.
Matthysse, a “Máquina” — porque não para de bater, sempre de maneira intensa —, e Provodnikov fizeram uma luta que merece figurar entre as melhores da história. Depois de 12 rounds, Matthysse venceu por pontos, com méritos. Mas, se o resultado fosse empate, é provável que nem o argentino reclamasse.
O argentino bateu muito nos primeiros rounds, mas Provodnikov, no lugar de se intimidar e de mostrar fraqueza, a cada round partia para cima. Nos rounds finais, Matthysse chegou a dobrar as pernas.
“O Popular” extinguiu o “Suplemento do Campo”. “As notícias sobre agronegócio serão publicadas diariamente no primeiro caderno no jornal e no site do ‘Popular’”, explicou a direção numa nota. “A mudança atende uma demanda do setor”, afirma. Quer dizer, no lugar de informações semanais, notícias diárias. Curiosamente, as notícias diárias sobre o agronegócio já eram publicadas no primeiro caderno.
O “Suplemento do Campo” morreu aos 27 anos. Foi criado em 1988.
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Lissauer Vieira: PSD vai eleger próximo prefeito | Foto: Marcos Kennedy / Alego[/caption]
O deputado estadual Lissauer Vieira afirma que o PSD trabalha para viabilizar a candidatura do deputado federal Heuler Cruvinel a prefeito de Rio Verde, na eleição de 2016. “Entendo que, em política, existe ‘fila’ e que Heuler saiu na frente. Portanto, será o candidato de nosso grupo.” Mas está inteiramente definido? “Do PSD é o favorito. Mas pode ser um nome novo. Vai depender muito de pesquisa e viabilidade eleitoral.”
O PSD tem o prefeito de Rio Verde, Juraci Martins, o presidente da Câmara, Iran Cabral, e os deputados Lissauer Vieira e Heuler Cruvinel. “Nosso grupo é hegemônico e nós vamos eleger o sucessor do prefeito Juraci. A oposição não elegeu nenhum parlamentar em 2014, o que prova sua relativa fragilidade eleitoral”, afirma Lissauer Vieira.
O que fazer com o desgaste do prefeito? “Apesar das dificuldades gerais, a avaliação de Juraci é positiva. O prefeito é popular e respeitado pelos eleitores — tanto que foi decisivo para eleger dois deputados.”
A administração de Juraci Martins, na opinião de Lissauer Vieira, “é produtiva para o crescimento e para o desenvolvimento de Rio Verde”.
O PTB tem “dupla personalidade”. Uma apoia o governo da presidente Dilma Rousseff — é o grupo do qual participa o deputado federal Jovair Arantes, de Goiás. A outra faz oposição à petista-chefe — é a facção, dominante, liderada pela deputada Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson. No caso de fusão com o DEM, com o objetivo de radicalizar a oposição ao governo do PT, boa parte dos parlamentares do PTB trocará de legenda. Calcula-se que 18 deputados do PTB migrarão para outros partidos — a maioria, possivelmente, para o PHS (quatro ou cinco do DEM se filiariam ao mesmo partido). Quatro senadores, entre eles Fernando Collor e Armando Monteiro (ministro do Desenvolvimento), se integrariam ao partido dirigido, nacionalmente, pelo goiano Eduardo Machado. O deputado estadual Talles Barreto (PTB) disse ao Jornal Opção que a maioria deve procurar o PHS, mas pode ser que alguns se filiem noutros partidos. “Muitos, de 18 a 20, sairão com Jovair Arantes, com o objetivo de manter o apoio ao governo do PT. Em Goiás, o PTB tem cinco deputados e todos certamente acompanharão Jovair. Porém, se Ronaldo Caiado não se filiar, o PTB continuará um bom partido.” Ao ser localizado pelo Jornal Opção, Talles estava em Ceres, no Norte de Goiás, discutindo o assunto com filiados do partido. “A decisão sobre a fusão não vai demorar, por isso estamos discutindo quais os melhores caminhos.” Talles avalia que, como não apoia a fusão, Caiado deverá migrar para o PMDB. Eduardo Machado diz que, com a adesão dos parlamentares do PTB, “o PHS vai bem ficar na fita. Eu continuo na presidência nacional e Jovair Arantes assume o comando estadual”. Como Talles, o presidente do PHS acredita que Ronaldo Caiado, mesmo enfrentando problemas em termos nacionais, tende a se filiar ao PMDB e assumir o comando do partido em Goiás. “Pode se reinventar como o novo Pedro Simon.”
Se eleições gerais forem disputadas em 2022, como estão sugerindo os políticos, em Brasília, os prefeitos eleitos em 2016 ficarão no poder por seis anos. Um deputado do PMDB diz, em tom jocoso, que, ao ouvir isto, o empresário Sandro Mabel teria dito: “Agora é que eu quero ser vice de Iris Rezende em Goiânia”.
A turma do "deixa-disso" quis entrar em campo para apaziguar os ânimos entre o ex-senador Demóstenes Torres, ex-DEM, e o senador Ronaldo Caiado, do DEM. Nenhum dos dois aceitou os panos quentes e, às vezes, frios. A briga continua na Justiça. Mas novos golpes midiáticos não estão descartados. A dupla quer guerra — das bravas.
Não será nenhuma surpresa se uma chapa para prefeito e vice-prefeito de Goiânia repetir uma chapa que disputou eleição em 2010 para governador. Armando Vergílio (SD) pode ser vice de Iris Rezende na disputa para prefeito de Goiânia.

