Notícias
Inquirido sobre seu interesse na região Centro-Oeste do Brasil — Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul —, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, teria dito que o país vai sair da crise, em larga medida, graças ao agronegócio. Por sinal, fortíssimo nos três Estados.
O ex-presidente Lula da Silva, que anda ressabiado, porque o petrolão tende a atropelá-lo, sugere que a presidente Dilma Rousseff e o “primeiro-ministro” Joaquim Levy falem menos em crise. Joaquim Levy não concorda com a tese de Lula da Silva e defende que o governo deve dizer a verdade. A crise é forte e séria. Mais: as demissões no mercado privado mal começaram. O tsunami não é uma marolinha, ao contrário do que insinua o ex-presidente.
De um tucano de bico longo: “O deputado federal Alexandre Baldy é autor do chamado tiro-bumerangue. ‘Atirou’ críticas duras à política de ajuste fiscal articulada pela secretária da Fazenda, Ana Carlos Abrão, mas os tiros acabaram atingindo sua cabeça”.
Tese de um tucano muito próximo do governador Marconi Perillo: “O tucano-chefe pode bancar para presidente do PSDB de Goiás um político que faz críticas duras ao seu ajuste fiscal? Como a sociedade assimilaria tais questionamentos?” Não é nada pessoal contra Baldy, teria sugerido Marconi a um interlocutor. É que o principal opositor de seu ajuste fiscal “não pode” ser um aliado.
De um deputado federal: “Apostei em Alexandre Baldy para presidente do PSDB. Porém, na primeira investida dos adversários internos, ele correu para Mônaco e para a Suíça, abandonando seus aliados. Até parece o Júnior Friboi”.
[caption id="attachment_36994" align="aligncenter" width="620"]
Martelo batido: Afrêni será o presidente do diretório estadual | Foto: reprodução / Facebook[/caption]
Na semana passada, tucanos, de bicos longos, médios e curtos, decidiram assinar um documento propondo consenso para a eleição, em junho, do presidente do PSDB de Goiás.
Os tucanos definiram que o presidente do PSDB deve ser Afrêni Gonçalves. Primeiro, porque tem trânsito em todas as correntes do partido. Segundo, porque, como não tem mandato, não vai provocar ciumeira entre os deputados federais e estaduais.
Afrêni Gonçalves, enfim, é o candidato a presidente do PSDB que obteve o apoio do governador Marconi Perillo. Aliás, foi articulado pelo tucano-chefe. (Só não será presidente se ocorrer uma reviravolta no quadro político.)
Principal partido da coalizão de governo no Estado, sigla renova diretório de olho na eleição de Goiânia
Em tempos de crise, ajustes e cortes nas contas públicas, município de pouco mais de 100 mil habitantes tem conseguido se modernizar, mesmo com redução de recursos
É prática dos governos brasileiros, em todos os níveis, elevarem alíquotas em tempos de crise e nunca mais recuarem
Corrupção na Fifa mostra que o filme O Poderoso Chefão é mais real do que ficção. Há uma máfia poderosa e avessa à legalidade operando na área esportiva em praticamente todo o mundo
Não procede que a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão, pretende disputar mandato de deputada federal em 2018. O que a economista quer mesmo é ser ministra da Fazenda de um possível governo de Aécio Neves ou de Geraldo Alckmin, ambos do PSDB.
Empresários de São Paulo, sobretudo, estão impressionados com a capacidade do governador Marconi Perillo como gestor e, ao mesmo tempo, com seu talento para expor as ideias de modernização do Estado, sobretudo da máquina pública. O país tem a maior dificuldade de assimilar políticos-gestores que não são da região Sudeste. Pois tudo indica que Marconi Perillo está sendo assimilado, e até com certa facilidade, pelos empresários paulistas, os mais resistentes aos políticos de outros Estados.
Não é um quadro isolado no mundo. Mas, se as consequências da obesidade em poucas décadas serão aterradoras em países como os Estados Unidos, podemos esperar algo ainda mais severo para nossa rede pública
[caption id="attachment_36975" align="aligncenter" width="620"]
Governador Marconi Perillo (PSDB) apresenta OSs ao governador das Alagoas, Renan Filho (PMDB) | Foto: Wagnas Cabral[/caption]
Na semana passada, um neurologista brincou com um ortopedista: “O que você acha dos romeiros da saúde?” O ortopedista, desentendido, perguntou: “O que quer dizer com romeiros da saúde?”
O neurologista explicou: “É que há uma verdadeira romaria de representantes do governo federal, governadores, secretários da saúde e médicos de todo o país visitando os hospitais de Goiás geridos por organizações sociais”.
O governador Marconi Perillo criou um modelo de organização social que fez a saúde funcionar de fato e, por isso, o país voltou os olhos para Goiás. Os visitantes aprovam, em geral, todo o sistema. Mas o que mais chama atenção, pela qualidade e humanização do atendimento, é mesmo o Crer.
Paulista radicada na Itália, Vera Lúcia extrai das raízes do cotidiano o lirismo que desvela a força motora do sistema social das grandes cidades brasileiras

