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Secretário Joaquim Mesquita | Foto: Jornal Opção[/caption]
Um projeto muito bem elaborado pela equipe da Segurança Pública de Goiás (SSP) pretende colocar em funcionamento a Central de Alternativas à Prisão, na qual serão disponibilizadas aos magistrados opções alternativas à prisão, como colocar tornozeleiras, encaminhar para tratamento de viciados, remeter para vagas de emprego e outras possibilidades.
Para o titular da SSP, Joaquim Mesquita, os juízes ainda possuem receio na utilização de alternativas como tornozeleiras eletrônicas. Das 4 mil unidades adquiridas pelo Estado, a Justiça somente utiliza pouco mais de 1,3 mil. O secretário afirma que o índice de rompimento das tornozeleiras é inferior a 1%. Em recente estatística descobriu-se que os detentos ficam em média 42 presos na Casa de Prisão Provisória (CPP), acrescentou Mesquita.
Projeto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê a utilização de um sistema de protocolo integrado de todo o Poder Judiciário em caráter nacional que facilitaria o cumprimento de prazos processuais pelas partes e pelos advogados. Isso geraria praticidade, agilidade, comodidade, economia e satisfação aos usuários, principalmente quando se trata de atos acessórios aos praticados por via eletrônica, como a entrega posterior de originais já encaminhados de modo eletrônico.
Autor de “O Tambor”, Grass foi laureado com o Nobel de Literatura apenas em 1999, quarenta anos após lançar a obra
Os presidentes da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), juiz Gilmar Luiz Coelho, da Seccional de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO), Enil Henrique de Souza Filho, e da Associação Goiana do Ministério Público (AGMP), Benedito Torres Neto, reuniram-se na manhã da quarta-feira, 3, para discutir ações conjuntas em defesa da Justiça Eleitoral em Goiás. Os líderes das entidades decidiram pela elaboração de um manifesto conjunto a ser protocolizado junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) solicitando a manutenção das 26 zonas eleitorais no Estado sob risco de extinção, bem como pela ampliação do número de zonas eleitorais em Goiás. Participaram também da reunião, realizada na sede da Asmego, o secretário-geral da OAB-GO, Júlio César Meireles; o presidente da Comissão de Direito Político e Eleitoral, Afrânio Cotrim Júnior; e o vice-líder da CDPE, Leonardo Batista.
- Pela audiência de custódia 1 – Em meio ao debate sobre a audiência de custódia, a OAB-GO, por iniciativa de seu presidente, Enil Henrique de Souza Filho, saiu na frente e promoveu uma audiência pública contando com a presença de autoridades da segurança pública.
- Pela audiência de custódia 2 – O juiz auxiliar Reinaldo Alves Ferreira, que na audiência representou o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), destacou que a audiência de custódia é de fundamental importância para toda a sociedade e que “é algo inevitável e que virá para ficar”.
- Pela audiência de custódia 3 – O tenente coronel Aylan Júnior reforçou que a Polícia Militar é a favor das audiências de custódia e que é uma ótima ferramenta para impedir que se faça injustiça. “Precisamos aprisionar realmente quem necessita de aprisionamento”, frisou.
- Contra a audiência de custódia – A Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego) é contrária à implantação da audiência de custódia que exija a presença física de um juiz no prazo fixado pela Lei.
- Nem contra nem a favor – O Ministério Público (MP-GO) não se posicionou a favor nem contrariamente às audiências de custódia — preferiu aguardar posicionamento do Conselho Nacional do Ministério Público.
O longa relembra os 25 mil soldados anônimos que atravessaram o Atlântico para lutar contra o exército nazista na Itália
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O ator e diretor californiano, lenda viva dos westerns, completou 85 anos no último dia 31 de maio / Divulgação[/caption]
Yago Rodrigues Alvim
Veio filho dum ano de 1930 californiano, cidade de San Francisco. Nasceu ele de Margaret Ruth e Clinton Eastwood, se consagrando como uma das lendas vivas do cinema: Clint Eastwood. Recente cumpleaños, é um ator imortal, diretor ilustre. Dos bang-bangs, Clint se alçou entre os grandes atores de Hollywood com os western spaghetti de Sergio Leone, nos anos 1960 –– a conhecida “Trilogia dos Dólares”. Nas duas décadas seguintes, deu vida ao personagem Harry Callahan, na série de filmes “Perseguidor Implacável”.
Como diretor, tem grandes joias, como “Bird” (1988); “Os imperdoáveis” (1992), longa em que também foi protagonista; “Menina de Ouro” (2004); “Cartas de Iwo Jima” (2006); e “Gran Torino” (2008) –– filmes que levaram para casa Oscars, Globos de Ouro e César Awards. Seus últimos trabalhos foram “Jersey Boys” (2014) e “Sniper Americano” (2014), trabalho indicado ao Oscar de Melhor Filme.
Em homenagem aos 85 anos de Clint, o jornal madrileño ABC, via Hoy Cinema, listou as 10 célebres frases de filmes do californiano.
1) “Conte-me. Ele não assume que o xerife deve ser valente, leal e, acima de tudo, honesto? Eu acho que você precisa de um novo xerife.” (Por uns dólares a mais, 1965)
2) “O mundo está dividido em duas categorias: aqueles com arma carregada e aqueles que cavam. Você cava.” (O bom, o mau e o feio, 1966)
3) “Eu sei o que você está pensando: ‘Havia cinco ou seis tiros?’. Bem, na verdade, com todo esse alarde, eu já perdi a conta. Mas sendo uma Magnum 44, o revólver mais poderoso no mundo que poderia explodir sua cabeça, a pergunta que você tem que fazer é: ‘Me sinto com sorte hoje?’” (Perseguidor Implacável, 1971)
4) “Um homem deve conhecer suas limitações.” (Magnum Force, 1973)
5) “Alguém deixou a porta aberta e os cães errados entraram.” (O Estranho sem Nome, 1973)
6) “Vamos lá, fazer o meu dia.” (Impacto Fulminante, 1983)
7) “Eu sou o sargento da estrada. Eu bebi mais cerveja, mijei mais sangue, eu perdi mais pós e quebrei mais ovos que todos vocês, imbecis.” (O Destemido Senhor da Guerra, 1986)
8) “Quando você matar alguém, não só tire tudo o que ele tiver, mas também o que ele poderia chegar a ter.” (Os imperdoáveis, 1992)
9) “Não quero precisar de você... porque eu não posso ter você.” (As Pontes de Madison, 1995)
10) “Pequena, ser dura não é o suficiente.” (Menina de Ouro, 2004)
Frase bônus: “Você já reparou que, ocasionalmente, você pode se encontrar com alguém que você não deveria se meter? Esse sou eu.” (Gran Torino, 2008)
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Reprodução[/caption]
O LOOP Studio/Pizza/Pub está arrumando as malas. É que neste mês de junho a tão aconchegante casa vai se despedir, juntamente com a Tilt Suburbano.
E, para os bom abraços de despedida, está com uma proposta para lá de romântica. Nesta sexta-feira, 12, os pombinhos mais que se enamoram e quem está solteiro se joga na noite à procura de um par.
Para isso, o LOOP descolou a promoção: os que se beijarem na entrada ganham um desconto –– R$ 20 o casal –– para a noite que traz diversas bandas (a entrada individual é R$ 15).
Olha só: tem a banda paulista Nerds Attack, o rock’n’roll da Ultravespa, a galera da banda Surra, a Red Light House, o trio da Diversões Eletrônicas e o Entre Os Dentes. Assim, fica o convite para se enamorar com a despedida do Loop. Mó amor, não é mesmo?
Para uma noite para lá de brega e romântica, a Monstro Discos embala o Dia dos Namorados, no sábado, 13, num tributo aos anos 70 com a banda paraibana Varal de Cabaré. O grupo vem de Campina Grande para fechar a noite, que conta ainda com a discotecagem brega’n’roll, de Daniel de Mello e o som de Bruno & Marrones, Os Canalhas e Woolloongabbas. E, ó, se liga que terá premiação para os melhores figurinos cafonas! Então, a dica é para lá de simples: é só caprichar porque o Martim Cererê já está te aguardando em altíssimo estilo. A festa começa às 19 horas e a entrada é gratuita para as mulheres –– até às 21 horas. A partir desse horário, não tem jeito, só com ingresso. Antecipados, os ingressos custam R$ 15.
- A Feiríssima avisa: vem aí a Festa Junina com os expositores mais descolados de design, decoração, artes e moda de Goiânia. Bote a camisa xadrez e a bota que é neste sábado, 13.
- O DCE da UFG promete o mais Pure Love para a noite de sábado, 13. Por isso, se prepare para uma “excursão cósmica” com muitos drinks e DJs. Tem rock, trip, especial anos 80, cumbia e Afrobeat, dub e groove. R$ 10.
- A Music comemora um ano em alto estilo. Quinta-feira com o Boss In Drama; sexta com a Bubblegum, ao som de oito DJs; e sábado, já sabe: BASH! com Negra Li, na line up.
Livro
Desperdiçando Rima Nas palavras de cantora Karina Buhr, seu livro de estreia, fruto de suas colunas na Revista da Cultura, traz sortimentos variados de cheiros azedos e sabores doces. Autor: Karina Buhr Preço: R$ 24,50
Música
Estratosférica Depois de “Recanto”, considerado o melhor álbum de 2011, Gal Costa lança este, trabalho que conta com composições de Camelo, Mallu, Céu, Milton, Caetano e outros. Intérprete: Gal Costa Preço: R$ 24,90
Filme
50 tons de cinza O tão discutido filme enfim chega às prateleiras. Com Dakota Johnson e Jamie Dornan, a adptação traz para as telas a história de Anastasia Steele e Christian Grey. Diretor: Sam Taylor-Johnson Preço: R$ 39,90
O psiquiatra e filósofo Theodore Dalrympe afirma que o Estado italiano é corrupto, mas não impede o crescimento individual e da economia. Já o inglês, Estado das benesses, é honesto mas reduz a dignidade das pessoas
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Quadro Premonição da Guerra civil, de Salvador Dalí[/caption]
O preenchimento da vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal, pelo advogado Luís Edson Fachin, é um acabado exemplo de reductio ad absurdum, mas ainda assim aceito como normal e verdadeiro, e como tal estabelecido e acabado. Como seriam as novas escolhas de ministros do Supremo, no restante governo petista, se existissem? Façamos um exercício de impossível futurologia, pois a aprovação da PEC da Bengala, ao menos por enquanto, nos põe a salvo desses descalabros. Mas antes de dizer como seriam, digamos como deveriam ser.
O desejável, para uma escolha de ministro da mais alta corte nacional, seria que o posto perseguisse a personalidade, e não o contrário. O ideal seria que se buscasse, para o cargo, alguém que preenchesse os requisitos de competência e reputação, e não que se aceitasse a renhida disputa, que, de moto próprio, fazem os “companheiros” para alcançá-lo. Que se respeitasse, na íntegra, e cuidadosamente, o que está expresso na Constituição Federal, onde se lê: artigo 101. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de 11 ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 e menos de 65 anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada.
É no mínimo impróprio que alguém busque por si mesmo alcançar essa cadeira ministerial, pois essa disputa faz pensar em comprometimentos, trocas ou gratidões pouco apropriadas para quem vai exercer a mais alta função judicante que a nacionalidade comporta. Muito menos se há sofreguidão nessa busca. É constitucional, ainda, uma sabatina de avaliação pelo Senado, finda a qual pode a casa aprovar ou rejeitar o nome em exame. Embora nesse último caso particular de que falamos (de Luís Edson Fachin), o Senado tenha de fato realizado a sabatina de apreciação, ao longo dos anos ela tem sido pouco mais que uma encenação, feita apenas para cumprir uma formalidade a que se dá pouca importância, e o candidato sempre é aprovado sem mais delongas, mesmo quando, visivelmente, não atende ao que exige o artigo 101 da Constituição, como já aconteceu.
Vejamos então como, com toda a probabilidade, iria doravante se processar a escolha de um ministro do Supremo, dentro dos moldes organizacionais marxistas-petistas, pós-mensalão, pós Joaquim Barbosa e pós-petrolão, caso não surgisse em socorro de todos nós a PEC da Bengala.
Seriam selecionados, dentro da legião de simpatizantes do partido-mor governista, dos aficionados à doutrina de esquerda e dos antigos ou atuais prestadores de serviços ou de homenagens à agremiação partidária e seus chefes maiores, alguns nomes para exame. Essa seleção seria mais ou menos livre dentre os “companheiros”. Qualquer um, desde que de confiança do partido ou governo, poderia lembrar nomes (como Joaquim Barbosa foi uma lembrança de Frei Betto e uma homologação de Lula, e que, para tristeza de ambos e nossa alegria, colocou a Lei acima das conveniências e crenças partidárias e ideológicas), ou sugerir a si próprio. Alguns seriam descartados pela cúpula que escolhe (presidente mais dois ou três auxiliares mais próximos) e os restantes seriam levados a um processo de afunilamento. Então começariam a se movimentar os postulantes, buscando seus padrinhos, tanto mais importantes quanto mais próximos da Presidência, e com tanto mais açodamento quanto menos habilitados para a função. Ministro ou ex-ministros da Justiça, ex-presidentes da OAB, juízes federais ou ministros de outros tribunais superiores entrariam em cogitação, mas suas chances estariam intimamente ligadas não aos requisitos constitucionais, mas à ideologia. Ou mesmo a gratidões e compromissos que só poderiam ser murmurados, nunca falados em alto e bom som. Certa compreensão da imprensa para com o indicado seria desejável, mas não determinante. Alguns companheiros seriam designados para uma “avaliação” dos candidatos, como ocorreu, ou parece ter ocorrido, em casos anteriores. São pouquíssimos esses companheiros, e da mais estrita confiança. Afinal, teriam uma tarefa muito delicada pela frente. Seriam designados para ela dois ou três, no máximo.
Normalmente, um deles seria o ministro da Justiça. Não, leitor, não por ser o titular da pasta um luminar em Direito, apto a opinar com propriedade sobre o “notável saber jurídico” de que fala a Constituição. Ministros da Justiça, no governo petista, nunca se projetaram, nem minimamente, pelo saber jurídico, logo não possuem instrumentos para essa avaliação. Márcio Thomaz Bastos nunca foi um renomado professor de Direito, nem publicou qualquer alentado trabalho sobre o assunto, mas era um catedrático da astúcia, e nem sempre no bom sentido. Tarso Genro, na opinião de vários psicólogos que conheço, é um caso de internação. E na dos advogados amigos, uma nulidade em saber jurídico. José Eduardo Cardozo, também sem grande projeção na carreira que escolheu, se definiu como homem do Direito quando confessou que se mataria se fosse condenado a uma pena de prisão nas cadeias que estão sob sua responsabilidade.
A “companheiros” como esses seria cometida a tarefa de selecionar ministros da Suprema Corte, para nomeação presidencial. Se não têm saber jurídico que lhes permita avaliar saber jurídico, são todos da mais firme convicção esquerdista, e sabem conhecer um irmão de ideias. Aqui, com toda propriedade, pode-se aplicar nosso ditado caipira: um gambá cheira o outro.
Aliás, a pasta do Direito foi, desde o início dos governos petistas, um reduto das esquerdas mais retrógradas, o que custou ao país bilhões de reais em bolsa-ditadura, acolhimento de assassinos como asilados, extradição de inocentes para a ditadura cubana, desarmamento da população, aumento da violência e um tímido combate ao maior alimento dessa violência, o tráfico de drogas. Tráfico, aliás de responsabilidade de chefes de estado vizinhos, culpados, mas “companheiros”, logo desculpáveis.
Vamos em frente: outro “companheiro” encarregado do afunilamento nessa escolha de ministros, poderia ser, como tem sido, o advogado e ex-deputado Sigmaringa Seixas, um petista de coração, cuja projeção no campo do Direito está na razão inversa da intensidade de sua crença na ideologia marxista. Grande autoridade! Ligado ao governo, ao que parece, atua em lobby junto ao Ministério da Justiça, pelas notícias da imprensa. Recentemente, surgiram notas de encontro de advogado de réus do petrolão com o ministro da Justiça, intermediado justamente por Sigmaringa Seixas, encontro não registrado na agenda ministerial. Estranho, para homens de tanta importância, esse escamoteamento de agenda.
Prossigamos: selecionado um nome, ou sugeridos dois à Presidência, caberia a ela decidir quem submeter ao Senado. Poderia não ser uma sumidade das letras jurídicas, da cátedra ou da tribuna, mas seria, sem dúvida, alguém ligado à “esquerda revolucionária”. Que não confirmaria de público, principalmente antes da sabatina no Senado, mas acharia válida a ação de banditismo do MST, por exemplo, veria com reservas propriedade privada e seria adepto do “politicamente correto”, ainda que ele atropele a Lei. Seria flexível em alguns julgamentos, adepto que também seria da teoria da culpa da sociedade nos delitos e do princípio de que “os fins justificam os meios”.
Esse escolhido faria, antes de tudo, uma visita ao presidente do Senado, com quem conversaria a portas fechadas e de quem pediria ajuda na sabatina e proteção nas votações. Não haveria constrangimento em saber que dormem nas gavetas do Supremo denúncias contra esse presidente, e que ele teria que emitir seu voto de condenação ou absolvição contra ele num futuro próximo. Como seria essa conversa? Nunca saberemos, como pouco ou nada saberemos, ainda, das conversas com os senadores, pois o candidato iria visitá-los todos, mesmo sabendo que vários estão com seus processos, alguns bem cabeludos, tramitando na corte que ele pretende integrar. Feita essa peregrinação, uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado seria o próximo passo. Algo cansativo, talvez, mas nada a temer.
O governo já teria ajeitado as coisas com sua maioria, atendendo alguns pedidos aqui e ali. E a oposição... ora, a oposição. Salvo pouquíssimos integrantes, seus membros seriam simpatizantes ideológicos, teriam lá seus interesses particulares, ou não estariam muito interessados na questão, para eles menor, de uma vaga no STF; poderiam ainda ser conterrâneos do candidato, e as questões paroquiais pesariam mais que as nacionais. Aprovado na Comissão, o nome iria a plenário. Nada de nervosismo. O último candidato rejeitado pelo Senado o foi em 1894, nos albores da República Velha, e lá se vão 120 anos. Também aqui, pois, nada a temer. Isso, caro leitor, o que poderia acontecer, se dado fosse ao petismo nomear ministros para outras vagas no Supremo Tribunal Federal.
Um livro explosivo está chegando às livrarias: “Ex-Agente Abre a Caixa Preta da Abin” (Escrituras, 384 páginas), depoimento do tenente-coronel André Soares, ex-analista de constrainteligência da Agência Brasileira de Inteligência, ao jornalista Claudio Tognolli.
Soares estaria sendo perseguido e ameaçado de morte por não se calar sobre a “comunidade da Inteligência”. A apresentação é do ex-deputado e delegado Romeu Tuma.
A Rede Globo vai contar a história dos fantasmas de Daniel Messac e está de olho no padre César Garcia


Desperdiçando Rima
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