Notícias
O deputado do PMDB diz que o promotor de justiça é "preparado e inteligente"
Um dos deputados é de esquerda e está insatisfeito com seu partido
Pelo menos duas filiações-bomba devem agitar o cenário político antes de outubro. As duas estão sendo articuladas pela cúpula do PSDB, com o aval do governador Marconi Perillo. São dois nomes de peso da oposição.
O governador Marconi Perillo examinou pesquisa sobre Catalão e gostou do que viu
Já consolidado em Goiânia, festival promovido pela Associação Nipo-Brasileira de Goiás chega a sua 13a edição com organização competente e casa cheia
[caption id="attachment_43636" align="alignleft" width="620"]
Acidente na BR-060, entre Alexânia e Abadiânia | Foto: PRF[/caption]
Um homem de 37 anos e uma mulher ainda não identificada morreram no início da tarde deste domingo (23/8), vítimas de um acidente na BR-060, entre as cidades de Alexânia e Abadiânia. Ambos ocupavam uma motocicleta, que bateu na traseira de uma camionete.
Conforme informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o homem de 69 anos que dirigia a camionete fez uma conversão irregular e sem atenção. A motocicleta estava em alta velocidade, e o condutor não conseguiu frear. A polícia fez o teste do bafômetro e constatou que idoso não havia ingerido bebidas alcoólicas.
Os ocupantes da camionete não sofreram ferimentos, enquanto os da moto morreram no momento do acidente. De acordo com a PRF, ambos foram arremessados a cerca de 15 metros do local da colisão. O corpo da mulher está no IML aguardando identificação de familiares.
[caption id="attachment_43637" align="alignleft" width="620"]
Foto: PRF[/caption]
Ao invés de ser situada em um cenário pós-apocalíptico, 1ª temporadea de "Fear the walking dead" narra o período que antecedeu o caos
[caption id="attachment_43617" align="alignleft" width="620"]
Mototaxista Carlos Eduardo da Costa, morto no último dia 17 | Foto: Facebook[/caption]
A Polícia Civil de Caldas Novas prendeu no último sábado (22/8) um jovem de 18 anos, suspeito de ter matado o mototaxista Carlos Eduardo da Costa, de 32 anos. O jovem possuía várias desavenças com a vítima. De acordo com o delegado Alexandre Câmara, o motivo seria dívida de droga -- algo que já era cogitado.
O crime ocorreu na última segunda-feira (17). O homem foi alvejado com cinco tiros enquanto estava em frente à casa do tio, em Caldas Novas. De acordo com o delegado, testemunhas identificaram o suspeito. A arma do crime, um revólver, não foi encontrada pela polícia.
Estudantes têm até três anos depois de formados para quitar o empréstimo
Em alta velocidade, condutor do veículo teria avançado no sinal vermelho, colidindo com outro automóvel. Trânsito no local está lento
Pastor chamou Jeferson Monteiro de "bandido", após reportagem da "Época" revelar que o publicitário recebe um salário de R$ 20 mil de um agência contratada pelo PT
Um dos adolescentes confessou o crime à polícia e contou com detalhes toda a ação
Atriz não gostou nada da foto do livro de sua biografia ter vazado antes da hora e resolveu publicar imagem nas redes sociais
[caption id="attachment_43592" align="alignleft" width="620"]
Daniel Vilela e José Nelto: um maguitista e um irista disputam o comando e a renovação do PMDB. O primeiro é o favorito | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O PMDB vai eleger seu próximo presidente regional no dia 24 de outubro deste ano. A ex-deputada Iris Araújo teria cogitado disputar, mas teria sido demovida por Iris Rezende, seu marido. O peemedebista-chefe, num claro desafio ao prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela — que apoia seu filho, o deputado federal Daniel Vilela —, vai bancar o deputado estadual José Nelto. Aquele que observar com atenção perceberá que, nos últimos tempos, José Nelto adotou um discurso radical contra o governador de Goiás, Marconi Perillo. Críticas duras ao tucano-chefe é um passaporte garantido para ser aliado e, até, amigo de Iris Rezende.
Na semana passada, José Nelto visitou vários municípios, como Cocalzinho e Corumbá de Goiás. Daniel Vilela esteve em Edeia e outros municípios. Os dois, ainda que com certa discrição, estão em plena campanha.
“Estou mais preocupado em organizar o partido, em lançar candidatos a prefeito nos 246 municípios de Goiás, do que com a presidência do partido. No dia 19 de setembro, faço 54 anos e o meu presente é a reorganização do PMDB em todas as cidades do Estado. Agora, se eu tiver o apoio da bancada, vou disputar o comando do diretório regional. No entanto, vou deixar para discutir o assunto depois de 1º de outubro”, disse José Nelto ao Jornal Opção. “Se eleito, vou ser um presidente duro, de oposição mesmo ao governo de Marconi Perillo. Observe-se que, agora, na Assembleia há uma oposição consistente, que faz o contraponto com presteza. O PMDB tem avançado, em termos de crítica, nas redes sociais.”
José Nelto diz que ouve dizer que Daniel Vilela quer disputar a presidência do PMDB. “Nada tenho contra, mas precisamos fazer oposição de fato, firme e consistente. Não somos uma linha auxiliar do tucanato.” O deputado estadual frisa que, se pretende disputar o governo de Goiás em 2018, como vem anunciando, Daniel Vilela não precisa enfrentar o desgaste de ser presidente do partido. “Seria mais adequado apoiar um presidente que monte uma agenda positiva para ele. Para um deputado federal, que precisa ficar pelo menos três dias em Brasília, é muito difícil dirigir um partido grande como o PMDB.”
Daniel Vilela tem dito que, se não disputar o governo em 2018, não deverá ser candidato à reeleição. Com isto, quer demonstrar determinação sobre seu projeto político. “Trata-se de um bom candidato. É jovem e tem discurso, talvez precise torná-lo um pouco mais contundente e frequente. Porém, se Daniel Vilela não for candidato, desistindo por um motivo ou outro, eu vou lançar minha candidatura a governador. O PMDB não fica sem candidato, não.”
[caption id="attachment_43588" align="alignleft" width="620"]
Ana Carla Abrão, secretária da Fazenda, é a formuladora do projeto para criar uma Lei de Responsabilidade Fiscal de Goiás | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
A proposta de criação de uma Lei de Responsabilidade Fiscal goiana — formulada pela secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão — teve uma recepção positiva no primeiro momento, quando apresentada em audiência pública na Assembleia Legislativa na semana passada. Porém, transcorridos alguns dias, parece que a ficha caiu para muitos setores do governo.
A LRF estadual propõe um enxugamento das contas do Estado, principalmente no que diz respeito à folha de pagamento. Se a LRF nacional determina um gasto com pessoal em até 60% da receita corrente líquida, a estadual quer reduzir esse percentual para 55% (mesmo sem um fundo de previdência eficaz).
A questão é que não apenas o Executivo será afetado. O Judiciário — considerado um problema quando o assunto são gastos com pessoal, pois tem salários considerados altos —, o Legislativo — que inclui os Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios — e o Ministério Público também estão na mira dos cortes. Fora os empresários, que temem ajustes fortes e cortes nos benefícios fiscais. “Vem crise por aí”, admite um palaciano.
Aprovar a lei é bom para o Estado? Do ponto de vista do cidadão, sim. Porém, cortes só são interessantes quando feitos nos outros lugares. Quando há uma tentativa de mexer com as contas de todos, não há quem não reclame. Assim, pessoas ligadas ao governo que apoiam a lei — que deve ser enviada para a Assembleia nesta semana — já assumem pelos corredores do Palácio que ela pode não sair do papel. É apontada como dura e tenderia a potencializar um desgaste excessivo para o governo do Estado.
Outros Estados já se movimentam para aprovar leis semelhantes. A do Rio Grande do Sul — estado que, ao contrário de Goiás, está quebrado — já está na Assembleia. Será que Goiás não está preparado para algo assim? Tem maturidade suficiente? Se não for aprovada, parece que não.

