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Após perder a filha, mãe compartilha relato emocionante sobre o uso de Sibutramina

Mãe diz que “os efeitos colaterais do medicamento foram fatais: mau humor, alucinações e depressão", Carolina "fez uso abusivo um dia antes de sua morte e como procurou socorro muito tarde não foi possível fazer a lavagem”

Focos de incêndio insistem no Parque Altamiro de Moura Pacheco

Chamas na unidade de conservação do estado se iniciaram na última sexta-feira. Corpo de Bombeiros faz monitoramento em sobrevoo nesta segunda-feira

Ginasta de apenas 2 anos surpreende com flexibilidade e força. Veja vídeo

Arat Hosseini é uma espécie de Nadia Comăneci bebê. Talento impressiona técnicos e atletas experimentados

Técnico russo ameaça mandar jogadores para a Sibéria e o CSKA vira jogo e ganha de 6 a 3

Será que se o Hailé Pinheiro ameaçar enviar o time do Goiás para o Haiti, sem salário e sem bicho, o Goiás escapa do rebaixamento? Não sei o que dirão o Arnaldo Bastos, o Valério Filho e o Elder Dias, torcedores-símbolos do Goiás Esporte Clube, e o Rafael Teodoro. Mas que tal sugerir que, se perder mais uma, o Hailê Pinheiro, imperador do time, vai mandar todos os jogadores (até o Renan e o Erik) para uma temporada de ajuda humanitária, sem direito a salário e bichos, para o Haiti ou para Ruanda? Ah, esqueci de acrescentar “rs”. Como se vive numa democracia, resta a inação, ou, quem sabe, pagar o tal “bicho molhado” — no vestiário. Na Rússia, porém, é tudo muito diferente. Mas lá, sabe o Arnaldo Bastos e o Carlos Higa, é uma democradura. No domingo, 20, o time do CSKA Moscou perdia de 3 a 0 para o Mordovia Saransk, numa disputa do Campeonato Russo. O CSKA, segundo a Agência AP e “O Globo”, jogava apenas 10 jogadores. O brasileiro Mário Fernandes havia sido expulso. O técnico Leonid Slutsky, possivelmente da escola de Stálin e, claro, de Vladimir Putin, decidiu apelar para uma tática que “funciona” pelo menos desde o século 19, o dos czares. Slutsky ameaçou mandar os jogadores para a Sibéria. Eles teriam jogar uma partida em Irkutsk. Resultado: o CSKA ganhou por 6 a 3. Ao término da partida, a imprensa quis saber por que o CSKA, que não estava jogando nada, de repente parecia a seleção da Alemanha jogando contra a do Brasil. O técnico foi sucinto: “Eu disse que se não vencêssemos, todo mundo viajaria para Irkutsk. Foi bem simples”. O CSKA manteve a liderança no Campeonato Russo. O Lokomotiv é o segundo colocado, com cinco pontos a menos. [A foto acima é do time do CSKA]    

Ônibus da Metrobus explode após ser incendiado em protesto na saída para Inhumas

Veículo foi alvo de depredação de usuários do transporte coletivo. Eles reclamam de alterações da CMTC em oito linhas, inclusive as que alimentam o Eixo Anhanguera

Tucanato diz que, sempre que abre a boca, o delegado Waldir Soares ganha um adversário

Se for candidato a prefeito, pergunta um tucano, quem vai participar de sua campanha? Tucanos dizem que, sempre que abre a boca, o delegado-deputado Waldir Soares perde um aliado. “Ele ganha um adversário quando decide falar. Se for candidato, quem vai trabalhar em sua campanha?” O tucanato sugere que, se desagrega já no Legislativo, imagine se, algum dia, chegar ao Executivo.

PEC do Pacto Federativo será votada na Câmara em definitivo nesta semana

No começo do mês, plenário já aprovou a proposta que proíbe governo federal de impor encargo ou prestação de serviços aos estados e municípios

“Inova Goiás propõe um novo estilo de desenvolvimento econômico”, diz Itami Campos

Pró-Reitor de Pós-Graduação​ e​ Pesquisa da UniEvangélica compara o Programa com Plano MB, lançado pelo governador Mauro Borges, na década de 1960

Ciro Gomes acusa PSDB de estar orquestrando o golpe por “pura vingança”

Ex-ministro concedeu entrevista à Folha, defendendo a presidente Dilma: "Não gostar do governo não é causa para impeachment"

Papa sobre Cuba: “Um povo que tem feridas, mas sabe estar com braços abertos”

Pontífice está na ilha comunista para uma série de eventos religiosos e foi recebido por milhares de pessoas na Praça da Revolução

Ônibus e metrô no DF estão mais caros a partir deste domingo

Aumento médio é de 40% no transporte público do Distrito Federal. Medida faz parte do pacote proposto pelo governo para conter a crise

O silêncio ensurdecedor de Rubens Otoni e Luis Cesar Bueno sobre Dilma e o petrolão

Quando se refere à defesa da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula da Silva, para não citar os criadores e beneficiários do mensalão, o silêncio do PT de Goiás é espantoso. Rubens Otoni, Luis Cesar Bueno, Adriana Accorsi e Mauro Rubem, críticos de tantas coisas, não falam nada. Permanecem emudecidos. De Pinheiro Salles, aliado do senador Ronaldo Caiado — Karl Marx quase saiu do túmulo de tanta raiva da aliança pinheirista-caiadista —, nem se fala.

Grupo que comprou Cachoeira Dourada vai pagar 120 milhões de reais para acionistas

Os acionistas da usina de Cachoeira Dourada agradecem a Maguito Vilela, que vendeu a galinha de ovos de ouro da Celg

Samuel Belchior: “Iris não quer ser candidato a prefeito”

Presidente estadual do PMDB diz que é "voz única" ao defender que o principal nome do partido não deve se candidatar em 2016

Balestra diz que não veta Wilder no PP e sugere que Dilma Rousseff pode sofrer impeachment

[caption id="attachment_46311" align="alignright" width="620"]Roberto Balestra: “Eu não veto o senador Wilder Morais no PP” | Fernando Leite/Jornal Opção Roberto Balestra: “Eu não veto o senador Wilder Morais no PP” | Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Roberto Balestra, deputado federal, e Wilder Morais, senador: o primeiro diz que não há crise entre os dois, mas parece que há um certo mal-estar pelo fato de o segundo chegar num dia e já assumir a presidência. Comenta-se que o deputado federal Roberto Balestra está “chateadíssimo” com o fato de que, mal chegou ao PP, o senador Wilder Morais já vai assumir sua presidência em Goiás. Sabe-se que a ascensão do ex-integrante do DEM foi pavimentada numa reunião entre o presidente nacional do partido, senador Ciro Nogueira, os deputados federais Sandes Júnior e Balestra, com a presença de Wilder, em Brasília. O que há de “errado”? Na sexta-feira, 18, o Jornal Opção ouviu Balestra. “Que fique esclarecido de uma vez por todas: não estou insatisfeito com a filiação de Wilder Morais ao PP. Sou inteiramente a favor. É uma vitória do governador Marconi Perillo, pois um senador de um partido de oposição agora se tornou governista nos dois planos, o regional e o nacional. Nas últimas eleições, fui apoiado pelo pai do senador, já falecido, e por seu irmão, o prefeito de Taquaral, Willis Antônio de Mo­rais, o Ziro. Portanto, não tenho como pensar em vetá-lo no partido.” Se não está insatisfeito com a presença de Wilder no PP, sobretudo com o fato de que chegou agora e já está na “janelinha”, co­mo diria Romário, por que Ba­les­tra não compareceu à sua filiação ao PP, quando a cúpula do partido deslocou-se para Goiás para prestigiá-lo? Parece inexplicável mesmo. “Eu estava noutro compromisso, em Inhumas, e avisei ao PP que não poderia ir. Mas enviei meu sobrinho, Joãozinho Balestra, como meu representante. Isto é uma prova de que não resisto à entrada do senador no partido.” Perguntado se Wilder vai ser o presidente do PP em Goiás, Balestra respondeu: “Não sei se o senador vai assumir o comando do partido. Quem vai definir isto é o diretório nacional”. Balestra é sempre transparente, mas o repórter percebeu, aqui e ali, uma pontinha de mágoa na sua fala. Instado a falar sobre o quadro político nacional, o experimentado Balestra, com quase 30 anos na Câmara dos Deputados, optou por falar em “on”. “O cenário é confuso tanto em termos políticos quanto econômicos. Os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior entregaram o pedido de impeachment ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Cabe a ele colocá-lo ou não para apreciação do plenário. Se 344 aprovarem, começa o processo do impeachment. Daí o julgamento passa ao Senado. Se 44 senadores aprovarem, o impeachment está consumado.” Balestra sublinha que, instalada a comissão processante, Dilma Rousseff será afastada por 90 dias. “O vice Michel Temer assume o governo. Percebo que o sentimento maior na Câmara é pelo impeachment. Por isso Lula está pedindo para Eduardo Cunha evitar a votação do impedimento. À presidente falta tranquilidade, apoio e, sobretudo, credibilidade. O fato é que não tem mais respaldo político e da sociedade para governar. Hoje, ela só tem o apoio de 150 parlamentares.” Como Eduardo Cunha vai se posicionar? “Eduardo Cunha é um político frio e tem dito que vai cumprir o regimento.” Balestra frisa que “a esquerda está ‘xingando’ os críticos do governo e dizendo que as conquistas sociais resultam do trabalho dos governos do PT”. Para Balestra, o vice-presidente Michel Temer “pelo menos tem apoio político, e não apenas no PMDB. Parte significativa do PSDB compõe com ele. Trata-se de um político experimentado, tendo sido três vezes presidente da Câmara dos Deputados, é vice-presidente e é jurista. Pode ser uma espécie de novo Itamar Franco”. O momento é adequado para o país “experimentar, mais uma vez, o parlamentarismo”, afirma Balestra. “A crise seria menor se o país fosse parlamentarista. O governante já teria sido retirado e colocado outro no lugar.” A CPMF passa? “O governo de Dilma Rousseff não tem mais força e credibilidade para aprovar coisas significativas no Congresso Nacional. E é preciso ressaltar que até parte do PT é contra a volta do ‘imposto do cheque’. O PSOL e o PC do B são contrários. A presidente Dilma está cada vez mais isolada, por isso Lula não sai mais de Brasília”, destaca Balestra.