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O petista nasceu no Rio de Janeiro mas militava politicamente em Sergipe
Esquenta na mesa do presidente da Assembleia de Goiás, Helio de Sousa, um pedido de nomeação para um cargo comissionado que, pelo inusitado, chamou a atenção de deputados e auxiliares do líder do DEM.
Um deputado do PMDB pede uma vaga na Assembleia para a filha de uma das mais combativas promotoras de justiça de Goiás.
O governador de São Paulo pode convidar Ronaldo Caiado para vice. Mas uma chapa ultraconservadora não agrada o eleitorado
Não há mais chamas, mas equipe avalia se há possibilidade de desabamento
Durante almoço com o governador de Goiás, Marconi Perillo, e as bancadas de deputados e vereadores da base governista, na semana passada, o empresário Júnior Friboi, dono da JBJ, pediu desculpas aos integrantes da base aliada pelas críticas contundentes que fez ao governo tucano na pré-campanha para governador, em 2014. Júnior Friboi fez questão de fazer o mea culpa publicamente. O empresário avalia que Marconi Perillo tem sido decisivo para modernizar Goiás. Ele percebeu que o PMDB irista lidera a vanguarda do atraso no Estado.
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Júnior Friboi: expurgado pelo PMDB de Iris Rezende, vai para o ninho dos tucanos goianos | Foto: Eduardo Ferreira[/caption]
Expurgado do PMDB pelas tropas iristas, capitaneadas por José Nelto — que assim avaliou que ganharia o comando do partido —, o empresário Júnior Friboi vai se filiar ao PSDB.
Júnior do Friboi está de olho mais nas eleições de 2018, quando pode disputar mandato de governador ou de senador. Ou até de deputado federal. No momento, está organizando a JBJ, seu frigorífico, e investimentos no setor imobiliário.
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Recep Tayyip Erdogan: presidente é a causa de a Turquia viver atualmente à beira de uma verdadeira guerra civil | Ap[/caption]
Os últimos acontecimentos na Turquia levam-nos a abordar, mais uma vez, as ocorrências naquele país em aditamento aos comentários já divulgados nesta coluna acerca da situação política no país que separa a Europa da Ásia (“A Turquia entre Oriente e Ocidente”, Jornal Opção, Edição 2064 e “O dilema da Turquia”, Edição 2065) em janeiro passado.
O que na época vislumbrávamos como eventual possibilidade, tende a recrudescer e transformar-se em problema maior com resultados não previsíveis em um país que, segundo sua constituição, é uma república parlamentar democrática, excessão entre os países do mundo islâmico.
Para a Europa e para a Otan, as recentes manobras políticas de Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia, vêm em hora imprópria. Há cinco anos a União Europeia anda às voltas em resolver a difícil situação na Grécia. De momento, alarmada e desorientada com o súbito aumento do movimento migratório que ameaça a ruptura da união e põe em jogo a segurança política e social do continente com consequências de dimensões históricas, a Europa acompanha com alarmante preocupação os atuais desenvolvimentos naquele país islâmico do flanco sul europeu. Uma análise dos fatos revela que uma Turquia parlamentar democrática, de momento, existe apenas no papel. A realidade é outra.
Erdogan iniciou suas atividades políticas na juventude ao filiar-se a “Akincilar Dernegi” (União da Vanguarda), uma organização clandestina. Em 1970, filou-se ao MNP, um novo partido político logo proibido pelos militares que, desde a criação do atual Estado turco, em 1923 por Mustafa Kemal Atatürk, viam-se como garantia inconteste da ordem pública, política e social do país, baseado na filosofia militar laicista introduzida por Atatürk, cujo legado institucionalizou-se e durou quase 80 anos, até 2010.
Erdogan passou por vários partidos até ser eleito prefeito de Istambul em 1994, cargo que ocupou até 1998. Após terminar o mandato, há longo tempo já sob a mira dos militares, foi condenado à prisão por 10 meses com seus direitos políticos cassados até o fim de sua vida. O motivo foi um discurso pronunciado na cidade de Siirt, no sudoeste da Anatólia, no qual Erdogan citou uma passagem, imprópria para a ocasião, de uma poesia religiosa atribuída ao poeta Ziya Gökalp (1875-1924).
Em 2001, fundou seu próprio partido, o “Adalet ve Kalkinma Partisi”, AKP, Partido Justiça e Desenvolvimento que nas eleições de 2002 obteve 34% dos votos. Erdogan não pôde ser eleito chefe de governo por estar com os direitos políticos cassados e pelo fato de não ser membro do parlamento, condição legal para candidatar-se ao cargo.
Recep Tayyip Erdogan resolveu o impasse de forma pragmática. Seu vice-presidente de partido, Abdullah Gül, já membro do parlamento, tornou-se chefe de governo. A cassação política de Erdogan foi anulada com uma reforma da Constituição e, com a anulação das eleições na região de Siirt, Erdogan conseguiu uma cadeira no parlamento posterior às eleições. Em março de 2003, tornou-se chefe de governo e Abdullah Gül foi nomeado ministro das relações exteriores. Em 2007, o AKP obteve 47% dos votos e Erdogan foi reeleito para um segundo período, que terminou em agosto de 2014.
Durante o seu primeiro governo, Erdogan conseguiu introduzir algumas reformas no campo da redemocratização. Foi abolida a pena de morte, ampliou-se a liberdade de expressão, reforçaram-se as medidas contra a tortura, melhorou-se substancialmente a relação do governo turco com a população minoritária curda, além de outras medidas que contribuíram para o apaziguamento interno.
Erdogan chegou até a procurar a aproximação com a Armênia, sugerindo inclusive a criação de uma comissão de historiadores (que não se concretizou) a fim de esclarecer o genocídio contra os armênios durante a 1ª Guerra Mundial, algo que o governo turco nega há cem anos; limitou drasticamente a influência dos militares na política que, desde Atatürk, atuavam como um estado paralelo e viam-se como o “verdadeiro estado”, medida que nenhum governo anterior conseguira efetuar.
A relação de Erdogan com a Europa nem sempre foi irrestrita, mas foi em seu governo que tiveram início as gestões oficiais para a filiação da Turquia à União Europeia (UE) — que esfriaram à partir de 2010 em virtude de a Turquia negar-se a abrir seus portos para navios cipriotas e outros pontos de impasse não compatíveis com as diretrizes da UE.
Após Atatürk, nenhum governo da Turquia conseguiu tantas modificações, realizações e progressos como os alcançados nos dois períodos de governo de Recep Tayyip Erdogan. Seu prestígio cresceu e com isso cresceu seu apetite por poder. A primavera árabe, que inicialmente suscitara esperanças, fracassou e Erdogan passou a se ver como homem forte perante seus países vizinhos, região periclitante sujeita a constantes explosões.
Durante o seu segundo mandato como chefe de governo, Erdogan tentou mudar a constituição com o objetivo de lhe assegurar um terceiro mandato. Não conseguiu em virtude de não reunir no Parlamento os 75% necessários para uma reforma constitucional. Em consequência, Erdogan candidatou-se à presidência do país e foi eleito, por voto direto, com grande maioria.
A partir dessa época, Erdogan passou por uma metamorfose política. Desviando-se de seus princípios como chefe de governo, com medidas positivas e de mais democracia dignas de registro, mudou de atitude e transformou-se num político que se vê como sultão de um imaginário novo Império Otomano com insaciável apetite por poder e disposto a sacrificar o seu próprio país a fim de alcançar seus objetivos.
O motivo desta metamorfose foram as eleições parlamentares de junho passado, nas quais o seu partido conservador islâmico, o AKP, acabou perdendo a maioria em virtude de um novo partido, o HDP (Haklarm Demokratik Partisi, em português, Partido Democrático dos Povos), fundado em 2012, ter entrado no parlamento com 13,1% dos votos.
O fundador e presidente do HDP, o jurista Selahaftin Demirtas da pequena etnia dos “zaza”, com apenas 4% da população, demonstrou ser um político extremamente conciliador. Demirtas, criticado por representar o PKK, o partido curdo proibido na Turquia, refuta qualquer elo com aquele partido, mas durane a sua campanha eleitoral defendeu a tese de que a luta curda por autonomia só poderá ser resolvida na base do diálogo.
Segundo a constituição da Turquia, a presidência do país é uma função de absoluta neutralidade. Erdogan, no entanto, ignora a prescrição constitucional e, no cargo de presidente atua como se continuasse sendo chefe de governo. Com sua ingerência na política do dia a dia, Erdogan deixa o seu verdadeiro chefe de governo, Ahment Davutoglu, eleito em 2014, parecer uma figura supérflua.
A impressionante participação do HDP no governo terminou com os planos de mais poder do presidente Erdogan. Suas gestões, no sentido de formar uma coalizão maioritária, fracassaram e Erdogan conclamou o povo turco para novas eleições em novembro próximo. A campanha eleitoral está em pleno andamento e o AKP de Erdogan faz de tudo para denegrir a imagem do HDP, especialmente a do chefe do partido Selaftin Demirtas, com o objetivo de diminuir as chances eleitorais do partido e colocá-lo num patamar abaixo dos 10%, impedindo-o de participar do parlamento.
Paralelamente a estes acontecimentos, voltaram a piorar drasticamente as relações do governo turco com a minoria curda formada por 18% da população correspodente a cerca de 15 milhões habitantes. Há alguns meses a Força Aérea da Turquia, país filiado à Otan, vem efetuando ataques às milícias curdas na região de Mossul no Iraque que vinham enfrentando o avanço das hordas do Estado Islâmico (IS).
A medida turca causou irritação nos meios em Bruxelas, em Washington e na Otan, que têm apoiado as milícias curdas com armas e adestramento militar. A Turquia, como membro da Otan, neste caso atuou contra a organização à qual pertence. O governo turco argumenta que a medida se destina a aniquilar núcleos do PKK que do Iraque agitam internamente a Turquia.
A medida da Força Áerea teve sérias repercussões internas. Aumentou a espiral da violência. Hordas de nacionalistas turcos incendeiam lojas curdas e se metem à caça de representantes desta etnia. Por outro lado, radicais do partido proibido PKK atacam postos policiais e quarteis. A sede do partido HDP foi destruída por incêndio. A liberdade de imprensa foi drasticamente limitada. Jornais que criticam o governo têm suas dependências vasculhadas e, não raro, suas redações fechadas.
Foi exatamente isto que aconteceu ao jornal Bugun, que no dia 1° de setembro, revelou em manchete documentos que provam o fornecimento de armas pelo governo turco para grupos terroristas do IS. A notícia, em verdade, não foi novidade. A mídia na Europa já noticiara o assunto anteriormente. As consequências para o Bugun, no entanto, foram desastrosas.
A Turquia está se confrontando com uma séria crise interna e se encontra numa situação caótica que beira à guerra civil para a qual, segundo analistas europeus, o próprio presidente Recep Tayyip Erdogan contribuiu. A grande pergunta que paira em relação às próximas eleições em novembro: como reagirá Erdogan caso o HDP conseguir superar a margem de 10% ou repetir os resultados de junho passado, com 13% ou talvez acima desse porcentual? Para onde marchará a Turquia? Maus ventos soprarão do Bósforo em direção à Europa que, de momento, já tem demasiados problemas para resolver.
Quatro das seis unidades federação que compõem o movimento já autorizaram a participação dos governos na composição do bloco
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Mari Saade | Foto: reprodução / Facebook[/caption]
Após ter tido fotos íntimas vazadas na internet, a mulher do ator Stênio Garcia, Marilene Saade, já está até considerando posar nua.
É o que informa a colunista Fabíola Reipert, do R7. Segundo a jornalista, a também atriz comenta, durante entrevistas, que tem planos de fazer uma peça de teatro com o marido -- na qual os dois estariam... Nus!
Não obstante, Marilene teria gostado tanto da ideia de ficar pelada publicamente que, aos 47 anos, pode fazer um ensaio sensual. Não recebeu convites ainda.
Curioso o fato de que, quando as fotos viralizaram, Marilene chegou a dar declarações de que estaria "chocada" e "com vontade de ir embora do Brasil". Ah! Em um rompante ameaçou até "acabar com a internet".
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Mari e o amado, Stênio em um ensaio para a revista Contigo | Foto: reprodução / Facebook[/caption]
Caio Blois virou polêmica no Twitter neste sábado após usuários recuperarem tuítes racistas e preconceituosos do jornalista
Ação faz parte das obras de requalificação da praça, que serão entregues no aniversário de Goiânia
Marconi esteve na cidade na manhã deste sábado (3/10) acompanhado das secretárias Ana Carla Abrão e Raquel Teixeira
Vereador recém-filiado ao PSDB revelou que concluiu o curso de Jornalismo graças à Bolsa Universitária
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Iris Rezende está bem e seus adversários “podem ficar intranquilos” | Foto: Alexandre Parrode[/caption]
Na semana passada, depois de ouvir de um político e de um marqueteiro que Iris Rezende, possível candidato do PMDB a prefeito de Goiânia, estaria doente, tendo inclusive viajado para São Paulo para fazer exames médicos, um repórter do Jornal Opção foi a campo conferir a “informação”. “Iris está doente e não vai disputar a eleição”, sublinhou o marqueteiro. “Iris não tem condições físicas de disputar uma eleição altamente competitiva”, frisou o político.
O Jornal Opção ouviu três políticos ligados a Iris Rezende. Todos são habitués de seu escritório político e, eventualmente, de seu apartamento no Setor Marista. Eles dizem que o ex-prefeito de Goiânia “está muito bem de saúde”. Um dos iristas disse: “A saúde de Iris é tão boa que ele ainda vai ‘enterrar’ muita gente boa”.
Um peemedebista histórico corroborou: “Iris Rezende só fica ‘mal’, quando fica, se não está fazendo política. Seu oxigênio e seu alimento mais importante são a política — não há outros. O ex-governador rejuvenesce quando disputa eleições ou mesmo quando apenas discute política”.
O ex-deputado estadual Lívio Luciano, um dos políticos mais ligados a Iris Rezende, é peremptório: “Iris doente? Nada disso. Só se o ‘adoeceram’ por ‘medo’ de enfrentá-lo nas eleições de 2016. Estivemos juntos a alguns minutos e o ex-prefeito de Goiânia estava muito bem. Está mais sadio do que eu, e com uma memória excepcional”.
Lívio Luciano frisa que a “energia de Iris é impressionante”. O ex-deputado garante que ele faz política, ouvindo as pessoas e orientando-as, cerca de 15 horas por dia. “É sua vocação. Iris não para e aprecia conversar com as pessoas.”
Mas Iris Rezende esteve ou não em São Paulo para, discretamente, fazer alguns exames? “Não esteve”, assegura Lívio Luciano. “Seus adversários políticos podem ficar intranquilos”, ironiza o ex-deputado.
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Misael Oliveira: Vanderlan Cardoso agora encontrou um páreo duro para enfrentar | Foto: Fernando Leite[/caption]
O quadro político em Senador Canedo começa a se definir. O empresário Zélio Cândido, incentivado pelo pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PSB, Vanderlan Cardoso, decidiu disputar a prefeitura do município.
Vanderlan Cardoso disse, para várias pessoas, que vai “ensinar” o prefeito Misael Oliveira a fazer política, ignorando, por certo, que o líder do PDT participa da vida política do Estado há muito mais tempo. O que o ex-prefeito não percebeu é que Misael Oliveira, a partir de agora, vai se tornar um osso duro de roer no seu caminho. Será uma pedra drummondiana.
Curiosamente, embora diga que rompeu politicamente com Misael Oliveira, Vanderlan Cardoso mantém vários parentes na prefeitura, em cargos comissionados. A maioria dos comissionados, aliás, é indicada pelo ex-prefeito. Um dos principais aliados do ex-prefeito mantém a mulher como chefe de gabinete na prefeitura.
Noutras palavras, Vanderlan Cardoso traiu Misael Oliveira, mas quer manter as regalias na prefeitura.

