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Divulgação[/caption]
- Vencedor do Prêmio AICL 2014 Açorianidade (Portugal), o escritor Miguel Jubé lança o livro “Poemas de Minimemórias” no Antigo Armazém na quarta-feira, 28, às 19h30.
- Na tenebrosa noite de 31 de outubro, nada de ficar em casa. Pode vestir sua fantasia e colar no Espaço Varanda (Rua SRM-01, Parque Santa Rita, saída para Guapó). A festa Hallohímen promete muita música boa e bebida a vontade.
- Além dos DJs Duda Dello Russo, Labuki Latafat, Jhony Aguiar, Jolene Parton e Ivy Simon e uma decoração gótica supimpa, tem concurso de fantasia e muitas outras surpresas. O primeiro lote custa R$ 35.
Pesquisas indicam que Iris Rezende, do PMDB, e Waldir Soares, do PSDB, descolaram dos demais pré-candidatos a prefeito de Goiânia. Vanderlan Cardoso ficou para trás. O perigo é, com a entrada de Luiz Bittencourt no jogo, perder o terceiro posto.
Por que faltou água em Senador Canedo? Primeiro, porque não chovia há muito tempo. Segundo, porque Vanderlan Cardoso, quando prefeito, liberou quase 50 loteamentos sem qualquer planejamento.
O ex-deputado (e atleticano) peemedebista Lívio Luciano diz que o time do Goiás só tem problemas em três lugares: “Na defesa, no meio-campo e no ataque”
Malicioso, o ex-deputado estadual Lívio Luciano sublinha que, na Série B do Campeonato Brasileiro, em 2016, “o Vila Nova vai começar com 12 pontos negativos, em decorrência de duas derrotas para o Goiás e duas derrotas para o Atlético”.
No livro “Que fim levou Juliana Klein?”, o paranaense Marcos Peres tripudia com os gêneros, a fim de construir um enredo de suspense contagiante e ótimos diálogos
Consultores do Rabobank (como o economista e ex-ministro brasileiro Luiz Carlos Mendonça de Barros), da Holanda, sugeriram a um grupo de empresários da Bélgica que invista em Goiás.
Aluna de Mário de Andrade, Nelly Novaes Coelho reúne mais de meio século de pesquisa em 976 páginas, sem classificar quais os melhores
Marita Lorenz apaixonou-se por Fidel aos 19 anos e teve um filho com ele. Recrutada pela CIA e pelo FBI, teve a chance de assassiná-lo, mas faltou-lhe mais vontade do que coragem
Se o leitor é daqueles que pensam que Brasília foi construída devido unicamente aos esforços de Juscelino Kubitschek — com o apoio dos arquitetos Lucio Costa e Oscar Niemeyer e do engenheiro e político mineiro Israel Pinheiro — precisa ler urgente o livro “Uma Luz na História” (Kelps, 546 páginas), da historiadora gaúcha Nina Tubino. A obra resgata de um injusto esquecimento o engenheiro Joffre Mozart Parada, “o primeiro engenheiro a chegar no local da futura capital”.
Nina Turbino revela “que, participando da Comissão de Cooperação para a Mudança da Capital Federal, como engenheiro-chefe”, Joffre Mozart Parada “realizou a demarcação e mapeou as fazendas a serem desapropriadas, para assentar o futuro Distrito Federal”. O especialista foi um grande parceiro de Bernardo Sayão, embora, pela timidez ou simplicidade, não tenha a mesma fama. “Em 1953, Joffre é o encarregado da construção da Transbrasiliana (BR-14) e realiza o trecho-Itumbiara. Trecho muito importante para as ligações do Centro com o Sul e Leste do país.”
Só o resgate de Joffre Mozart Parada já vale o livro. Mas a obra recupera outros aspectos da história goiano-brasileira. “Brasília não nasceu do nada”, frisa Nina Turbino. Tanto a região era habitada quanto a luta pela mudança da capital é bem antiga. No período colonial e no Império, falou-se, e muito, em mudar a capital para o interior do país. Já no governo Vargas, na década de 1950, um grande mudancista foi o general e senador Aguinaldo Caiado de Castro (nascido no Rio de Janeiro e filho de goianos).
O papel de Juca Ludovico na luta pela construção de Brasília — foi o “responsável pelo ato jurídico que determinou a desapropriação das terras do quadrilátero” — é resgatada com desvelo, como as ações de Bernardo Sayão, Altamiro de Moura Pacheco, Segismundo de Araújo Melo.
Além da pesquisa exaustiva e original, Nina Turbino escreve muito bem. Sugiro apenas que, na próxima edição, a autora coloque um subtítulo para fortalecer e iluminar o belo título. “Uma Luz na História”, por si, não chama a atenção dos leitores
O livro será lançado no dia 3 de novembro, numa terça-feira, às 19 horas, no Palácio das Esmeraldas.
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Livro resgata a história do engenheiro Jofre M. Parada[/caption]
Com fotografias de João Marcos Rosa, o livro de Fabrício Marques mapeia a gênese de uma cidade que é cenário e celeiro cultural e artístico
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Roberto Irineu Marinho | Foto: Governo de São Paulo[/caption]
Mal foi lançado, o livro “Diários da Presidência — 1995-1996” (Companhia das Letras, 928 páginas), de Fernando Henrique Cardoso, está provocando polêmica. FHC conta que nomeou um funcionário do Ministério das Comunicações depois de ter consultado o presidente do Grupo Globo, Roberto Irineu Marinho. Ao comentar o assunto, a “Folha de S. Paulo” sugere intervencionismo no governo por parte do filho de Roberto Marinho.
Roberto Irineu, sócio dos irmãos Otavio Frias Filho e Luiz Frias no jornal “Valor Econômico”, contesta a interpretação da “Folha”. “Eu próprio, depois de ter pedido uma informação ao Roberto Irineu Marinho a respeito de três pessoas competentes da área, pedi ao [ministro] Eduardo Jorge que as entrevistasse. Passei os nomes ao Sérgio Motta. O secretário-executivo escolhido pelo Sérgio [Renato Guerreiro] é um desses três”, registra, no livro, Fernando Henrique. Porém, frisa Roberto Irineu, o presidente, noutros trechos, afirma que o Grupo Globo e seus sócios não tiveram influência na política de comunicação do governo.
Na opinião de Roberto Irineu, a o jornal paulista “cometeu erro grave e distorceu fatos: “Para o leitor do livro, o trecho citado pela ‘Folha’ deixa evidente o que se passou. O então presidente, por iniciativa dele, quis conhecer a minha opinião sobre três nomes para uma posição técnica, nenhum deles das minhas relações pessoais ou profissionais. E, depois de mandar auxiliares inquiri-los e de ouvir a opinião de outras pessoas, nomeou aquele que quis, prerrogativa apenas dele”.
“A Queda — Rua Atacarambu, 120” (Scriptum, 403 páginas), de Antônio Nahas Júnior, é um registro bem fundamentado sobre as ações da Política Operária (Polop) e do Comando de Libertação Nacional (Colina) em Minas Gerais. O registro varia do histórico ao memorialístico.
O autor esforça-se para ser objetivo, mas, como participante da história, fica, é claro, ao lado dos esquerdistas e guerrilheiros.
Veja abaixo a capa do livro:

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Lúcio Flávio | Enil Henrique | Flávio Buonaduce[/caption]
O quadro que se desenhava há alguns dias foi confirmado. Três chapas registraram-se para a disputa do pleito classista da advocacia goiana. Os movimentos confirmaram seus líderes como cabeças de chapa e a única surpresa foram as mudanças dos nomes das chapas: OAB Que Queremos, com Lúcio Flávio à frente; OAB Independente, com o atual presidente Enil Henrique; e OAB Forte, com Flávio Buonaduce.
Analisando os nomes dos integrantes das chapas concorrentes a OAB, uma situação no mínimo intrigante. Antigos nomes da situação, o grupo OAB Forte, hoje compõem a chapa de Leon Deniz, tais como Tales Jaime, que chegou a ser pré-candidato pela situação, mas desistiu. E conselheiros também eleitos pela mesma chapa, tais como Rafael Lara e Vitor Perez, fazem parte da chamada oposição, a mistura é tão grande que dos seis candidatos ao Conselho Federal, quatro eram da OAB Forte — há quem diga que 18 nomes dessa chapa balançavam a bandeira situacionista. Mas nomes que compuseram a chapa Renovação nas eleições passadas hoje também concorrem por outras chapas. Um exemplo é Alexandre Abreu, que em 2009 foi um dos coordenadores de Leon Deniz e hoje é candidato a Conselheiro pela Chapa OAB Independente, do atual presidente. Da maneira como esta, o debate tende a se elevar, pois, o antigo discurso de renovação sem conteúdo dá espaço para todos apresentarem suas proposta para categoria. Debate dos candidatos Após o debate dos candidatos a presidente, apoiadores da Chapa OAB Que Queremos verbalizaram publicamente que seu candidato não saiu da forma que queriam, frustrando a expectativa de seus correligionários. embora seja difícil apontar se houve um vencedor, ficou fácil identificar quem não foi bem.

