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Grupo de Vanderlan avalia que é mais fácil eleger o prefeito de Senador Canedo do que o de Goiânia

O empresário Vanderlan Cardoso comentou com um aliado que está mais preocupado com as eleições de Senador Canedo. Sua tese: a chance de ser eleito prefeito de Goiânia pelo PSB é mínima, mas a chance de eleger um candidato no município vizinho é palpável. “Para Vanderlan, é mais factível um pássaro na mão do que dois voando”, afirma o aliado.

Anselmo Pereira não vai disputar mandato de prefeito mas diz que mantém o nome para se fortalecer

O presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Anselmo Pereira (PSDB), anunciou para os aliados que está fora do jogo para a disputa da Prefeitura de Goiânia. Mas vai manter o nome na Imprensa para ganhar mais força política. O que ele quer é ser vice, mas, como admite que é praticamente impossível, vai ser candidato mesmo é a vereador. O tucano sugere que, como postulante a prefeito, consegue arrecadar mais dinheiro para a campanha para a Câmara.

Tucanos garantem que Afrêni Gonçalves e Rafael Lousa representam “bem” o PSDB

rafael-lousa-afreni-goncalves-fotos-fernando-leite O Jornal Opção pediu para um grupo de tucanos, de bicos erados e de bicos menores, avaliar o desempenho dos presidentes do PSDB estadual, Afrêni Gonçalves, e do PSDB metropolitano, Rafael Lousa. A maioria disse que, num partido com um líder tão marcante quanto o governador de Goiás, Marconi Perillo, a tendência é que as grandes questões passem por sua órbita. “Marconi é o Sol do PSDB goiano”, define um deputado. Mas todos disseram que, apesar disso, Afrêni Gonçalves e Rafael Lousa não comprometem como líderes. “O PSDB goiano e o PSDB goianiense estão bem em suas mãos”, garante um tucano de bico longo. Tanto Afrêni Gonçalves quanto Rafael Lousa são vistos como líderes que sabem ouvir, que demonstram equilíbrio e que não discriminam os filiados, sejam de muita importância, de média importância e de pouca importância eleitoral. Ouvem todos os integrantes do partido, propõem caminhos conciliatórios e democráticos e não decidem de maneira monocrática. O que todos comentam também é que Afrêni Gonçalves e Rafael Lousa são líderes presentes. Eles são apontados como líderes que participam dos eventos do partido. O primeiro recebe integrantes do partido na capital e também viaja às cidades do interior para ouvi-los. Não chega com fórmulas prontas. Ouve detalhadamente e, se oportuno, oferece uma orientação. Em Goiânia ocorre o mesmo: Rafael Lousa é visto como um líder democrático, acessível e tranquilo. “Veja-se o caso do delegado Waldir Soares. Ele faz críticas ao partido e ao governo do Estado. Ainda assim, é bem tratado tanto por Afrêni quando por Rafael. Por quê? Porque sabem que é preciso tratar bem todos os integrantes do partido e Waldir Soares é um campeão de votos.” Os entrevistados sublinham que uma das virtudes mais louváveis de Afrêni Gonçalves e Rafael Lousa é que defendem o partido e seus integrantes. “Em Goiânia, por exemplo, afirmam que o PSDB terá candidato a prefeito e trabalham para que isto se torne, mais do que desejo, uma realidade”, afirma um ex-deputado. Um ex-vereador complementa: “Como não têm mandato e não estão postulando mandatos nas eleições de 2016, os dois são independentes e respeitados pelos possíveis candidatos. São isentos e são hábeis na arte de articular. Afrêni é experiente, foi deputado. Rafael é cristão-novo, mas, como filho de Olier Alves, uma raposa política, não tem deixado a desejar”. Noutras palavras, apesar de as decisões mais importantes passarem mais pelas mãos do governador Marconi Perillo, a conclusão dos tucanos é que o partido, com Afrêni Gonçalves e Rafael Lousa, está muito bem representado.

Governo gostaria que Raquel Teixeira tivesse uma atuação mais proativa na questão da OSs na Educação

[caption id="attachment_53818" align="alignleft" width="300"] Foto: Alexandre Parrode Foto: Alexandre Parrode[/caption] Setores próximos ao governador Marconi consideram que a secretária Raquel Teixeira, que nunca engoliu as OSs, age com mão frouxa no caso das ocupações das escolas por grupos ligados a sindicatos e partidos políticos. O entendimento é que a secretária deixa correr o movimento sem uma intervenção mais firme. Os governistas avaliam que não se trata de má-fé, e sim porque Raquel Teixeira, por ser professora e manter ligações fortes com professores, inclusive do sindicato, avalia que é preciso pegar mais leve. Todos admitem que se trata de uma pessoa decente.

Svetlana Alexiévich, Nobel de Literatura, diz que o czar Putin criou um califado ortodoxo

A jornalista, autora do best seller internacional “O Fim do Homem Soviético”, diz que, ao visitar Moscou, ficou surpresa ao ver policiais, militares, políticos e gente comum rezando pelas armas nucleares russas

Dicionário facilita o entendimento do romance-civilização de Marcel Proust

digitalizar0001“Em Busca do Tempo Perdido — Dicionário de Nomes & Lugares” (Biblioteca Azul, 189 páginas, tradução de Carla Cavalcanti e Silva), de Michel Erman, não é uma obra exaustiva. Mas contribui para o entendimento da principal obra do escritor francês Marcel Proust. O crítico Carlos Augusto Silva escreveu o “Dicionário Proust — As Personagens de Em Busca do Tempo Perdido”. Os livros do francês Michel Erman e do brasileiro Carlos Augusto Silva, parecidos mas diferentes, se complementam. Assim, um não é melhor do que o outro. O único problema é que a obra do segundo não está disponível nas livrarias. Muito do que você tem medo de perguntar, para não parecer não-proustiano, é respondido, de maneira competente e sintética, pelas duas obras. Os dicionários não são obras para especialistas, mas nem mesmo os especialistas têm memória de elefante e, por isso, precisam consultar livros de referência — como é o caso. São trabalhos muito bem-feitos, escritos, com o máximo de clareza e alto espírito de síntese, por proustianos consumados. Mas o que vale a pena mesmo é a leitura do “tratado literário” de Proust, que deve ser lido devagar, para que se possa apreciar como o autor (um detalhista, até miniaturista) constrói a história e os personagens, como sua linguagem “lenta” — com períodos longos e, por vezes, enviesados — a conta e, claro, as (múltiplas) histórias em si. Proust é um “país” que precisa ser visitado e desvendado. Os dicionários ajudam, aqui e ali, a esclarecer a respeito de algumas coisas, pessoas, lugares. Transcrevo um verbete do livro de Michel Erman: “Charlus [Palamède, barão de] — Nascido em 1839, é irmão caçula do duque Basin de Guermantes e da senhora Marsantes. Suas atitudes e sua conversação traduzem a consciência elevada que tem de sua classe social, na qual, entretanto, não se mantém isolado, em razão de uma inteligência superior e de suas inclinações homossexuais. É um verdadeiro conhecedor da obra de Balzac e de pintura em geral. Seu personagem está associado a toda temática perversa do romance (voyeurismo e sadomasoquismo em particular). É o que o torna grande, pois à lei social e aos julgamentos dos outros, opõe sempre sua própria lei, mas será isso também a causa de sua decadência. “A homossexualidade do barão aparece pouco a pouco nas conversas das pessoas que lhe são próximas e ao longo da educação existencial do herói. Quando do primeiro encontro entre eles, o herói, com dezessete anos, não compreende o que seu olhar manifesta de pulsional [vol. 2, 392-3]. Charlus é o tipo de homem-mulher, a exemplo do Vautrin de Balzac. É um homossexual que elogia a virilidade mas há nele uma parte da feminidade; a sociedade do Faubourg o apelida ‘Memé’. Essa ambiguidade, que remete ao mito platônico do andrógino [vol. 4], tal como exporto no ‘Banquete’, é fonte de angústia. Para se desfazer dela, o barão se pretende mestre do absoluto do desejo, que ele exprime frequentemente na violência, como Vautrin, que foi a causa do suicídio de Lucien de Rubempré. Humilhado e enganado pelo pianista Morel, que ele sustentou (na ‘Busca’, todo ser amado é um ser em fuga), Charlus começará sua descida aos infernos. Com o tempo, o sentimento amoroso transformado em pureza no seu coração sofredor transformará a violência em doçura. Depois, ele abandonará sua soberba para se entregar às práticas masoquistas no bordel de Jupien. Durante a guerra, sua personalidade social conhecerá transformações; a senhora Verdurin dirá dele: ‘Não vê ninguém, ninguém o percebe’ [vol. 7, p. 97]. Em 1919, na matinée em casa da princesa de Guermantes, o herói o considera ‘a majestade shakespeariana de um rei Lear’ [vol. 7, 199]. Charlus é incontestavelmente um personagem trágico.” (Páginas 36 e 37)

Livro revela a ascensão e a queda dos corruptos da Fifa e da CBF

digitalizar0002Nada li de tão impressionante sobre negociatas quanto o livro-bomba “Política, Propina e Futebol — Como o ‘Padrão Fifa’ Ameaça o Esporte Mais popular do Planeta” (Objetiva, 334 páginas), de Jamil Chade. O repórter do “Estadão” esmiúça a corrupção de Joseph Blatter, Jérôme Valcke, Jack Warner, Ricardo Teixeira, José Maria Marin, entre outros. Trata-se de corrupção universalizada. O ex-governador Alcides Rodrigues é citado como articulando lobby para atrair jogos da Copa de 2014 para Goiás. Quando o Brasil foi definido como sede da copa, em 30 de outubro de 2007, vários governadores foram a Zurique comemorar. Entre eles, segundo o livro, Alcides Rodrigues (então no PP), de Goiás; Aécio Neves (PSDB), de Minas Gerais; José Roberto Arruda (então no DEM), do Distrito Federal; Cid Gomes (então no PSB), do Ceará; Ana Júlia Carepa (PT), do Pará; Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro.

“O São Francisco já não é mais um rio. E a transposição vai decretar seu fim definitivo”

Professor especialista em Cerrado denuncia que disputa por água no Oeste da Bahia entre população local e multinacionais do agronegócio pode gerar situação de guerra civil

É possível ser contra as OSs na Educação?

Sem dados concretos e experiência prévia fica difícil criticar a iniciativa do governo de Goiás. Pode ser, ou não, uma saída para atenuar a distância gigantesca entre os ensinos privado e público. Só saberemos se for testada

Fábio Sousa lança sua pré-candidatura a prefeito de Goiânia em janeiro

O deputado federal vai organizar um grande evento e garante que já tem o esboço de um programa para governar a capital

Jovair Arantes: “PTB não abre mão da candidatura de Bittencourt”

Deputado federal e um dos principais nomes do partido no Brasil garante que não aceitará vice

Manoel Xavier no Detran fortalece Vecci no governo. Ele é o candidato à prefeitura

A ida do superintendente da Secretaria de Planejamento de Goiás (Segplan) Manoel Xavier para o Detran-GO é uma prova do prestígio do deputado federal Giuseppe Vecci no governo Marconi. O tucano, que é um dos candidatos do governador à Prefeitura de Goiânia, continua no comando do órgão. João Furtado, que está de mudança para a Casa Civil, é ligado a Vecci. Xavier é, também, seu companheiro. Na matemática de um governo que tem apenas dez secretarias, o deputado-pré-candidato tem saldo positivo.    

Determinação dentro do PT é “detonar” Marconi Perillo

[caption id="attachment_50576" align="aligncenter" width="620"]Governador Marconi e a presidente Dilma | Foto: Roberto Stuckert Filho Governador Marconi e a presidente Dilma | Foto: Roberto Stuckert Filho[/caption] Há algumas semanas, a presidente Dilma Rousseff (PT) -- no auge da crise do governo federal, sob ameaça real do impeachment -- convocou todos os governadores brasileiros e determinou que eles assinassem um documento defendendo seu mandato. Em uma conversa privada, ela teria apresentado tal documento ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e pedido para que o tucano o assinasse. Não resta dúvidas que Marconi é republicano, defensor da democracia e trata Dilma com muito respeito. Respeito que tantos outros ditos "aliados" não têm. No entanto, o governador goiano é um homem de partido. Fiel ao PSDB e aliado de primeira hora do presidente da sigla, Aécio Neves, afirmou que não poderia assinar o manifesto. Primeiro, porque faz parte da oposição; segundo, porque não pode ir contra a determinação do PSDB, que é a favor do processo. Dilma, que tem um carinho pessoal por Marconi, entendeu a negativa. No entanto, grupos extremistas e até raivosos do PT não aceitaram a decisão. Como muitos nomes da oposição goiana têm vociferado por aí, chamaram Marconi de "ingrato". Desde então, a determinação no PT nacional é "detonar" o governador de Goiás. Em seu quarto mandato, Marconi tem como principal objetivo revolucionar a educação pública no Estado. Para tanto, levou o modelo de gestão por Organizações Sociais (OSs) à área, que serão implantados já no ano que vem. 22 escolas estaduais estão ocupadas por secundaristas e alunos. No entanto, é inegável que há, sim, presença de partidos de esquerda -- principalmente o PT --, na organização de tais "manifestações". Ofensas pessoais ao governador Marconi foram pichadas nas paredes das escolas. Vale lembrar que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva é inimigo pessoal de Marconi. Foi o tucano goiano que, à época de seu segundo mandato como governador, denunciou o esquema do mensalão. Inclusive, Marconi foi um dos motivos das várias brigas entre a presidente Dilma e Lula.  

Professores do Mackenzie montam OS para gerir escolas em Goiás

[caption id="attachment_55185" align="alignleft" width="300"]Secretária Raquel Teixeira | Foto: Leoiran Secretária Raquel Teixeira | Foto: Leoiran[/caption] Professores e pesquisadores de uma das mais consagradas entidades de ensino do Brasil (e do mundo), a Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, estão montando uma Organização Social para participar do processo de qualificação para gestão de escolas em Goiás. Sem muito alarde, o grupo já teria entrado em contato com a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce). Caso seja qualificada, a OS provará, de uma vez por todas, que o objetivo do governo é dar um salto de qualidade no ensino goiano -- e não as especulações que alguns partidos de esquerda e grupos financiados pelo PT dizem. A secretária Raquel Teixeira está 110% a bordo do projeto do governador Marconi Perillo (PSDB).  Antes preocupada (e com razão), hoje a professora anuncia aos quatro cantos que a ideia vai dar certo. E muito.  

MEC anuncia que resultado do Enem sai no dia 8 de janeiro

Ministério usou as redes sociais para fazer "post presente" aos estudantes que prestaram o exame