Notícias
[caption id="attachment_57051" align="alignright" width="299"]
Reprodução[/caption]
O médico Zacharias Calil (PP), uma das estrelas da medicina brasileira — mais conhecido por separar gêmeos siameses —, confidenciou a alguns políticos, que, convidado, chegou a pensar em ser vice do deputado federal Waldir Delegado Soares na disputa pela Prefeitura de Goiânia. Porém, ao comunicar o fato ao presidente do PP em Goiás, senador Wilder Morais, recebeu a informação de que o PP vai apoiar a candidatura do deputado federal Sandes Júnior para prefeito. Nas conversas, Zacharias Calil teria dito que ouviu de Waldir Soares que, com sua popularidade e o prestígio do médico, a chapa seria imbatível na capital. A chapa teria mais credibilidade.
[caption id="attachment_57049" align="alignright" width="620"]
Virmondes Cruvinel é visto como o pré-candidato mais consistente do PSD[/caption]
O presidente do PSD em Goiás, Vilmar Rocha, chegou de viagem com uma convicção. O partido que dirige vai lançar candidato a prefeito de Goiânia. Para marcar posição? Não. Para fortalecer seus líderes, para dotá-los de um discurso mais elaborado e para que o partido, ganhando musculatura, a partir do conflito com outros postulantes, talvez eleja o prefeito da capital. O líder pessedista convocou os deputados Francisco Júnior e Virmondes Cruvinel para conversas separadas e garantiu total apoio àquele que for definido. Não haverá prévias, pois a cúpula espera que os dois parlamentares encontrem um denominador comum. A definição do nome, frisou o secretário das Cidades e Meio Ambiente do governo de Goiás, vai ocorrer antes do fim de fevereiro. Os dois postulantes são preparados tecnicamente e conhecem bem a cidade. Mas Virmondes Cruvinel é o que articula mais. Na semana passada, conversou com o secretário de Gestão e Planejamento, Thiago Peixoto, com o ex-deputado Frederico Nascimento e vai conversar com o deputado Lincoln Tejota na segunda-feira, 25. Uma das conversas proveitosas foi com o economista Flávio Peixoto, pai de Thiago. O pré-candidato tem conversado com intelectuais, como o doutor em economia Murilo Rezende, professor da Fasam.
Virmondes Cruvinel articula bem com os segmentos organizados de Goiânia e, aos que o interpelam se vai ser vice do possível candidato do PSDB a prefeito, Giuseppe Vecci, afirma, de maneira civilizada mas firme — com o tom da voz ligeiramente alterado, o que é raro —, que não. “De maneira alguma. O que quero é disputar a Prefeitura de Goiânia. Não tenho o sonho de ser vice e o PSD é um partido respeitável.”
[caption id="attachment_55235" align="alignright" width="620"]
Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Dois líderes partidários conversaram com Vanderlan Cardoso recentemente e não sentiram firmeza nas suas posições. A um deles, o líder do PSB disse que, depois de duas derrotas seguidas, em 2010 e 2014, se perder mais uma, este ano, terá de encerrar sua carreira política. “A gente percebe que se trata de um homem sério, mas, com o perdão da palavra, falta-se tesão para a vida político-partidária. A política exige muito e, por isso, não deve ser vista como extensão dos negócios particulares”, afirma o presidente de um partido. Ressalte-se que o empresário está articulando, conversando com líderes de vários partidos, mas até agora não conseguiu estabelecer nenhuma aliança sólida. Aproximou-se de Marconi Perillo e agora se diz independente.”
Tal comportamento, frisa o líder partidário, não funciona. “Não se pode assumir uma oposição, simular que pertence a um grupo político e, em seguida, recuar. Os eleitores ficam desconfiados da seriedade de seus propósitos”, afirma o presidente do partido.
Novo presidente da seccional tocantinense da Ordem dos Advogados do Brasil credita vitória de sua chapa ao anseio da sociedade de advogados pela alternância de poder
[caption id="attachment_57041" align="alignnone" width="620"]
Foto: Divulgação[/caption]
Dock Junior
Gestão eficiente e interiorizar a OAB do Tocantins são os motes de Walter Ohofugi, o novo mandatário da seccional tocantinense da Ordem. Advogado militante no Estado desde a década de 90, Ohofugi foi eleito pela chapa de oposição denominada OAB Protagonista e foi alçado ao cargo com a missão de iniciar um novo ciclo na advocacia tocantinense. Uma verdadeira oligarquia comandava a entidade há mais de 20 anos, e sua eleição foi considerada um marco, um divisor de águas, uma expectativa de mudanças com a implantação de novas ideias e ideais. O advogado pretende promover uma espécie de interiorização da instituição, de forma a estar mais presente na vida dos advogados que militam no interior.
Em que pese a agenda lotada decorrente de suas funções como presidente da OAB e também como advogado no exercício de seu trabalho, Ohofugi abriu um espaço para receber o Jornal Opção. Ele discorre sobre as razões que o levaram a se candidatar à presidência da entidade, bem como o novo modelo de gestão que pretende implantar no decorrer do seu mandato.
Quais foram suas motivações para se candidatar a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Tocantins? Como foi o processo de transição?
A ideia surgiu coletivamente. Havia um grupo de advogados que acreditavam que poderia haver inovações. A ideia era renovar alguns conceitos e declinamos do rótulo de “mudança”. Outros grupos já tinham utilizado esse argumento. A imprensa nos classificou com a terceira via, já que havia dois grupos “rachados” os quais abrigavam membros da antiga situação. Creio, todavia, que apenas a nossa chapa fazia oposição mesmo. A motivação surgiu dentro desse grupo e a ideia era trazer renovações advindas do seio da advocacia. O objetivo é implantar tais conceitos nessa gestão.
A transição foi realizada de uma maneira muito respeitosa, mesmo porque o ex-presidente Epitácio Brandão é uma pessoa muito afável. Estamos realizando o levantamento dos dados de forma a aprimorar a aplicação dos recursos, o que é absolutamente natural.
Como o sr. classifica a vitória da oposição na eleição da OAB/TO, após mais de 20 anos do mesmo grupo no poder?
Acredito que foi o anseio da sociedade de advogados pela alternância de poder. Essa alternância, sem dúvidas, é uma das características basilares de uma democracia oxigenada. Já houve outros grupos oposicionistas, dos quais eu também fiz parte, mas não havia uma coesão, por isso não logramos êxito nos pleitos anteriores. A eleição da nossa chapa para comandar a OAB/TO, sem dúvidas, é um marco. Em que pese os adversários, durante a campanha, nos alcunharem de inexperientes no comando da entidade – o que não deixa de ser verdade, uma vez que nunca administramos a Ordem antes –, paradoxalmente, a leveza de nunca termos assumido também contribuiu para fôssemos eleitos. Contudo, a advocacia tocantinense desejava a nova experiência, novos conceitos. Isto restou claro.
Qual será a característica marcante do seu mandato?
O mote do mandado será uma vertente administrativa voltada para uma gestão eficiente. A correta aplicação dos recursos da Ordem visando atender as demandas dos advogados. Precisamos ter uma entidade – aproveitando que a seccional é relativamente pequena em relação às outras no País – baseada no modelo de gestão que se assemelha àqueles da iniciativa privada. É necessário o estabelecimento de metas, austeridade, controle absoluto dos gastos, capacitação profissional, enfim, uma gestão eficiente. Precisamos ainda trabalhar com afinco na interiorização da OAB. Os advogados do interior precisam ser bem atendidos, com salas bem aparelhadas, além de zelar pela inserção dos novos advogados. Essa questão da proliferação dos cursos jurídicos tem criado uma massa muito grande de profissionais e nós, como gestores, precisamos dar vazão e atendê-los da melhor forma possível.
Dentro desse contexto, como o sr. avalia a qualidade dos cursos de direito no Brasil e especificamente no Tocantins? Qual sua opinião sobre a exigência do Exame de Ordem?
O exame é extremamente necessário, é um filtro que as outras categorias deveriam adotar. O que a OAB precisa fazer é buscar o aperfeiçoamento dos cursos, e inclusive já existe um esforço do Conselho Federal, que é a outorga do selo de qualidade. O curso de direito da UFT é o único do Estado do Tocantins que possui o referido selo, e já o recebeu pela segunda vez. É necessário advogados com boa formação, porque o advogado é um pilar da democracia, do estado de direito. Dessa forma, além do filtro para o exercício da profissão – exame de ordem – é necessário contribuir com esses acadêmicos antes que eles concluam o curso jurídico, fiscalizando as universidades, avaliando-as, sugerindo alterações nas grades curriculares, buscando, enfim, o aperfeiçoamento. Os cursos ministrados pelo Unirg (Centro Universitário de Gurupi), Dom Orione e Itpac (Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto), em Araguaína, pela Universidade Católica e também pela Ulbra, em Palmas, têm excelente qualidade técnica, todavia, necessário reconhecer que há muito para melhorar e evoluir.
[caption id="attachment_57043" align="alignnone" width="620"]
O presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado, diz que ela não pode se transformar em comentarista de casos e sim protagonista de causas” | Foto: Divulgação[/caption]
No que concerne à Caixa de Assistência aos Advogados, quais são as perspectivas para revitalizá-la?
O nosso presidente, Flávio Leão, está trabalhando a todo vapor no sentido de fortalecer a Caixa de Assistência. Por representar a alternância, nosso grupo é muito motivado. Tecemos muitas críticas enquanto éramos oposição e por tal razão, temos que cumprir os compromissos de campanha. Vamos tentar sim, ampliar ao máximo, os convênios – inclusive para os advogados do interior. Repito: o mote dessa gestão é a interiorização da OAB.
Em relação à completa informatização do judiciário tocantinense, através de e-proc, como avalia essa guinada da Justiça em prol dos operadores do direito e da própria comunidade?
Nós temos que ter muito orgulho disso. Eu tenho processos em outros Estados da federação e posso garantir que por lá há um significativo atraso na tramitação processual. A OAB deu sua contribuição na época da implantação, apresentando um projeto-piloto. Trata-se, como diria um leigo, de coisa de primeiro mundo o judiciário 100% digitalizado. Vejo como uma conquista do poder judiciário tocantinense.
Como o sr. se relaciona com os chefes do Judiciário e do Ministério Público?
Eu creio que o relacionamento pessoal – em razão de estar militando há muitos anos em Palmas – é o melhor possível. O desembargador Ronaldo Eurípedes, oriundo da OAB, é um velho conhecido. Advogamos na mesma época, fomos companheiros de movimentos classistas, é uma relação muito tranquila. Quanto à relação institucional, fiz as visitas de cortesia quando tomei posse, todavia, fui claro no sentido de manter posição e a vertente dos compromissos de campanha. Queremos que o nome da nossa chapa “OAB Protagonista” seja nossa marca, queremos ser atuantes. No primeiro momento, sempre buscaremos o diálogo de forma a entender e contribuir com os problemas da sociedade. Não podemos nos furtar de sermos participativos. Somos a única entidade que possui – de acordo com a Constituição – o “múnus público”, e por isso temos o dever, a obrigação de atuar em prol da sociedade. Temos que fazer com que a classe seja mais altruísta e isso cabe a esta entidade, principalmente nesse momento de crise pelo qual passa pelo País. É necessário adotar uma postura vigilante por parte da OAB em relação às ações dos gestores, portanto.
O Código de Processo Civil vem sendo reformado pelo poder legislativo. Como o sr. recebe essas processualísticas?
As reformas favoreceram muito a advocacia e isso é mérito do Conselho Federal. Conseguiu-se melhorar situações que eram verdadeiros gargalos para a advocacia e o novo código contemplou, como a contagem de prazos, por exemplo. O novo código prima muito pela conciliação. Há até um novo instituto, denominado pré-julgamento. Nós faremos gestão – quando os provimentos forem elaborados – que mesmo nesta fase inicial, a presença do advogado seja indispensável.
Enquanto entidade, temos o grande desafio de capacitar os advogados. O Conselho Federal já havia programado para o início deste ano – ainda na gestão passada – um curso de capacitação acerca das alterações e reformas havidas no referido diploma legal. É nossa obrigação auxiliar o advogado, neste particular.
Em relação ao combate a corrupção, como se posiciona a OAB?
A Ordem tem o dever de combater esse mal, inclusive o Conselho Federal está lançando neste ano uma campanha contra o caixa 2 nas campanhas eleitorais. O presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado, diz, com muita propriedade, que a entidade não pode se transformar em comentarista de casos e sim protagonista de causas. Nesse sentido, até para preservar os profissionais que estão atuando na defesa dos acusados da operação Lava Jato, entre outras, a instituição não pode discutir o mérito de cada ação. Todavia, atento ao efetivo combate à corrupção, paradoxalmente há que se manter vigilante para que não haja violação das prerrogativas da classe de advogados. Quando há essa violação, saímos do Estado Democrático de Direito para o regime de exceção. Não pode haver valorações subjetivas e pontuais em relação determinados temas, casos ou pessoas.
Em relação a esta campanha da OAB em conjunto com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), acerca da instalação de comitês visando o combate a corrupção nas eleições, o sr. entende que pode contribuir substancialmente para que tenhamos eleições mais limpas?
Sim, perfeitamente. A ideia é que as comunidades, por meio de entidades representativas como a OAB e a CNBB, ajudem na fiscalização do caixa 2 de candidatos, apresentando denúncias ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral. Essa campanha também tem como objetivo a conscientização da população no sentido de não votar em candidatos que utilizem recursos irregulares no pleito. A OAB vai disponibilizar em cada seccional ou subseção, um comitê capacitado para o recebimento de denúncias da sociedade civil. Onde não houver sedes da OAB, a ideia é montar o comitê em cada uma das 5.000 paróquias, mesmo porque, a Igreja Católica está presente praticamente em todos os municípios brasileiros.
O sr. veio para o Estado do Tocantins praticamente na criação da unidade federativa. Como foi sua trajetória como advogado neste período, o exercício da profissão em conceituadas empresas, bem como a sua avaliação acerca do crescimento da advocacia aqui?
Eu sou oriundo de São Paulo e cheguei ao Tocantins, com o intuito de conhecer o Estado, ainda em 1989, quando tinha apenas 23 anos. Fui contratado pela concessionária de energia à época, a Celtins, iniciando a assessoria jurídica em Araguaína em 1990. Por um ano fiquei naquela cidade e como a diretoria da empresa estava estabelecida em Miracema, fui transferido para lá. Fiquei na empresa até 1994, quando fui convidado por um desembargador a assessorá-lo no Tribunal de Justiça. Desenvolvi esse trabalho até 1998, quando se iniciou a construção da Usina do Lajeado, oportunidade em que recebi convite – do hoje extinto grupo Rede – para ser o gerente jurídico da referida usina, denominado Investco. Paralelamente, passei a exercer também as funções de consultor jurídico da Celtins. Houve várias ações desapropriatórias, em razão do enchimento do lago e isso, em que pese ter sido gratificante, foi muito trabalhoso. Após isso, continuei no grupo e também prestei assessoria para a Usina de Peixe, acumulando várias funções. Por fim, em 2006, voltei a prestar serviços à Celtins, na condição de terceirizado, quando também mantinha um escritório de advocacia, em sociedade com o dr. Moromizato, que atualmente é tabelião do cartório de protestos de Palmas. Ainda mantenho o escritório e presto consultoria jurídica ao grupo Energisa, atual concessionária de energia elétrica no Tocantins.
[caption id="attachment_57045" align="alignright" width="620"]
Reprodução[/caption]
Tudo indica que não há como a base do governador Marconi Perillo descartar o deputado federal Waldir Delegado Soares, do PSDB. O motivo é prosaico: sem o delegado na disputa, dividindo os votos na periferia, sobretudo na região Noroeste, Iris Rezende pode ser eleito no primeiro turno. Em 2014, ele contribui para derrotar Iris Araújo, reduzindo seu eleitorado nos bairros, e contribuiu para eleger Fábio Sousa e Thiago Peixoto. Em 2016 pode contribuir para esvaziar Iris.
[caption id="attachment_57033" align="alignright" width="620"]
Magda Mofatto: “Queremos o delegado Waldir no PR, mas as conversas não foram finalizadas”[/caption]
A deputada federal Magda Mofatto disse ao Jornal Opção na sexta-feira, 22, que, de fato, convidou o deputado federal Waldir Delegado Soares (PSDB) para se filiar ao PR. “Quem não quer uma aliança com um deputado extremamente popular como Waldir? O PR quer, como outros partidos. Ele está conversando com o Pros, fala com todo mundo, e provavelmente por isso não me deu uma resposta objetiva a respeito do convite. Preciso conversar mais vezes com Waldir, um homem gentil e perspicaz.”
Magda Mofatto conta que está organizando o PR em mais de 200 municípios. “Nós queremos ampliar a nossa base política. O PR certamente sairá das eleições de 2016 como uma força considerável. Estou me preparando para disputar mandato de senadora, em 2018, e por isso preciso de um partido forte e presente em praticamente todos os municípios. A conquista de Waldir Soares, se isto for possível, encorparia o partido na capital.”
O PR já está com um pé em Goiânia. “O vereador Felisberto Tavares é o presidente do PR metropolitano. É um coordenador de primeira linha.”
O repórter pergunta: “Cláudio Meirelles vai permanecer no partido?” Magda Mofatto garante: “Cláudio Meirelles não sai do PR de jeito nenhum. Ele é um excelente político, posicionado, firme.”
Um repórter pediu para um psicólogo, um fonoaudiólogo e um marqueteiro examinaram a fala e até a postura corporal de alguns pré-candidatos a prefeito de Goiânia. Iris Rezende (PMDB), na visão deles, é o que fala mais lentamente, como estivesse pregando para convertidos. Vanderlan Cardoso (PSB) tenta adotar um ar professoral, mas sua fala sugere falta de convicção e ânimo. Giuseppe Vecci (PSDB), apesar do ar professoral, é visto como dotado de fala segura e firmeza na exposição de ideias. Waldir Soares (PSDB), que parece “esconder” a fala, estaria pregando para seus eleitores de 2014 — quando, na verdade, precisa ter um discurso, como candidato a prefeito, para todos os eleitores, inclusive para os que não avaliam a segurança pública como o centro de suas preocupações. Luiz Bittencourt (PTB) é visto como o que tem o raciocínio mais rápido e conecta a fala à postura corporal. Adriana Accorsi (PT) fala com clareza, tem uma simpatia natural, mas a postura física sugere certa insegurança. Há uma certa indecisão.
O PSDB vai bancar o ex-presidente da Câmara Municipal Wilson Santos para prefeito de Jussara. O pessedista Virmondes Cruvinel, seu aliado, afirma que o ex-vice-prefeito é o favorito para a disputa. “Ele alia simpatia pessoal e capacidade de gestão”, garante o deputado estadual. O grupo do conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Joaquim de Castro — que não milita mais na política, dado o impeditivo do cargo — hipoteca apoio integral a Wilson Santos. A prefeita Tatiana Ranna, do Pros, faz uma gestão mal avaliada, tanto que, nas pesquisas de intenção de voto, aparece atrás tanto do tucano quanto do vereador Ricardo Nascimento.
[caption id="attachment_57038" align="alignright" width="620"]
Divulgação[/caption]
Marqueteiros afirmam que o presidente do PHS, Eduardo Machado, fala como um robô nas pílulas nacionais. Faltam espontaneidade e convicção na fala (“presa”) do líder goiano. A impressão que se tem é que está lendo um texto canhestro, copiado de alguma cartilha desbotada do PT. Ele sugere a participação popular, mas não explica como se daria.
O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Goiás Samuel Almeida reapareceu como articulador hábil das prévias do PSDB. É um dos articuladores do grupo do deputado federal Giuseppe Vecci, pré-candidato a prefeito de Goiânia. Pastor, ele é vice-presidente da Assembleia de Deus da Fama.
[caption id="attachment_57034" align="alignnone" width="620"]
Notificações de casos de dengue aumentaram nas duas primeiras semanas | Foto: Divulgação[/caption]
As notificações dos casos de dengue no Estado aumentaram significativamente nas primeiras duas semanas de 2015. Atento ao avanço do problema e aos números alarmantes, o governo do Tocantins, apresentou, durante a reunião ordinária do Comitê Estadual de Mobilização Social contra o Aedes aegypti, uma campanha de combate ao mosquito em todo o Estado.
Conforme informou o técnico da área de Dengue, Febre Amarela e de Chikungunya, Marcos Timóteo, entre 2014 e 2015 houve um aumento de 83% no número de casos de dengue. “Toda a população tem se que atentar para estes números e perceber que a situação é séria e que o Aedes aegypti tem que ser combatido. No ano de 2015 foram notificados 18.724 casos suspeitos de dengue. Destes, 38% foram confirmados. Também foram registrados cinco óbitos decorrentes de agravamento no quadro da infecção por dengue no ano passado”, reforçou o técnico.
A gerente estadual de Dengue, Febre Amarela e Febre de Chikungunya, Christiane Bueno, destacou que a composição do Comitê é de suma importância para a mobilização e combate ao mosquito. “A Saúde está à frente na articulação, no convite aos parceiros para que possamos trabalhar juntos, mas essa não é uma ação isolada, sozinhos não vamos conseguir o resultado. Cada um deve fazer o seu trabalho dentro da sua instituição, da sua casa, com seu vizinho, levando principalmente a informação de que hoje nós estamos em guerra com o Aedes aegypti”, destacou.
Representando a Polícia Militar do Tocantins, a tenente-coronel Alaídes Machado deixou sugestão para atuação prática de combate ao mosquito. “Podemos fazer uma ação dentro dos quartéis, com a participação de profissionais da Saúde. Podemos fazer uma varredura em todo o Estado, eliminando os focos que por ventura existam nesses locais, contando com o apoio da PM. A Polícia Militar está à disposição para colaborar e para atuar na conscientização da população”, ressaltou.
A campanha do Governo do Estado está sendo finalizada e será veiculada em emissoras de TV, em rádios, inclusive rádios comunitárias, outdoors, jornais impressos, folders e flyers que os agentes de saúde poderão utilizar para reforçar a abordagem feita nos domicílios.
[caption id="attachment_57030" align="alignright" width="356"]
Reprodução[/caption]
Se depender do governador Marconi Perillo, a funcionária da Caixa Econômica Federal Sirlene Borba será a candidata do PSDB a prefeita de Rubiataba. A deputada estadual Eliane Pinheiro também apoia seu projeto político. “Ela está me ajudando a formatar um projeto político. Estive recentemente com Marconi e ele me incentivou a participar ativamente da política.” A política poderia ser vice? “De jeito. Sou pré-candidata a prefeita. É o meu projeto.”
Sirlene Borba afirma que vai trabalhar para conquistar o apoio do médico e ex-prefeito José Luiz. “Ele é popular e querido na cidade. A deputada federal Magda Mofatto também apoia o meu projeto”, frisa.
O prefeito Jakes Rodrigues de Paula, do PMDB, faz uma administração amplamente contestada pela população. Ele é visto como a “grande decepção” política dos últimos anos. Seus adversários afirmam que tenta administrar a prefeitura como se fosse um chácara, e nem assim consegue deslanchar. Todos dizem que lhe falta capacidade administrativa, sobretudo formação mínima para gerir os negócios do poder público de um município.
O governador Marcelo Miranda (PMDB), atento às recomendações do Ministério Público no que concerne ao cumprimento das legislações vigentes, determinou a exoneração do vice-presidente do Instituto de Terras do Estado do Tocantins (Itertins), Celso Eraldo Ayres Arruda, por não preencher aos requisitos da Lei da Ficha Limpa (Lei Estadual nº 2.744/2013). A investigação do MP apurou que Celso Arruda teve sua prestação de contas rejeitadas, referente ao período em que exerceu o cargo de prefeito da cidade de Pindorama do Tocantins. As contas do gestor relativas ao exercício de 2006 foram desaprovadas pela Câmara de Vereadores em sessão plenária realizada no dia 15/09/2015, em acolhimento a um parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Esta é a segunda exoneração que o governo do Estado realiza após o Ministério Público Estadual intervir, com base na aplicação da Lei da Ficha Limpa. Em outubro de 2015, o então subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, José Carlos Rodrigues Bezerra, deixou o cargo por ter julgadas irregulares as contas referentes ao período em que ocupou o cargo de diretor de suporte aos negócios do Banco da Amazônia.
Realizada de 3 a 17 de fevereiro, no shopping Bougainville, a mostra exibe 117 filmes de todo o mundo
Conforme reportagem publicada no portal Conexão TO, o vereador Lúcio Campelo (PR) afirmou que pedirá investigação do Ministério Público Estadual sobre a contratação de shows que serão realizados durante o período carnavalesco, no Palmas Capital da Fé. “Estou encaminhando ofício para Secretaria de Turismo, vamos analisar procedimentos e encaminhar para o Ministério Público investigar”, frisou. O parlamentar questionou a dispensa de licitação para a realização da festa. “Dispensa de licitação é em casos de extrema necessidade social, o que não é o caso”, enfatizou. Segundo ele, a prefeitura priorizou parentes de um ex-servidor deixando de lado os artistas da terra. “É simplesmente um ato de má gestão e inclusive algumas igrejas não vão participar em razão desse tipo de ato. Não precisava colocar uma situação vexatória dessa”, disse. A Prefeitura de Palmas contratou a empresa JMA de Souza ME, CNPJ n° 07.572.089/0001-00 cujo sócio é Maciel Souza, ex-servidor da Agência de Turismo do município, para realização dos shows que ocorrerão no mês de fevereiro na capital, no evento Palmas Capital da Fé. O valor a ser pago supera os R$ 300 mil, de acordo com o Diário Oficial de Palmas publicado na quarta-feira, 13, sob o número 1.420. Para a realização dos shows, a empresa JMA de Souza ME contratou a cantora gospel Cassiane, Ministério Adoração e Vida, cantor Tony Allysson, Banda Rosa de Saron. Ainda entre os cantores que Maciel Souza contratou consta o nome da sua esposa Lorena Rosa, que nem possui CDs gravados.

