Notícias
Independentemente da aprovação do relatório de Jovair Arantes (PTB-GO) pela Comissão, parecer segue para votação em plenário ainda esta semana
[caption id="attachment_63395" align="alignnone" width="620"]
Comissão Especial do Impeachment retoma discussões nesta segunda-feira (11/4) | Foto: Agência Brasil[/caption]
A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff vota ainda nesta segunda-feira (11/4) o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), favorável ao impedimento. A previsão é de que às 10h tenha início a reunião, na qual 25 líderes terão a palavra antes de ser encaminhada a votação. Sendo ou não aprovado o parecer, ele será analisado pelo Plenário da Casa.
A expectativa é de que o relatório seja lido na primeira sessão plenária após a votação na comissão. Depois de lido, ele será publicado, o que deve ocorrer quarta-feira (13/4), dando início ao prazo de 48 horas para que seja votado pela plenária. Com isso, as discussões serão iniciadas sexta-feira (15) e a previsão é de que a votação seja concluída no domingo (17).
Na última sexta-feira (8/4), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, disse que a discussão tenderá a ser lenta. “O impeachment do Collor foi feito em dois dias. São 513 parlamentares, o que pode resultar em oito horas de votação. Prevejo, no mínimo, três dias de sessão. Não quer dizer que vá acabar no domingo. Pode acabar na segunda. Isso já aconteceu várias vezes na Casa”.
Histórico
O pedido de impeachment da presidenta foi acatado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no dia 2 de dezembro do ano passado. No documento, os advogados Helio Bicudo, Janaína Paschoal e Miguel Reale Júnior pedem o afastamento da presidenta evocando as pedaladas fiscais do ano de 2014 apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Os autores do pedido dizem também que Dilma cometeu crime de responsabilidade ao editar seis decretos autorizando despesas extras em um cenário de restrição fiscal e ao, supostamente, repetir as pedaladas fiscais em 2015, já no exercício deste novo mandato.
Os decretos, não numerados assinados pela presidenta em 27 de julho e 20 de agosto de 2015, autorizaram o governo a gastar R$ 2,5 bilhões a mais do que havia previsto no Orçamento. Para os advogados, Dilma não poderia criar despesa extra quando sabia que a meta de superávit primário (dinheiro reservado para pagar os juros da dívida) prevista no Orçamento não seria cumprida.
O governo rebate os argumentos, afirmando que as contas do governo de 2015 sequer foram apreciadas pelo TCU e pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional e que, portanto, não se pode falar na possibilidade de crime de responsabilidade.
Deputada federal goiana que já disse ser favorável ao processo de impeachment da presidente Dilma, a parlamentar do PR disse que há muitos indecisos na Câmara
Confiante de que o pedido do processo de impeachment será aprovado por "pouco mais de 342 votos" na Câmara, relator Jovair Arantes (PTB) diz que impedimento é necessário
Parlamentar revelou que o mais otimista contabiliza 400 parlamentares pelo "sim" ao impedimento. Vai passar
No entanto, vestibular tradicional ainda lidera o ranking com 1.669.161 estudantes
Letra clama povo para "reagir" e "honrar nossa raiz". Assista ao vídeo
Em fase de homologação, o concurso foi suspenso temporariamente pela Justiça
O governador de Goiás afirma que as medidas de ajustes vão permitir que o Estado seja o primeiro a superar a crise nacional
[caption id="attachment_58680" align="alignleft" width="620"]
Francisco Júnior: postulante do PSD a prefeito de Goiânia Foto: Renan Accioly/Jornal Opção[/caption]
Não há quem não fale: “Francisco Júnior é articulado e demonstra que tem capacidade de administrar Goiânia”.
Experts na capital afirmam que se trata de um Vanderlan Cardoso, no sentido de ser ponderado e gestor, mas modernizado.
O deputado estadual, candidato a prefeito da capital pelo PSD, tem o apoio de dois políticos pesos-pesados: o secretário das Cidades e Meio Ambiente, Vilmar Rocha, e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Thiago Peixoto.
Político é cotado para disputar mandato de vereador em 2016 e deputado estadual em 2018
O PSD tem Priscila Tejota, Valério Luiz Filho e Roberto Ricardo, além de outros candidatos consistentes a vereador
Aposta-se que Waldir Soares terá fôlego curto e que um político-gestor vai enfrentar Iris Rezende no segundo turno
[caption id="attachment_61373" align="alignleft" width="620"]
Jovair Arantes, na Comissão do Impeachment, em Brasília | Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados[/caption]
A candidatura do ex-deputado federal Luiz Bittencourt (PTB) a prefeito de Goiânia ganhou um reforço e tanto com a decisão do deputado Jovair Arantes de apresentar relatório favorável ao impeachment. Jovair virou herói da noite para o dia. Nas ruas de Brasília, é aplaudido. Os mais afoitos o chamam de “Jovadeus”.
Jovair Arantes sofreu pressões de todos os lados, mas comportou-se com o máximo de tranquilidade e isenção. Seu relatório — muito mais técnico do que político — ganhou elogios de juristas gabaritados.
O serviço da dívida do governo de Goiás caiu de 15% para 11%
Em Brasília, Olavo Noleto é um aliado dos interesses de Goiás. Ele faz a grande política

