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Sol em aquário, lua em câncer

Escritor e jornalista, Ramon Nunes Mello borda a noite desta Terça Poética. Com “Sol em aquário, lua em câncer”, o carioca estreou com “Vinis Mofados”, em 2009, e já publicou “Poemas retirados em notícias de jornal”, em 2011, e “Há um mar no fundo de cada sonho”, muito recentemente. E é de seu mar o poema versado, logo mais. Quer participar do projeto “Terça Poética”? Envie-nos suas rimas ([email protected]). Ei-lo, Ramon. [relacionadas artigos="70485"] Ramon Nunes Mello você me ama? (...) ama? (...) eu te amo (...) fim

CPI do Futebol quer ouvir Del Nero e Ricardo Teixeira

Presidente da CPI, Romário aproveitou as datas dos jogos da seleção em Brasília para fazer convites a cartolas da CBF

Cremego e Unimed Goiânia apoiam consulta pública sobre mudanças na Lei do Ato Médico

Proposta da senadora Lúcia Vânia altera lei que dispõe sobre o exercício da Medicina

Presidente do STF determina restabelecimento imediato do WhatsApp no Brasil

Lewandowski suspendeu decisão da juíza do Rio de Janeiro por entender que fere liberdade de expressão

STF suspende bloqueio do WhatsApp no Brasil, diz jornal

Estado de S. Paulo afirma que o Supremo Tribunal Federal acaba de determinar a reativação do serviço

Marcelo Melo é condenado por propaganda eleitoral antecipada

Conforme ação, o ex-deputado teria usado seu perfil no Facebook para divulgar a pré-candidatura à Prefeitura de Luziânia

Demanda por voos domésticos é a pior em quatro anos

Dados divulgados pela Abear mostram queda na procura por voos dentro do país; nas viagens internacionais, destinos mais procurados são na América do Sul

Corretor diz que Nexus não está embargado e que decisão judicial é para “políticos aparecerem”

Jornal Opção apurou que empreendimento continua sendo vendido como se não houvesse ação do MPGO e liminar impedindo construção do gigante

Hackers derrubam site do TJ do Rio após bloqueio do WhatsApp

Bloqueio começou a valer a partir das 14 horas desta terça e não há previsão para reativação do aplicativo

Repórter que denunciou Biel por assédio faz revelação inédita na TV

Será a primeira vez que a jornalista mostra o rosto na televisão para falar sobre o caso

Secima apresenta projeto de nova lei para a Região Metropolitana de Goiânia

Mesmo ainda em fase de discussão, a expectativa é de que o projeto de lei seja encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado em agosto e aprovada ainda este ano

Temer e ministros discutem cenário para retomada do crescimento

Ainda nesta terça-feira, FMI melhorou a projeção para o PIB do Brasil; projeção de retração que em abril era de 3,8% passou para 3,3%

Mobilidade urbana: o que podemos aprender com as formigas?

Ricardo Ramos Alves Na quarta-feira, 5, foi lançado pela Prefeitura de Goiânia, o chamado “plano de mobilidade”, visando a melhoria no padrão de circulação de pessoas e bens do município. Uma semana antes, o jornal australiano “Journal of the Royal Society Interface”, publicou estudo mostrando “planos de mobilidade”, mas a partir de uma colônia de formigas. A iniciativa brasileira parece repetir a mesma trilha do Plano Diretor de Goiânia, aprovado em 2007: boa presença e envolvimento da área acadêmica e de técnicos, porém com quase nenhuma participação dos que “usarão” o sistema. Do outro lado do mundo, os responsáveis pelo estudo resolveram inverter a “ordem das coisas” e aplicar as regras que a natureza costuma produzir, observando o comportamento das formigas para depois aplicar no cotidiano. Seja qual for o nome ou tamanho do plano, parece haver algo em comum entre eles: a desconexão entre quem planeja a cidade e seus habitantes. E os resultados demonstram a falta de sintonia entre as pessoas e sincronia entre as ações. O modelo que se traduz nos estudos na Austrália, revela que a malha viária das formigas segue a lógica da “ligação mínima”, ou seja, as mais curtas possíveis, conectando-se sempre a um ninho mais próximo e não criando outras estradas novas para chegar até as árvores. Os humanos têm preferido utilizar modelos que encarecem o custo de manutenção das redes, pois aumentam os deslocamentos e não levam em conta as diversas distâncias e características locais, chamados em sua maioria de bairros ou setores. As formigas parecem entender melhor as diferenças locais, já que adotam ações diferenciadas para cada ninho. Tratam a questão da densidade e expansão do sistema com planejamento, nunca permitindo um crescimento desordenado e que possa colocar todo o sistema em risco. Um maior envolvimento das pessoas torna uma cidade “mais sustentável”; afinal, os espaços existentes necessitam ser compartilhados de forma inteligente. E boas práticas com atitudes individuais multiplicadas resultam em bens coletivos gerando um comportamento virtuoso, como é o dos insetos citados no jornal australiano. Trafegar pelas vias de “mãos vazias” e abrir espaços nas vias pa­­ra “aquelas que passam com co­mida”, sem ultrapassagem, são atitudes comuns — entre as formigas, segundo a reportagem. Me­nos solidários, os humanos não se acostumam a ficar em fila, sequer atrás de caminhões, conclui. Para colocar um plano de mobilidade em funcionamento, talvez Goiânia precisará se espelhar na resiliência das formigas que, ao invés de esperar o inverno chegar, já se preparam para isso no verão. Se iremos adotar um plano para pessoas, quem sabe não utilizemos o comportamento das formigas para refletir sobre os problemas do desenvolvimento e do planejamento urbano? Se a construção de uma cidade sustentável passa pelas pessoas, podemos nos esforçar para repensar nossos centros urbanos e — por que não? — em descentralizarmos e limitarmos o tamanho do “formigueiro”. Ricardo Ramos Alves é arquiteto e urbanista, mestre em Desenvolvimento e Planejamento Territorial. Professor adjunto no curso de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores da Faculdade Estácio de Sá em Goiânia

Supermercado de Aparecida é interditado com 3 toneladas de alimentos estragados

Carne apodrecida, fezes, pombos e até veneno no chão foram encontrados no estabelecimento -- que é reincidente

Justiça determina bloqueio do WhatsApp no Brasil

Decisão partiu de uma juíza do Rio de Janeiro e começa a valer já nesta terça-feira (19/7)