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Mais um bom fruto do jornalismo goiano, Marcello Dantas, é premiado por trabalho publicado no Jornal Opção

[caption id="attachment_71196" align="aligncenter" width="620"]dantas-trabalho-INTERNA Marcello Dantas e as duas fotos selecionadas entre as melhores do ano passado: uma delas estampou a capa do caderno Opção Cultural, na edição 2075 | Foto: Benedito Braga[/caption] Ele atuou no Jornal Opção como repórter da edição diária (online) durante mais de dois anos. Mas seu foco mesmo, literalmente falando é a máquina fotográfica. Filho de Jota Marcelo, editor-chefe do “Jornal Cidade”, de Uruaçu, Marcello Dantas seguiu em Goiânia os passos do pai. Mas foi na Índia, bem longe do Cerrado, que conseguiu realizar seu primeiro trabalho premiado, publicado em três edições do Jornal Opção: duas de suas fotos, da edição 2075, foram selecionadas para o livro “O Melhor do Fotojornalismo Brasileiro”, da coleção Biblioteca Fotografe, da revista “Fotografe Melhor”. Os dois cliques são da reportagem “Um mergulho no Centro-Norte da Índia” e mostram o outro lado, bem menos glamoroso, do portentoso Taj Mahal, construído na cidade de Agra e que é uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Desde janeiro, Dantas segue sua carreira como repórter fotográfico no jornal “O Popular” — que poderia ter citado, em sua nota sobre a merecida premiação, em que veículo as fotos haviam sido publicadas originariamente. Por sua sensibilidade aos temas sociais, mesclada à agudez e “timing” no uso do equipamento, Marcello Dantas tem potencial para se transformar em um dos grandes nomes do fotojornalismo nacional.

Morte de Eliakim Araújo desfaz 1º casal do telejornalismo nacional e comove redes sociais

Após a morte do marido, com quem viveu 32 anos, Leila Cordeiro compartilha o drama dos últimos dias com ele para seguidores no Facebook e seu texto viraliza

Waldir ou Vanderlan: quem conseguirá conquistar o favoritismo em Goiânia?

[caption id="attachment_71193" align="aligncenter" width="620"]Delegado Waldir e Vanderlan Cardoso lideram as pesquisas | Fotos: Renan Accioly/ Jornal Opção Delegado Waldir e Vanderlan Cardoso lideram as pesquisas | Fotos: Renan Accioly/ Jornal Opção[/caption] Waldir “o delegado” Soares (PR) está, sem dúvida, como o favorito em Goiânia. Está bem avaliado e conta com a fama de seus recém-conquistados 178.708 votos na capital; votos que o colocaram como o deputado federal mais bem votado da história goiana. Mais: Waldir é largamente conhecido na região Noroeste, uma das mais populosas da cidade e que tem um grande número de eleitores. Mais: sendo delegado da Polícia Civil, e fazendo questão de fazer do título seu nome eleitoral, Waldir toca em um dos maiores desejos do goianiense: segurança. Por esse conjunto de fatores, Waldir é apontado como favorito. Há quem diga que ele foi um dos motivos da desistência de Iris Rezende (PMDB), que liderava as pesquisas, mas parecia ter atingido um “teto eleitoral”. Muitos atribuem esse não crescimento de Iris a Waldir, visto que o deputado divide parte do eleitorado irista. Dessa forma, Iris, com pesquisas em mãos, teria visto que poderia perder e por isso desistiu; se perdesse, seria o fim de sua carreira. Mas perderia para quem? Essa é a pergunta. Waldir sozinho não conseguiria derrotar Iris, tanto que, após a saída do peemedebista, ele não foi o único a “herdar” o eleitorado irista. Vanderlan Car­doso (PSB) também “herdou” os votos de Iris. Seria Vanderlan o ponto de desequilíbrio da suposta pesquisa do peemedebista. Agora, com Iris fora, Waldir e Vanderlan disputam para saber quem será favorito da população. Waldir é largamente conhecido e,  embora um pouco na frente, parece ter batido no tal “teto eleitoral”. Seu potencial de crescimento parece ser pequeno., sobretudo no meio da classe média, que o observa com desconfiança. Por isso, o delegado escolheu Zacharias Calil (PMB) para ser seu vice. O médico desfruta de uma alta aprovação com as classes mais altas, pois é visto como um profissional de competência. Aliás, Calil tende a aliviar outra questão para Waldir: a bandeira única. A visão que muitos eleitores têm é que Waldir só entende de segurança, pois é só disso que fala. Calil, que é médico, pode colocar em questão a bandeira da saúde. Porém, sua presença apenas alivia o problema; não resolve. Do outro lado, Vanderlan, por incrível que pareça, ainda é desconhecido de parte da população e tem a seu favor uma gestão muito elogiada no currículo. Senador Canedo tem dois momentos: antes e depois de Vanderlan. Pelo menos é o que dizem os moradores. Isso é visto pela população de Goiânia, que anseia por um gestor de qualidade e que saiba suprir as necessidades da cidade em todos os aspectos. Por esse conjunto de fatores, Vanderlan parece ter mais condições de alcançar o favoritismo. Mas a campanha ainda não começou e pode ser que nenhum dos dois seja o escolhido. Depen­derá das alianças que fizerem e das estruturas que conquistarem. O PR tem dinheiro; o PSB tem estrutura. Um dos dois deve se unir ao PMDB; o outro à base do governo estadual. Veremos.

“Por que Erdogan insiste para que os EUA passem por cima de sua própria lei”

Bayram Ozturk [caption id="attachment_26972" align="alignnone" width="620"]Jornalista turco analisa estratégia de Erdogan para dobrar os EUA | Foto: Divulgação Jornalista turco analisa estratégia de Erdogan para dobrar os EUA | Foto: Divulgação[/caption] A grande barreira que o presidente turco Recep Tayyip Erdogan enfrenta são os princípios fundamentais da lei. Podemos resumir os comportamentos dele com a seguinte parábola: “A lei é semelhante a uma teia de aranha, os mosquitos menores ficam presos, os mosquitos maiores furam-na e passam”. Erdogan muitas vezes furou essa teia que representa a lei na Turquia. Foi implantado o território da paz e da jurisdição penal que obedecem somente a ele próprio. Ele usou sua maioria forte no Parlamento e estabeleceu leis contra a própria Constituição da República. E as aplicou. Muitas vezes ele declarou em público que não reconhece a constituição do Supremo Tribunal e que não respeitaria as decisões da Suprema Corte. Depois do golpe frustrado de 15 de julho, alguns ministros da Suprema Corte foram afastados e destituídos. Assim, ele mostrou a todos que poderia esmagar a Constituição da Turquia. Erdogan não reconhece as leis no seu próprio país e rejeita as leis de outros países também. Por exemplo: Fethullah Gülen [teólogo turco] reside nos Estados Unidos e o governo de Erdogan, para poder condenar Gülen, deseja que ele retorne à Turquia. Mas existe uma barreira, que se chama lei. Quando o pais exige comprovação oficial documentada para poder condená-lo, Erdogan se põe nervoso, com muita raiva e pergunta: “Por que vocês nos pedem documento? Não somos amigos?” O primeiro-ministro, Binali Yıldırım, confirmou a sentença do presidente Erdogan: “Se vocês desejam ser nossos amigos, quando forem requisitados por nós, devem agir sem considerar as leis. Se os Estados Unidos exigirem documentos que comprovem o envolvimento de Gülen na tentativa de golpe contra o governo turco, ficaremos decepcionados.” Assim temos uma consideração importante, enquanto o golpe está sendo arranjado. Suleyman Soylu, um dos ministros do governo, proclamou :“Os Estados Unidos forjaram o golpe.” Os EUA negam. O embaixador norte-americano, John Bass, disse: “O governo dos Estados Unidos não planejou, não apoiou ou administrou esse golpe, nem antes mesmo dele começar ou até o presente momento em que teve começo. O governo dos Estados Unidos não teve nenhum envolvimento. E mais; as autoridades americanas ressaltam as provas claras que este golpe frustrado é um artifício usado pelo governo turco para a troca de sistema parlamentarista para presidencialista.” De um lado temos o governo de Erdogan visando responsabilizar o governo norte-americano, que estaria por trás do golpe. Se os americanos extraditarem Gülen, fica comprovado que eles não têm quaisquer esponsais pela tentativa de golpe. Por outro lado, existe a avaliação norte-americana de que esse golpe fracassado foi planejado justamente para a mudança do regime de parlamentarista para o presidencialista. Foi exigido um documento jurídico para a extradição de Gülen. O governo de Erdogan afirmou que não há nenhum documento jurídico e insiste na extradição de Gülen e, para isso, se apoia na ajuda do governo norte-americano. Se este pedido não for aceito, o governo turco ameaça o fim da amizade com os americanos e sua saída da OTAN [Organização Militar do Atlântico Norte]. Isso significa se distanciar dos Estados Unidos e se aproximar de Rússia e Irã. O confronto continua pela “linha da amizade” por Erdogan. E ainda ganha uma nova perspectiva pelas explicações do ministro da Justiça, Bekir Bozdag, e do ministro das Relações Exteriores do governo norte-americano, John Kerry. Segundo o acordo entre a Turquia e os EUA sobre extradições criminais, os partidos podem pedir detenção quando existe fuga de criminosos. Para efetivação desse pedido, não há exigência documental em primeira instância. Agora, o governo turco vai fazer um pedido de detenção de Gülen nos Estados Unidos, conforme acordo entre os dois países. O governo turco exige a detenção de Gülen. Exatamente neste ponto reaparece a lei, que não tem significância para o governo de Erdogan. Nos Estados Unidos há leis que impedem esse tipo de detenção. Digamos que as barreiras da lei sejam ultrapassadas e Gülen fique detido. Então, o que vai acontecer? O governo de Erdogan deve apresentar as devidas provas dentro de 60 dias. Pessoalmente, Erdogan sabe muito bem que não existem provas para serem apresentadas. Então qual é o motivo da insistência, mesmo sabendo da impossibilidade do desfecho da detenção ? A resposta é muito fácil. Ele começaria a fazer um grande trabalho dizendo que os Estados Unidos entenderam a verdade e prenderam Gülen. Erdogan se apresentaria como o grande líder que obrigou os Estados Unidos a lhe obedecer. Ele anseia demasiadamente que isto realmente aconteça.

Bayram Ozturk é jornalista.
“O que falar de um cadeirante ter de disputar espaço com os carros?” Antoniel Benevides Os corredores feitos pela Prefeitura de Goiânia deixam muito a desejar quando se trata de calçada ao pedestre. Veja o grande exemplo do corredor da T-63, que, no sentido Praça da Nova Suíça – Parque Anhanguera ou vice-versa — onde dizem que já está pronto: não se tem a mínima condição de um cadeirante ou pessoa com mobilidade reduzida mover-se pelo local. Deveria ser o grande exemplo, pois se trata de uma região de grande fluxo. Então, creio que isso seja um grande absurdo aos olhos dos goianienses, e algo que faz com que as pessoas não acreditem na tal acessibilidade. O governo municipal deveria ter mais zelo pelas obras que são realizadas no município. O que falar de um cadeirante ou idoso ter de disputar com os carros o espaço de passagem no asfalto? Creiam, aqui em Goiânia isso acontece em vários lugares, inclusive onde a Prefeitura já considera como pronto o corredor de ônibus. Quanto a Senador Canedo, a reportagem é correta ao diz que o bicicletário é bastante usado, sendo que quem gerencia o terminal deve, com urgência, fazer um plano para mais espaço para as bicicletas, para que o local não passe de “lotado” para “bagunçado”. [“Sem um plano para estruturar sua mobilidade, Goiânia tende a entrar em colapso”, Jornal Opção 2141]
Antoniel Benevides é funcionário público.

CNMP aplica pena de demissão a procurador da República

O plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu, por maioria, aplicar a penalidade de demissão ao procurador da República Douglas Ivanowski Kirchner. Ele foi condenado por prática de incontinência pública e escandalosa que comprometa gravemente, por sua habitualidade, a dignidade do Ministério Público da União (MPU). A decisão foi tomada nesta terça-feira, 5 de abril, durante a 1ª sessão extraordinária de 2016. De acordo com a portaria inaugural do processo administrativo disciplinar (PAD), Douglas Kirchner e Eunice Batista Pitaluga, pastora da Igreja Evangélica Hadar, em Rondônia, ofenderam a integridade corporal e a saúde da esposa do procurador, além de terem privado a liberdade dela por meio de cárcere, que resultou em sofrimento moral à vítima. As agressões e o cárcere aconteceram entre fevereiro e julho de 2014. Segundo relatado, a pastora Eunice teria dado uma surra de cipó na esposa de Douglas Kirchner, que presenciou o ato e nada fez para evitar a agressão. Em outras ocasiões, o procurador teria desferido golpes com um cinto e esbofeteado sua mulher. Além disso, a vítima seria frequentemente privada de comida e itens básicos de higiene pessoal. Como as atitudes de Douglas Kirchner feriram a imagem do MPU, devido à grande repercussão do caso na imprensa, o relator do PAD, conselheiro Leonardo Carvalho, votou pela aplicação da pena de demissão, segundo o artigo 240 da Lei Complementar nº 75/93. A incontinência pública e escandalosa, segundo o Superior Tribunal de Justiça (STJ), é definida pela doutrina e jurisprudência como o comportamento que não se ajusta aos limites da decência, ou seja, que mereça censura de seus semelhantes, e que esteja revestida de publicidade ou repercussão pública. Segundo análise integralmente acolhida pelo relator do PAD e realizada pela comissão processante instituída pelo CNMP para investigar a matéria, “a incontinência pública e escandalosa se configurou no caso presente porque os fatos se desenvolveram no ambiente de uma igreja com acesso livre ao público, e não em ambiente privado”. No fim de seu voto, o conselheiro Leonardo Carvalho destaca que, como Douglas Kirchner ainda não completou o período de dois anos desde seu efetivo exercício no MPF e, portanto, segue em estágio probatório, a pena de demissão pode ser aplicada sem a necessidade de ajuizamento de ação de perda de cargo, nos termos da interpretação do artigo 208 da Lei Complementar nº 75/93.

Para ganhar de Maguito, PSDB aposta em educação e segurança

É inegável que Maguito Vilela (PMDB) faz uma boa gestão em Aparecida de Goiânia. Até a oposição reconhece e, por isso, vai com força total para tentar vencer o candidato do prefeito nesta eleição. A base do governador está praticamente unida em torno de Alcides Ribeiro (PSDB) e Silvio Bene­dito (PP). Os dois deverão ser confirmados como os candidatos da oposição à Prefeitura no próximo dia 30, quando acontece a convenção dos partidos. Até agora, além do PP, estão confirmados na coligação tucana: PSL, PMN, PMB, PV, PTN, PEN, Rede, PTdoB e Pros. As únicas legendas que não estão no apoio são PSB e PTB, que têm candidatos próprios — Marlúcio Pereira e William Ludovico, respectivamente — e PSD, que parece querer apoiar Gustavo Men­danha (PMDB). Os dois escolhidos representam duas das bandeiras que deverão ter mais peso nestas eleições: educação e segurança. Alcides é professor e dono da Faculdade Alfredo Nasser (Unifan) e Silvio, que é coronel da Polícia Militar, foi comandante-geral da PM por três anos. Se trabalhados da maneira certa, os dois temas deverão garantir a atenção do eleitorado para as propostas da chapa, sobretudo segurança, que é o principal ponto de fragilidade não apenas do Estado, mas do País atualmente. A dupla ainda conta com o apoio do governo. A decisão da chapa aconteceu em reunião com o vice-governador José Eliton (PSDB), que é também secretário de Segurança Pública. Isso poderá suporte às propostas apresentadas nessa área. Além disso, há vários empresários na coligação — o próprio Alcides é empresário —, o que chama atenção para outro ponto importante em Apare­cida, que tem um polo industrial forte e uma classe empresarial atuante. O conjunto dos fatores poderá complicar a vida de Gustavo Mendanha, que ainda não decidiu sua vice — tudo indica que será o vereador Nascimento Macedo (DEM). A campanha está aberta, é claro, e as duas chapas deverão polarizar a eleição deste ano, com chances reais de vencer o pleito.

PR desiste de Lissauer e quer indicar o vice de Heuler Cruvinel

[caption id="attachment_44617" align="aligncenter" width="620"]Heuler Cruvinel durante entrevista ao Jornal Opção | Foto: Renan Accioly Heuler Cruvinel durante entrevista ao Jornal Opção | Foto: Renan Accioly[/caption] Heuler Cruvinel está do­minando o cenário eleitoral em Rio Verde. O PR da deputada federal Magda Mofatto é mais um partido a declarar apoio ao pré-candidato do PSD. O interessante é que, nos bastidores, o partido já era dado como certo na vice de Lis­sauer Vieira (PSB), adversário de Heuler na cidade. Magda nega que tinha acertado a vice, mas reconhece que manteve conversas com o PSB. “O PR ficou muito forte com a nossa reestruturação e, por isso, tornou-se um partido muito cobiçado, tanto pela estrutura quanto pelo tempo de rádio e TV [o partido tem mais de 1 minuto]. É verdade que Lissauer tem nos procurado incessantemente. Nós ainda não definimos, mas a tendência é de que nós caminhemos com Heuler Cruvinel”, afirma a presidente do PR em Goiás. Sobre a vice, Magda diz que o partido vai conversar e que é possível a indicação. Na cidade, o PR tem Iran Cabral, que é presidente da Câmara Municipal de Rio Verde. Porém, o PR vai disputar com 12 legendas, pois Heuler aglomera agora 13 partidos, contando com o seu, na coligação. São eles: PSD, PTN, PMB, PRB, PP, PTB, PMN, PSDB, PHS, PTdoB, PEN e Pros. Conversas estão sendo mantidas ainda com PTC e SD.

Itaú–Unibanco pagará R$ 10 milhões para encerrar ação movida pelo MPT

Foi fechado, na semana passada, o acordo entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Itaú-Unibanco. Pelo que foi acertado, o banco terá de pagar indenização por danos morais coletivos, relativos à prática de infrações recorrentes relacionadas aos controles de jornada de seus funcionários. Segundo a tese do MPT, o banco submetia os empregados a mais de duas horas extras por dia sem justificativa e deixava de conceder o período integral dos intervalos para descanso (mínimo de uma hora para jornadas de mais de seis horas diárias). Além da verba indenizatória, também ficou acordado que a empresa deverá mudar suas regras internas para se adequar à legislação. O MPT ainda acusava a instituição de utilizar de mecanismo de controle de ponto em desacordo com a lei.

Estado é responsabilizado por morte de detento por overdose

O Estado de São Paulo foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais aos pais de um detento que morreu por overdose de cocaína no centro de detenção provisória de Santo André. O relator do recurso do Estado, desembargador Vicente de Abreu Amadei, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), entendeu estar configurada a responsabilidade civil do Estado, “pela deficiência em seu dever de proibir o ingresso de substância entorpecente no estabelecimento prisional e, daí, de zelar pela incolumidade física dos detentos sob sua custódia”. Para ele, houve falha na prestação do serviço público, tendo em vista que o exame necroscópico “atesta que a causa da morte foi por intoxicação de cocaína”.

PPS firma posição e não abre mão da vice de Vanderlan

O deputado federal e presidente regional do PPS, Marcos Abrão, tem andado muito nas últimas semanas. Tendo ao seu lado o deputado estadual Vir­mondes Cruvinel, Marcos tem viajado a fim de fortalecer as candidaturas do partido pelo Estado. Porém, o deputado não deixa de estar de olho em Goiânia. Na capital, o PPS é o único partido — até o momento — a declarar apoio à pré-candidatura de Vanderlan Cardoso (PSB). E, por isso, Marcos acredita que o PPS deve indicar a vice do pessebista, independente das alianças a serem realizadas no futuro próximo. “O PPS não vai abrir mão da vice de Vanderlan, porque fomos o primeiro partido a declarar apoio e achamos que temos o melhor nome para a posição”, explica o deputado. O nome a ser indicado pelo PPS é justamente o de Virmondes Cruvinel. Sem dúvidas, seria uma chapa tecnicamente preparada. Resta saber se as conversas que Vanderlan está tendo com as outras siglas vão ao encontro desta posição.

Pros terá mais de 3 mil candidatos

Eurípedes Junior é um dos poucos goianos a deter a presidência nacional de um partido; é presidente do Pros. Eurípedes diz que a legenda terá 3.500 candidatos nas eleições deste ano. O número é nacional e engloba candidatos a prefeito, vice e vereador. Só em Goiás serão 216 candidatos a vereador e 80 candidatos a prefeito e vice, tendo representantes eleitorais em cidades importantes do Entorno — região de Eurípedes — como Planaltina (Dr. Davi), Cidade Ocidental (Paulo Rogério) e Santo Antônio do Descoberto (Aleandro da Renascer). Em Goiânia, o Pros não terá candidato majoritário, mas apoiará a deputada estadual Adriana Accorsi, que é pré-candidata à Prefeitura pelo PT.

Disputa deve ganhar qualidade

A saída de Iris Rezende do processo sucessório quebrou a referência político-eleitoral e igualou as candidaturas

Por onde anda Ozair José? É o que perguntam os políticos em Aparecida

Ozair José 23 Muitos podem não se lembrar, mas Ozair José ainda é vice-prefeito de Aparecida de Goiânia. O tucano, que foi muito cogitado para ser o escolhido pelo PSDB para a disputa majoritária na cidade, sumiu. Na semana passada, professor Alcides foi confirmado como o nome tucano na eleição, acompanhado do coronel Silvio (PP), que será seu vice. Ozair José não tem atendido ligações, nem dos amigos, e não se sabe por onde estará o competente, mas esquecido político. E agora (Ozair) José?

Maione Padeiro diz que PSD tem sido incoerente em suas ações

Em Aparecida, o governador Marconi quase conseguiu realizar o que vem pedindo para que os partidos façam em Goiânia: unir a base. O único partido da base a não ter candidato e não estar presente na coligação até o momento é o PSD, que acena para um apoio à pré-candidatura de Gustavo Mendanha (PMDB). Na semana passada, o presidente municipal do PSD, Max Menezes, declarou apoio a Gustavo, deixando muita gente desconfortável. O ex-tucano Maione Padeiro, por exemplo, afirma diz que esse apoio é uma incoerência política, visto que o PSD, além de ser um partido da base do governador, tem nomes que sempre foram oposição à gestão de Maguito Vilela, caso do ex-prefeito Ademir Menezes. “Ademir disputou a eleição de 2012, pelo PSD, e perdeu para Maguito. Desde então, sempre fez papel de oposição. E agora vai apoiar a quem sempre criticou? É incoerente”, diz Maione. Além disso, aponta Maione, “o vice de Gustavo será do DEM, o mesmo partido que derrotou Vilmar Rocha na eleição ao Senado. Dá para conviver?”, pergunta.

Em pele de candidato, Bruno Peixoto começa a conversar com eleitores

Há dois nomes na disputa interna do PMDB para ser candidato à Prefeitura de Goiânia: o deputado estadual Bruno Peixoto e o vice-prefeito Agenor Mariano. Eram três. Na semana passada, o também deputado José Nelto se retirou da disputa e resolveu declarar apoio a Bruno, que parece contar também com o suporte de Iris Rezende, principal cabo eleitoral peemedebista. Nos corredores do escritório eleitoral de Iris, na Avenida T-9, circula que Iris estaria gravando vídeos de apoio ao deputado. Consta, inclusive, que Bruno já está em plena campanha. O deputado foi visto em Campinas, bairro onde fica base eleitoral, se apresentando à população. Tudo indica que será o escolhido pelo partido para disputar em Goiânia. Isso se o PMDB for, de fato, ter candidato próprio. A legenda está esperando para ver as ações dos demais partidos e deve se decidir apenas no dia 5 de agosto, o último permitido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a realização da convenção partidária. No momento, o PMDB estaria com 100% de disposição de ter um candidato próprio, mas as coisas mudam e é exatamente por isso que a sigla está esperando.