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Marcado para esta sexta, leilão da distribuidora foi cancelado por falta de interessados
Presidente afastada assumiu erros do seu mandato, reforçou sua inocência e propôs realização de um plebiscito para eleger novo chefe da nação
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Medalha de prata, saltador da França e equipe desaprovaram vaias do público. Para complicar situação, treinador disse que recorde estaria relacionado a forças místicas
Programa de distribuição de renda passa a operar interligado com o CadÚnico e por meio de cartões magnéticos
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Governador de Goiás analisou o cenário para a campanha eleitoral municipal que tem início nesta terça-feira (16/8)
Ex-pré-candidato a prefeito de Goiânia participará da sucessão na capital e promete continuar criticando com dureza os populistas
O Brasil ganhou todas as copas do mundo de futebol no reinado de João Havelange, ex-presidente da Fifa, e de seu genro, Ricardo Teixeira. Os dois são acusados de corrupção e ficaram ricos com o futebol
O ex-presidente da Fifa João Havelange, que morreu na terça-feira, 16, aos 100 anos (parecia imortal), no Rio de Janeiro, era deus e diabo para o Futebol. O ex-dirigente esportivo tinha problemas pulmonares. Ele fortaleceu o futebol mundial, e muito o brasileiro, mas é acusado de, no processo, ter se locupletado, no início sozinho, depois auxiliado pelo ex-genro Ricardo Teixeira. A dupla, com mais alguns aliados, é acusada de ter havelangenizado — uma espécie de privatização – a Fifa.
Pode-se dizer que o futebol deve muito a João Havelange, assim como João Havelante deve muito ao futebol. Ele projetou o futebol e o futebol o projetou internacionalmente. Era uma espécie de rei do futebol. Ficou 24 anos no comando da Fifa, mas, mesmo tendo deixado sua direção, continuou influente na federação (supostamente, ainda recebia propinas, percentagens). Ao longo do tempo, tornou-se um homem muito rico.
João Havelange dirigiu a Confederação Brasileira de Desportos, antecessora da CBF, de 1958 a 1974, durante o período em que a Seleção Brasileira foi tricampeã mundial (na Suécia, em 1958, no Chile, em 1962, e no México, em 1970). Em 1974, assumiu a presidência da Fica, que só deixou em 1998. Depois, com o genro Ricardo Teixeira no comando da CBF, a Seleção Brasileira ganhou mais dois títulos mundiais.
A rede BBC denunciou que um tribunal da Suíça concluiu que João Havelange recebeu 6 milhões de libras esterlinas num esquema com a ISL, empresa que vendia os direitos de transmissão dos jogos da Fifa. Há outras denúncias, envolvendo tanto o ex-presidente da federação quanto Ricardo Teixeira, que dirigiu, durante anos, a Confederação Brasileira de futebol (CBF).
Estão permitidos carreatas, distribuição de panfletos e utilização de carros de som. A partir desta terça (16) os candidatos também podem realizar comícios
O brasileiro saltou 6,03 e bateu o recorde olímpico
Os narradores e comentaristas esportivos costumam chamar Neymar, Messi, Marta (uma Neymar com o ego sob relativo controle) e Usain Bolt de gênios. Talvez sejam mesmo. Porque, se aceitarmos a tese deles, há uma genialidade física, e não apenas intelectual. No lugar da palavra “gênio”, quiçá forte demais, é provável que seja mais apropriada “craque” (aliança entre talento, técnica e força física). Porém, entrando na onda, o que dizer de Thiago Braz, que ganhou a medalha de ouro no salto com vara no Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro? Mais um gênio esportivo, decerto.
Na segunda-feira, 15, Thiago Braz ganhou a medalha e derrotou o francês Renaud Lavillenie. Ao saltar 6,03, como se fosse um homem voador, bateu o recorde olímpico. O atleta da terra de Flaubert e Proust chegou a dizer que o brasileiro amarelava—e isto não tem a ver com uma das cores de devoção dos brasileiros—, mas quem acabou amarelando, quer dizer, perdendo, foi o francês.
Ela tinha 71 anos e estava internada há quase um mês, num hospital do Rio de Janeiro
Candidato a vice afirmou que governador tem demonstrado apoio à candidatura pessebista e apontou articulações do governo com Vanderlan

