Notícias

Encontramos 149808 resultados
Lúcia Vânia mantém apoio do PSB a João Gomes e Jovair não se manifesta pró-Vanderlan

lucia-vania-jovair-fotos-camara-federal

A presidente do PSB em Goiás, a senadora Lúcia Vânia, segundo o vereador Jakson Charles, mantém o apoio do PSB à candidatura de João Gomes, do PT, a prefeito de Anápolis.

Como não há reciprocidade, o deputado federal Jovair Arantes e o deputado estadual Henrique Arantes não se manifestam pró-Vanderlan Cardoso em Goiânia.

Ocorre que, em Anápolis, Roberto do Orion supera João Gomes, em mais de 8%, e possivelmente não precisa mais do apoio do PSB.

Baixaria da campanha de Iris Rezende não tem atrapalhando ascensão de Vanderlan Cardoso

[caption id="attachment_77633" align="alignright" width="300"]Iris durante propaganda na TV Iris durante propaganda na TV[/caption]

Com seu jeito tranquilo e civilizado, Vanderlan Cardoso pediu à sua equipe de marketing que não adote o estilo bateu-levou. O candidato a prefeito pelo PSB avalia que o eleitor merece respeito e, por isso, vai continuar com uma campanha propositiva.

O eleitor está cansado de baixarias. O jogo bruto de Iris Rezende, criado pelos iris-boys e pelos iris-olds, não tem sido aprovado pelos eleitores. Eles percebem os ataques do irismo como prova de desespero, sobretudo depois que o instituto Veritá mostrou Vanderlan Cardoso à frente do peemedebista numa pesquisa de intenção de voto.

Ação de Vanderlan Cardoso nas redes sociais é mais eficiente do que a de Iris Rezende

Seis pesquisadores e marqueteiros dizem que a campanha de Vanderlan Cardoso nas redes sociais, considerada de alta qualidade e precisão cirúrgica, supera, de longe, a de Iris Rezende. Ao menos no segundo turno.

Redes sociais não funcionam quando o candidato não entende o que está acontecendo. Consta que Iris Rezende nunca acessou a internet em toda a sua vida e que não sabe usar e-mail nem buscar informações na rede. O peemedebista talvez seja o político mais analógico da história de Goiás.

Os jovens que articulam as ações de Iris Rezende nas redes sociais têm imensa dificuldade de “traduzir” sua linguagem démodé para uma linguagem mais contemporânea.

Militâncias são decisivas no 2º turno

Em quadros equilibrados, a maior ou menor participação dos adeptos nas campanhas decide entre a vitória e a derrota

Pesquisa que Iris Rezende mais consulta é a do Instituto Veritá

O irismo está preocupado, pois o instituto Veritá, o único que acertou o resultado do primeiro turno na disputa pela Prefeitura de Goiânia, apontou, pioneiramente, a virada de Vanderlan Cardoso no segundo turno.

O Veritá, por sinal, é também o primeiro que mostrou, no segundo turno, que a diferença pró-Iris Rezende havia diminuído. Em seguida, Serpes e Grupom, institutos também qualificados, reafirmaram os números.

Consta que até Iris Rezende, quando lhe falam de pesquisas, pergunta de chofre: cadê a Veritá? Depois, inquire sobre a pesquisa do Serpes.

Cunhado de Sandro Mabel é o diretor financeiro da campanha de Vanderlan Cardoso

Darling político do presidente Michel Temer, o ex-deputado Sandro Mabel ocupa um sala no Palácio do Planalto. Bem pertinho do homem da caneta de ouro.

Sandro Mabel informa Michel Temer a respeito de tudo o que ocorre na política de Goiás, inclusive sobre a virada eleitoral que está ocorrendo em Goiânia.

Amigo do empresário e político Vanderlan Cardoso, Sandro Mabel não tem o mínimo interesse pela campanha de Iris Rezende a prefeito de Goiânia. Pressionado, pode até falar alguma coisinha, mas nada que reduza sua simpatia pelo postulante do PSB.

Alfredo Sourbihe, cunhado de Sandro Mabel e ex-diretor do Dnit, é o coordenador financeiro da campanha de Vanderlan Cardoso. Para bom entendedor, diria um iris-boy não contaminado pela raiva de Iris Rezende, um pingo é letra.

Por sinal, Sandro Mabel e Alfredo Sourbihe são carne, unha e, como dizem os colunistas sociais, cutícula.

Em Brasília, do Planalto aos ministérios, só se comenta sobre o fenômeno Vanderlan Cardoso

Em Brasília, tanto no Palácio do Planalto quanto na Esplanada dos ministérios, o que se comenta é que o candidato do PMDB a prefeito de Goiânia, Iris Rezende, “rodou”. É generalizado: todos falam da idade de Iris Rezende, 83 anos em 22 de dezembro, e sobre a ascensão de Vanderlan Cardoso. Jornalistas dos principais jornais e revistas ligaram na redação do Jornal Opção pedindo informações detalhadas sobre a biografia do que começam a chamar de “o fenômeno Vanderlan”.

Fala-se também em Brasília do massacre em Anápolis. Nesta cidade, Roberto do Orion (PTB), um empresário competente — dono das colégios Medicina e Orion —, lidera com folga, depois de ter ido para o segundo turno em segundo lugar. O eleitor anapolino quer renovar e quer, na prefeitura, um político que seja mais gestor.

Desmoralizado, PT pode se ver obrigado a apoiar Ciro em 2018

Confirmada nas urnas a derrocada eleitoral do partido, dirigentes petistas admitem apoiar candidato de outra sigla

Vanderlan Cardoso diz que Marconi Perillo foi decisivo para sua ascensão em Goiânia

Uma turminha do PSB descabela-se e até libera gritinhos histéricos. Mas o fato é que o governador Marconi Perillo faz pela campanha de Vanderlan Cardoso muito mais do que imagina a vã filosofia de alguns ditos socialistas.

Sem vaidade, alarido e publicidade, o tucano-chefe costurou alianças, no segundo turno, que ajudaram Vanderlan Cardoso a aparecer em primeiro lugar na pesquisa do instituto Veritá, tida como a mais precisa por oito entre dez políticos.

Vanderlan Cardoso diz para seus aliados que é muito agradecido ao governador Marconi Perillo, que lhe deu o que nunca conseguiu nas campanhas majoritárias que disputou: uma estrutura político-partidária. “Tudo que ficou na conta do governador para resolver foi resolvido com agilidade e eficiência”, diz um líder do PSB.

Livro revela como políticos, empresários e diretores transformaram a Petrobrás numa Corruptobrás

A maior empresa brasileira, depois de extrair petróleo, se tornou um grande centro de negociatas. Diretores, políticos e empresários, com a participação decisiva do PT, solaparam as finanças da Petrobrás

“Quero governar Uruaçu sem deixar de ser um cidadão comum”

Tucano conseguiu vitória em sua segunda tentativa de chegar ao comando municipal e pretende firmar parcerias com deputados e governos para superar momento de crise financeira

Recuperação do Diário do Manhã é positiva para o mercado. Saída pode ser migração total pra internet

[caption id="attachment_77768" align="alignright" width="620"]batistao Jornalista Batista Custódio[/caption] Leio, nas redes sociais, jornalistas criticando duramente o jornal “Diário da Manhã” e seus proprietários. Entendo suas “dores”, pois reclamam — com razão — que não receberam direitos trabalhistas. Mas não torço, em hipótese alguma, para que o jornal feche as portas. Pelo contrário, torço para que se recupere. O “Diário da Manhã”, dirigido pelo jornalista (mais do que empresário) Batista Custódio — já foi editado por Washington Novaes, por João Bosco Bittencourt e por mim —, tem uma bela história, que não pode ser esquecida sob os escombros dos problemas do presente. No futuro, quando se fizer o balanço dos prós e contra — o problema trabalhista é grave, admito —, a história do “Diário da Manhã” será positiva, talvez até altamente positiva. Fazer jornal é uma atividade heroica, especialmente num Estado em que a iniciativa privada avalia que não precisa anunciar. Daí a dependência do poder público. A versão impressa de um jornal diário é caríssima e, por isso, alguns jornais estão migrando para a internet, no exterior e no Brasil. Há duas saídas para o “Diário da Manhã”. A migração total para a internet, que extinguiria o custo com impressão e distribuição, ou a publicação de edições impressas mais compactas. Para um jornal que está em crise, tendo recorrido à recuperação judicial, na 3ª Vara Cível, a versão impressa do “DM”, é muito grande.

Livro relata a história de uma luta vitoriosa contra o câncer de mama

Minha irmã se matou. A pedagoga Maria Eunice Rodrigues de Assis tratou-se e conta sua história num livro

Livro conta a história do presidente americano que ajudou a liquidar o comunismo na União Soviética

reagan“Ronald Reagan” (Record, 377 páginas, tradução de Lucas Jim), de Bill O’Reilly e Martin Dugard, revela o político que por vezes é visto como um Donald Trump menos indiscreto. É uma visão enganosa. O presidente americano não tinha a cultura de Winston Churchill, mas era (quase) tão astuto quando Franklin D. Roosevelt. Ao lado de alguns aliados, como Helmut Khol, Margaret Thatcher, João Paulo 2º e, sim, Mikhail Gorbachev, comandou uma operação que tornou o comunismo uma terra devastada. Ronald Reagan não era um teórico, mas, além de cercado por um corpo de auxiliares de primeira linha, era dotado de uma intuição poderosa. Pode-se dizer que era tão esperto e hábil na articulação quanto Roosevelt e Churchill.

Livro relata a história da geração perdida e outras histórias no Ritz de Paris

90890“O Hotel na Place Vendôme — Vida, Morte e Traição no Ritz de Paris” (Intrínseca, 288 páginas, tradução de André Gordirro), de Tilar J. Mazzeo, relata a história de um local que, inaugurado em 1898, faz parte da mitologia francesa. Os autores da Geração Perdida, como Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway, se encontravam no bar do hotel. Quando ocuparam Paris, e parte dos franceses se tornaram colaboradores — suspeita-se até da “boa vontade” de Jean-Paul Sartre (o britânico Paul Johnson não o perdoa) —, os nazistas fizeram uma concessão e não fecharam o Ritz. Por certo, queriam aproveitar do glamour de seus espaços. O livro entra para minha leitura (Iúri Rincón diz que não leu, mas já o considera maravilhoso; o crítico literário Marcelo Franco leu até os livros que não foram escritos sobre o Ritz), cada vez mais penelopiana. Portanto, menciona trecho do release da Editora Intrínseca: “Em ‘O Hotel na Place Vendôme’, Tilar Mazzeo investiga a história desse marco cultural desde a sua inauguração na Paris de fin de siècle até a era moderna. E, acima de tudo, faz uma crônica extraordinária da vida no Ritz durante a Segunda Guerra Mundial, quando o hotel serviu, ao mesmo tempo, de quartel-general dos mais graduados oficiais alemães e de lar dos milionários que permaneceram na cidade, entre eles Coco Chanel. Mazzeo nos conduz pelos salões de jantar, suítes, bares e adegas do imponente edifício, revelando um território propício para negócios ilícitos e intrigas mortais, além de extraordinários atos de rebeldia e traição”. A editora acrescenta: “Rico em detalhes e repleto de histórias fascinantes, O hotel na Place Vendôme é uma narrativa impressionante sobre glamour, opulência e extravagância, e também sobre conexões perigosas, espionagem e resistência. Uma viagem inesquecível a um período único e intrigante da história, quando a França — e toda a Europa — sofreu transformações que definiriam o mundo como o conhecemos hoje”. O release, lógico, é uma publicidade. Mas o assunto é mesmo instigante. Pode ser lido tendo ao lado o livro “Eram Todos Tão Jovens: Gerald e Sara Murphy — Uma História de Amor da Geração Perdida” (Best Seller), de Amanda Vaill.