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Na disputa pela Procuradoria Geral do MP-Goiás, Benedito Torres, da oposição, disputa contra Rodney Silva, da situação
Com seus horrores, as prisões brasileiras levam seu mau cheiro às ruas: celas viram QGs de onde se ordena todo tipo de crime
Ao forçar a mão para eleger o presidente da Câmara de Vereadores, peemedebista joga crise para dentro do Legislativo; pra piorar, forma equipe composta por perdedores
O prefeito de Goiânia, ao menos no momento, está pouco preocupado com os projetos políticos de Ronaldo Caiado e Maguito Vilela
O presidente do PP pode abrir espaço para Lúcia Vânia ou para Vilmar Rocha
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Wilder Morais, Vilmar Rocha e Lúcia Vânia | Fotos: reprodução e Jornal Opção[/caption]
Para possibilitar a recomposição da base aliada, o senador Wilder Morais, presidente do PP, poderá mudar seu projeto. O empresário opera para garantir sua reeleição. Entretanto, ante a possibilidade de divisão da base governista, pode abrir espaço para a senadora Lúcia Vânia, do PSB, ou para o ex-deputado Vilmar Rocha, do PSD. Um deles seria o candidato a senador ao lado governador Marconi Perillo.
Fora da disputa da disputa pelo Senado, Wilder Morais ocuparia uma vaga na chapa majoritária, como vice de José Eliton, que deve ser o candidato a governador de Goiás em 2018. O quadro está definido? Não. Mas abre-se uma nova possibilidade.
Os três nomes mais citados são André Rocha, Carlos Luciano e César Helou
O vereador do PMDB garante que o marqueteiro quer mandar na Comunicação, mas o secretário decidiu que manda na secretaria
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Thiago Peixoto durante comissão da Câmara | Foto: Lucio Bernardo Junior / Câmara dos Deputados[/caption]
O deputado federal Thiago Peixoto, do PSD, desmentiu, em conversa com o Jornal Opção, que tenha qualquer pretensão de retornar ao governo de Goiás. “Nenhuma” — assim definiu a possibilidade de retornar à gestão de seu aliado e amigo Marconi Perillo, o tucano que governa o Estado.
Depois de ter passado por secretarias, em duas gestões do governador Marconi Perillo, Thiago Peixoto frisa que pretende permanecer na Câmara dos Deputados, com o objetivo de ganhar mais experiência na política nacional.
Um aliado do parlamentar, líder do PSD, afirma que, ficando fora do governo, Thiago Peixoto terá mais liberdade de ação, inclusive para conversar em várias frentes políticas. Se voltar ao governo, do ponto de vista político, ficará engessado.
O governador de São Paulo pode ter um vice do PMDB e tende a contar com o apoio do PSB de Márcio França
Eles sugerem que a missão de um vereador é fiscalizar o Executivo
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Paulo Magalhães, na Câmara | Foto: Alexandre Parrode/ Jornal Opção[/caption]
“Barrado” por Iris Araújo, quando tentava falar com o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, o vereador Paulo Magalhães, uma força da natureza, nem tomou conhecimento. Discutiu em alto e bom e “atropelou” a ex-deputada e falou com o alcaide durante alguns minutos. Magalhães não aceita fazer parte de “pacote” para apoiá-la em 2018.
Depois de dois anos, 2015 e 2016, sem qualquer esperança a curto prazo, 2017 tem alguma chance de ser melhor?
Lançado por Marconi Perillo como o nome para ser seu sucessor em 2018, vice-governador diz que não teme adversários nem críticas e que vai defender o projeto da base com convicção
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Wesley Batista, diretor afastado do Dale, em depoimento à CCJ | Foto: Divulgação[/caption]
Com a indicação de Wesley Batista da Silva (para a chefia de gabinete do Imas, que, com a indicação de Sebastião Peixoto, estaria se tornando um ímã para atrair denunciados), que havia sido denunciado ao Ministério Público Federal pelo vereador Elias Vaz e pelo ex-vereador Djalma Araújo, por suposto desvio de merenda das escolas públicas, o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, está constituindo a República dos Processados.
O ex-prefeito Paulo Garcia, que foi visto pelas ruas de Goiânia de bermuda e camiseta, provavelmente está rindo de orelha a orelha.
Com tantos denunciados, e até processados na prefeitura, é que se percebe o quanto Iris Rezende está isolado e não conseguiu renovar o seu grupo político e administrativo.
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Foto: divulgação[/caption]
Os 12 sindicatos ligados à Prefeitura de Goiânia estudam a divulgação de uma nota repudiando a indicação de Sebastião Peixoto para a direção do Imas.
Os líderes sindicais afirmam que, quando passou pelo Imas, Sebastião Peixoto foi responsável por vários problemas — sobretudo dívidas.
Sebastião Peixoto é pai do deputado Bruno Peixoto e do vereador Wellington Peixoto. Mais blindado, portanto, impossível.


