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Tom Jobim, gênio da música não apenas brasileira, mas internacional, faria 90 anos neste 25 de janeiro | Foto: Otto Stupakoff[/caption]
Nesta quarta-feira, 25 de janeiro de 2017, o músico Antônio Carlos (“Tom”) Jobim completaria 90 anos de idade. Para celebrar a data, segue abaixo cinco vídeos do grande músico em momentos de descontração, junto a amigos e parceiros de composição, como Chico Buarque e Vinícius de Moraes.
“Eu quase que me cortei”
Diz Tom, ao lado de Vinícius de Moraes, ambos já “pra lá de Bagdá”, que quase se cortou na ocasião em que sua esposa quebrou duas garrafas de whisky, na pia, diante dele. Detalhe: repare nos dois amigos cantando (ou melhor, tentando cantar) a música “Pela luz dos olhos teus”...
https://www.youtube.com/watch?v=A6MfF4v9ZD0&w=640&h=360
“Chama o Tomzinho pra ajudar…”
Durante a festa de entrega dos prêmios do Festival Internacional da Canção, de 1968, vencido pela dupla Tom Jobim e Chico Buarque, com a música “Sabiá”, Chico, entrevistado por Nelson Mota, diz que está um tanto atordoado e diz: “Chama o Tomzinho para ajudar”. Tom, além de parceiro de composição, era também parceiro de copos de Chico, como podemos perceber no vídeo.
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=4hyKYhn59b4&w=640&h=360]
“É pau, é pedra…”
Aqui, Tom e Elis Regina, gravando “Águas de Março”, em meados da década de 1970, em clima de total descontração.
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=E1tOV7y94DY&w=640&h=360]
“Aqui está um marco da música brasileira...”
Tom Jobim foi recebido na Escolinha do Professor Raimundo, em 20 de novembro de 1993, e fez piada com o fato de fumar charuto (“Esse charuto é de alface, para não poluir”) e com os títulos de suas músicas — que acabam se tornando respostas para questões sobre política, formuladas pelo personagem de Chico Anysio.
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=SclxJjRQ-xA&w=640&h=360]
“Que é para o rock não entrar...”
Mais uma vez com Chico Buarque, Tom, além de tecer elogios ao parceiro, fala também de detalhes de sua vida familiar e acaba revelando que “não é contra o Rock’n Roll”, mas “já mandou fazer um estúdio”, para o “rock não entrar”...
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=JNafHwjJfBU&w=640&h=360]
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Entre longas e curtas metragens, as produções brasileiras disputam os Ursos de Ouro e de Prata em um dos festivais mais importantes do mundo
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"Joaquim" concorre ao Urso de Ouro na competição internacional de longas-metragens, a principal mostra do Festival | Foto: Reprodução[/caption]
Rui Martins
Especial para o Jornal Opção
Dos dias 9 a 19 de fevereiro acontece o 67º Festival Internacional de Cinema de Berlim, do qual participarão doze filmes brasileiros, um recorde de participação nas diversas mostras da “Berlinale”.
Na competição internacional de longas-metragens, que distribui Ursos de Ouro e de Prata, estará “Joaquim”, de Marcelo Gomes, revivendo a figura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, num misto de ficção e história do líder da Inconfidência Mineira — a primeira manifestação da consciência brasileira por sua independência.
Para a competição internacional de curtas-metragens, cujo prêmio é o Urso de Ouro, foi selecionado “Estás Vendo Coisas”, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca. O curta, que participou da 32 ª Bienal de São Paulo, tem como foco o mau gosto das músicas bregas que dominam hoje o cenário musical brasileiro, filmado numa discoteca pernambucana.
Já na mostra Panorama, dois filmes longas-metragens foram selecionados: “Vazante”, dirigido por Daniela Thomas, e “Pendular”, dirigido por Júlia Murat. “Vazante” revive a época do trabalho escravo dos negros na extração de pedras preciosas em Minas Gerais, fonte da riqueza do Brasil colonial.
Na apresentação de “Vazante”, o Festival assinala a falta de memória brasileira, pois até hoje o Brasil não procurou se resgatar das atrocidades dessa época. “Pendular”, por sua vez, mostra as relações entre uma dançarina e um escultor e o significado de suas diferenças artísticas. Um tratamento filosófico de gênero, original, de jovens boêmios à beira da meia-idade. Além desses, a mostra Panorama ainda incluiu outros dois filmes brasileiros: “Como Nossos Pais" (Just Like Our Parents), de Laís Bodanzky, e "Vênus - Filó a fadinha lésbica”, de Sávio Leite.
Na mostra Fórum, está o filme "Rifle", do cineasta Davi Pretto, uma espécie de western gaúcho, mostrando uma luta pela propriedade da terra, de um grande fazendeiro contra um pequeno agricultor.
Na mostra Fórum Documentos, está o filme de João Moreira Salles, “No Intenso Agora”, um documentário que reúne cenas da revolta estudantil de maio 68 na França, da invasão da Tchecoslováquia e cenas na China e no Brasil dessa mesma época.
Na mostra Geração, dedicada ao cinema jovem, estão três longas-metragens: 1)“As Duas Irenes”, do cineasta Fábio Meira, contando a história de duas meio-irmãs com o mesmo nome e mesma idade, filhas do mesmo pai com mães e níveis sociais diferentes; 2) “Mulher do Pai”, de Cristiane Oliveira, já premiado no Festival do Rio. O filme acompanha o relacionamento entre uma menina de 16 anos e seu pai cego, por quem a garota fica responsável após a morte da avó. A distante convivência do homem com a jovem é conturbada pela presença de uma professora; e 3) “Não Devore o meu Coração”, de Felipe Bragança, que narra uma história de paixão "amour fou" entre adolescentes de 13 anos, ela índia guarani, tendo como pano de fundo a questão da própria identidade e as disputas por terras na fronteira do Brasil com o Paraguai.
Ainda na mostra Geração, também está o curta-metragem “Em Busca da Terra sem Males”, de Anna Azevedo. Na mitologia Guarani, Terra sem males é o lugar onde os índios, enfim, encontram a paz. Nos arredores da cidade do Rio de Janeiro, um grupo indígena sem-terra ergue uma pequena aldeia chamada Ka ́aguy hovy Porã, “Mata Verde Bonita”. Ali, crianças crescem entre as antigas tradições.
Por fim, na mostra Talentos, dedicada a jovens, há ainda em fase de produção, o filme “Medusa”, na categoria de horror e sobrenatural, de Anita Rocha da Silveira.
Rui Martins estará em Berlim, em fevereiro, como convidado da organização do Festival.
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