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Grupo Jaime Câmara é a pedra no caminho de Cileide Alves para a Secom de Goiânia

[caption id="attachment_47394" align="alignright" width="620"]Cileide Alves | Foto: reprodução / Facebook Comunicação Sem Fronteiras Cileide Alves | Foto: reprodução / Facebook Comunicação Sem Fronteiras[/caption]

Dois políticos mencionaram o nome de Cileide Alves para a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Goiânia. Iris Rezende ouviu e não fez nenhum comentário.

O problema é que Cileide Alves, embora não seja vetada pelo Grupo Jaime Câmara, maior grupo de comunicação do Estado de Goiás, não mantém um relacionamento qualitativo com a empresa e, também, com seus editores (pois considera que foi humilhada por dois deles).

Iris Rezende, por sinal, tem simpatia por Cileide Alves. Ela é autora de uma dissertação de mestrado na qual transforma o peemedebista numa espécie de Ulysses Guimarães ou Tancredo Neves do Cerrado — num evidente exagero. Ela também colhe material para uma biografia, aparentemente hagiográfica, do líder político. Como não gostar de quem diz que somos deuses?

O jornalista Filemon Pereira, que teria o apoio de Ana Paula Rezende, é o mais cotado para a Secom. Mas Urias Júnior, genro de um ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça, está cada vez mais próximo de Iris Rezende.

Marconi Perillo vai completar 106 audiências com prefeitos eleitos ou reeleitos

[caption id="attachment_82435" align="alignright" width="620"]Governador e prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin (PSD) durante celebração | Foto: Humberto Silva Governador e prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin (PSD) durante celebração | Foto: Humberto Silva[/caption]

O governador Marconi Perillo tem duas qualidades fundamentais num político e num gestor público.

Primeiro, administra o tempo em cima dos fatos, inteirando-se de todos os fatos do governo. Sua memória prodigiosa permite que saiba tudo sobre o governo na ponta da língua. Quem não o conhece pensa que decorou. Não é bem assim. É que ele sabe das coisas mesmo, porque acompanha tudo de muito perto, e sempre quer saber os detalhes (afinal, como dizem, Deus mora nos detalhes).

Segundo, em termos políticos, é dos mais atentos. Lembra-se do nome de todo mundo e, sobretudo, atende com respeito a todos os pleitos, mesmo quando não pode atendê-los. O tucano-chefe tem uma paciência infinda para atender prefeitos e vereadores, mesmo os de oposição.

Nesta semana, Marconi Perillo vai completar 106 audiências com prefeitos eleitos ou reeleitos. Um trabalho de Hércules.

Iristas dizem que estilo belicoso do Senador Ronaldo Caiado não ajuda na administração

Iristas históricos (há até os pré-históricos) dão como certo um distanciamento estratégico entre Iris Rezende, prefeito eleito de Goiânia, e o senador Ronaldo Caiado depois da posse em 1º de janeiro.

Os iristas, e até os pré-históricos concordam com os históricos, avaliam que o estilo agressivo, superbelicoso de Ronaldo Caiado, não ajuda em termos de administração.

Como não tem o apoio de nenhum deputado federal, Iris Rezende contava com Ronaldo Caiado para abrir as portas do governo federal. Mas, agora, o democrata fechou as portas para si e para o próprio Iris Rezende, que, ao menos em Brasília, é visto como caiadista.

Deputado do PMDB diz que Caiado era aliado de Temer até há poucos dias

[caption id="attachment_82759" align="alignright" width="620"]Divulgação/Twitter Divulgação/Twitter[/caption]

Em Brasília, até o paciente presidente Michel Temer tem reclamado do senador Ronaldo Caiado, do DEM, que só é aliado nos bons momentos; nos maus, cai fora e começa a atirar.

O estilo Júnior Baiano e ACM (sim, o falecido, não o ACM neto) de Ronaldo Caiado não tem agradado nem mesmo os integrantes do DEM em Brasília.

“Ao defender a renúncia de Michel Temer, Ronaldo Caiado esquece que, até alguns dias, era um dos principais defensores de seu governo”, afirma um deputado do PMDB.

Ronaldo Caiado e Daniel Vilela já estão se comportando como possíveis adversários

[caption id="attachment_48766" align="alignright" width="620"]Daniel Vilela e Ronaldo Caiado: eleição para o diretório começa a escolher qual candidato será apoiado pelo PMDB em 2018 Arquivo[/caption]

Durante a solenidade de diplomação dos eleitos em Goiânia, o senador Ronaldo Caiado, do DEM, e o presidente do PMDB regional, deputado federal Daniel Vilela, trocaram cumprimentos frios e protocolares.

Ronaldo Caiado quer o apoio de Daniel Vilela para disputar o governo de Goiás em 2018 e o deputado federal quer o apoio do senador para a mesma finalidade.

Na verdade, Ronaldo Caiado e Daniel Vilela sabem que possivelmente se enfrentarão em 2018. Em 1994, disputando o governo, o líder do DEM atacou Maguito Vilela, pai de Daniel Vilela, com extrema virulência. Inclusive no plano pessoal.

Iris Rezende fica irritado com vaias de estudantes e reclama de assessoria

[caption id="attachment_82619" align="alignright" width="620"]Foto: Larissa Quixabeira Foto: Larissa Quixabeira[/caption]

O prefeito eleito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), ficou irritadíssimo com sua assessoria por ter escolhido o auditório da Universidade Federal de Goiás para a diplomação.

O líder peemedebista avalia, possivelmente com razão, que o local possibilitou que estudantes o vaiassem durante a solenidade. Além das vaias, houve protestos.

Iris Rezende provavelmente avalia que os alunos eram controláveis. Na verdade, não são mais. O PMDB não tem liga com os estudantes, hoje monitorados pelo PSTU, pelo PSOL, pelo PT e por grupos independentes, até de matizes anarquistas.

O prefeito eleito ficou visivelmente constrangido.

O PT promete não dar trégua a Iris Rezende em Goiânia

As vaias na diplomação de Iris Rezende sinalizam que o peemedebista, como prefeito de Goiânia, não vai encontrar um mar de rosas.

Os movimentos sociais, quase todos controlados e monitorados pelo PT, estavam neutralizados pelos reds, na última gestão do peemedebista, com Paulo Garcia na vice.

Mas agora, sobretudo com o irismo atacando a gestão do petista, gritando que está deixando a prefeitura quebrada, a militância do PT não vai deixar Iris Rezende em paz. Estará sempre vaiado e contestando o peemedebista. O PT é sempre melhor na oposição do que governando.

Como não cumprirá promessas, Iris Rezende vai transformar Paulo Garcia na Geni de Goiânia

[caption id="attachment_41853" align="alignright" width="620"]iris e paulo garcia fernando leite Arquivo[/caption]

Ao alardear e mandar alardear que as contas da Prefeitura de Goiânia estão quebradas, e que o rombo supera 500 milhões de reais, mas pode chegar a até 1 bilhão de reais, Iris Rezende constrói com habilidade o discurso de terra arrasada. O motivo?

Iris Rezende sabe que, em 2017, com a crise política e econômica nacional, não terá recursos suficientes para fazer ao menos 30% do que prometeu para o curto prazo. Assim, alegando que Paulo Garcia deixou a prefeitura quebrada, o peemedebista espera convencer a população de que, num primeiro momento, terá de recuperar a prefeitura para, só depois, retomar os investimentos.

O problema é que a sociedade está cada vez mais atenta, movimentando-se nas redes sociais, e vai cobrar de Iris Rezende o que prometeu, independentemente da questão das finanças da prefeitura. Aliás, bem informado que era por Dário Campos, que é auditor da Prefeitura de Goiânia, o peemedebista, ao fazer as promessas, algumas mirabolantes e puramente eleiçoreiras, sabia que o caixa público não era dos melhores. E não apenas por causa de possíveis equívocos administrativos de Paulo Garcia, e sim, fundamentalmente, devido à crise econômica nacional.

Iris Rezende pretende divulgar um saco de maldades e, mais uma vez, usará Paulo Garcia como desculpa para adotá-lo. O prefeito petista se tornará a Geni dos peemedebistas.

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Marconi Perillo passeia pelas ruas de Goiás em perfeita identidade com a sociedade

Nas comemorações dos 15 anos do título de Patrimônio da Humanidade, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), passeou pelas ruas da Cidade de Goiás, durante um bom tempo, e recebeu várias manifestações de carinho da população.

Há uma identidade profunda entre o tucano-chefe e a sociedade de Goiás. O governador tem prestigiado a cidade ao longo do tempo, por exemplo, com a realização do Festival de Cinema Ambiental, o Fica.

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“Precisamos deixar de agir como torcida e amadurecer como Nação”

MicheI Franco Ferreira A crítica doravante é endereçada a todos nós brasileiros, como parte integrante de uma sociedade semiprovinciana. Precisamos de unidade, (tentar) enxergar além, amadurecer como Nação e desvincularmos de “torcidas organizadas” deste ou daquele grupo político, até porque todos eles são opressores e corruptos — às vezes com estratégias diferentes um do outro, outrora se unindo dependendo da conveniência . Os governos nos humilham explicitamente: decisões arbitrárias que beneficiam políticos, banqueiros e o grande empresariado. E nós, pobres (se você precisou financiar ou financia casa, mobília, carro, moto, ou até mesmo aquela viagem de férias com a família, sim, você é pobre), temos de pagar quase 40% de tributos relativos aos nossos salários. Agora pergunto: você sente ou percebe o retorno de toda essa tributação? Acha mesmo que vivemos numa crise e o Brasil (Estado) é pobre e está quebrado? Pense bem. Veja (não a revista, é um verbo no imperativo mesmo), somos meros explorados e independentemente de ideologia, de “esquerda”, “direita” etc. (as ideologias são louváveis, as pessoas, não, pois, como já dizia Bertolt Brecht, “infeliz a nação que precisa de heróis”). Tomar partido deste ou daquele grupo político, em vez de priorizar os nossos direitos e analisar o quanto estamos sendo lesados — não somente agora com o governo golpista, mas em todo o período que vai de Cabral a Cabral (de Pedro Álvares até a Sérgio), passando por Sarney, Collor, Itamar e os traidores do PT — é abdicar do senso comum e do óbvio. Cada vez mais temos nossos direitos tolhidos ou retirados, com premissas inverídicas e plantadas — como, por exemplo a “crise” da Previdência — com a finalidade de justificar essa atrocidade que constitui o aumento considerável do tempo de trabalho do pobre assalariado (muito diferente do que ocorre com os próprios políticos — os que “trabalham” e os aposentados). A ideia é ludibriar a população, evitar ao máximo que ela fique politizada, e para isso, ah, claro, os governos têm grandes aliados, que são as mídias compradas, sobretudo a Rede Globo. A intenção do Estado, em todas as suas esferas (observe bem, “Estado”, não estou dizendo plano de governo A ou B), é justamente retirar direitos dos trabalhadores para sustentar os conchavos oriundos de corrupção. E se ele é ilegal conosco e não nos houve nem nos representa de fato como deveria ser em sua obrigação, podemos e devemos nos rebelar. Ou o nosso País está se recuperando em algo, meu amigo brasileiro? Compreender que estamos caminhando bem e que está tudo certo, principalmente neste momento e com este cenário econômico e social, é ser torcedor do Temer ou anti-PT ou ser extremamente inocente. Juntos somos fortes, fragmentados somos nada! [“Apenas 2 em cada 10 brasileiros consideram governo Temer melhor que o de Dilma”, Jornal Opção Online]

Michel Franco Ferreira é professor e mestrando em Ciências da Educação pela Universidad Central del Paraguay.
 

“No Brasil, ser jornalista é profissão de risco”

Alberto Nery dos Santos Eu assisti ao vivo, achei um absurdo. Um time igual o Inter, que tem um dos maiores números de sócios torcedores do País e um orçamento de R$ 300 milhões anuais e uma má administração o levou a segunda divisão. Mas no Brasil ser jornalista é profissão de risco, ou fala o que os políticos e dirigentes de times querem ou leva um tabefe. Quando só leva um tapa está de bom tamanho. Se fosse em Goiás, mandavam matar e ficava por isso mesmo. “Jornalista é agredido por dirigente esportivo. ‘Crime’: criticar a politicagem no futebol”, Jornal Opção Online]
E-mail: [email protected]
 

“Dificuldades práticas para coibir violência”

Valéria Morais Lessa Trata-se de um problema que atinge, na maioria das vezes, o sexo feminino e não costuma obedecer nenhum nível social, econômico, religioso ou cultural específico, como poderiam pensar alguns. Em alguns casos, o abuso do álcool é um forte agravante da violência doméstica física. A embriaguez patológica é um estado em que a pessoa que bebe torna-se extremamente agressiva, às vezes nem se lembrando com detalhes do que tenha feito durante essas crises de furor e ira. Nesse caso, além das dificuldades práticas de coibir a violência, geralmente por omissão das autoridades — ou porque o agressor quando não bebe “é excelente pessoa”, segundo as próprias esposas, ou porque é o esteio da família e se for detido todos passarão necessidade —, a situação vai persistindo. Lamentável! [“Vio­lência contra as mulheres prova que a civilização não exclui a barbárie”, Jornal Opção 2099]  

“Que as mudanças tenham início a partir dos privilégios dos parlamentares”

Lita Carneiro A maioria dos parlamentares não tem o direito de pedir punição para quem quer que seja. Carregar sobre os ombros 12 inquéritos na Justiça e ao mesmo tempo responder pela presidência do Senado, é inadmissível. Se for para corrigir e aperfeiçoar leis ultrapassadas, então que essas mudanças tenham início a partir dos numerosos privilégios que gozam os parlamentares. Privilégios esses criados por eles e para os mesmos. [“Leon Deniz apoia proposta de abuso de autoridade: ‘Ninguém está acima da lei’”, Jornal Opção Online]
Lita Carneiro é aposentada.  E-mail: [email protected]
 

“Brasileiros se atropelam tão logo pouse o avião”

Arnaldo B. S. Neto Uma coisa une e iguala os brasileiros todos, de norte a sul do Brasil, com idêntica semelhança de comportamento: a maneira desesperada com que se levantam e se atropelam tão logo um avião pouse no solo, loucos para sair da aeronave. Quem quer que queira se lançar à espinhosa tarefa de encontrar alguma unidade espiritual nos brasileiros poderia encontrar neste fragmento comportamental uma base segura para seus esforços.
Arnaldo B. S. Neto é professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás (UFG)

Atuação de José Vitti tranquiliza o Palácio

Trabalho do atual líder da bancada do governo e futuro presidente da Assembleia Legislativa aplaina dificuldades na aprovação do pacote de austeridade