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Denúncia aconteceu nesta quinta-feira (22/3), quando a Polícia Civil interditou laboratório credenciado à Prefeitura de Goiânia

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Cenário eleitoral para eleição direta ao governo de Tocantins está indefinido

A rigor – isso depende de interpretação e regulamentação do TRE/TO – muitos dos personagens que pretendiam concorrer as eleições de outubro, estariam automaticamente fora do páreo nas eleições suplementares, como Carlos Amastha (PSB) e Ronaldo Dimas (PR), uma vez que ambos não se descompatibilizaram de seus cargos seis meses antes das eleições. Já Kátia Abreu (sem partido) também não poderia concorrer, uma vez que foi expulsa do MDB em outubro de 2017 e não se filiou, até a presente data, em outra sigla partidária. Um dos requisitos fundamentais, segundo a lei eleitoral, é que o candidato tenha domicílio eleitoral na circunscrição que pretende disputar o cargo há mais de 01 (um) ano e estar filiado a um partido há pelo menos 06 (seis) meses. O Estado do Amazonas realizou eleições extemporâneas em 2017, em virtude da cassação de seu governador. As regras excepcionais, estabelecidas pelo TRE/AM mantiveram o domicílio eleitoral de um ano antes do pleito e filiação partidária há pelo menos seis meses. Entretanto, o prazo das convenções partidárias e de desincompatibilização dos candidatos foi reduzido. As convenções foram realizadas 50 (cinquenta) dias antes da eleição e a desincompatibilização, 24h após sua escolha em convenção. Se a mesma regra for adotada pelo TRE/TO, Dimas e Amastha estariam aptos a concorrerem, todavia, Katia Abreu continuaria fora da disputa. A assessoria do governador cassado Marcelo Miranda, bem como, os membros da executiva estadual e os parlamentares que compõem aquele grupo político, adotaram o silêncio como estratégia, pelo menos até a definição das regras eleitorais, pelo TRE/TO, ou mesmo o surgimento de outro nome com força de coesão dentro do próprio grupo. Já os representantes do grupo político do presidente da Assembleia Legislativa, Mauro Carlesse – que encontra-se em São Paulo – foram enfáticos no sentido que a cassação já era esperada e que o parlamentar aguarda a intimação da Justiça Eleitoral para assumir o governo do Estado do Tocantins. A intenção de Carlesse, inclusive, é disputar a eleição suplementar direta, a ser convocada por ele mesmo, nos próximos trinta dias. A reportagem do Jornal Opção, sucursal Tocantins, tentou contato com os assessores, bem como com os próprios pretensos candidatos ao governo, como Ataídes de Oliveira (PSDB) e Marlon Reis (REDE), mas as ligações foram direcionadas para as caixas de mensagem.

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Novas eleições para governo de Tocantins devem acontecer em maio ou junho

A reforma eleitoral de 2015 (Lei 13.165), preceitua que, caso a vacância ocorra nos últimos 06 (seis) meses do mandato, a eleição do sucessor se dará de forma indireta. Esse dispositivo entrou em rota de colisão com a Constituição Federal, em seu artigo 81, que prevê eleições indiretas, caso já tenha decorrido 50% do mandato dos chefes do poder executivo (presidente, governadores e prefeitos). O STF, ao interpretar, recentemente, Ação Direta de inconstitucionalidade, decidiu que o artigo constitucional se aplica apenas quando a vacância ocorrer por questões não eleitorais. Como no caso do Estado do Tocantins, a causa é eleitoral, deverá ser aplicado o Código eleitoral reformado, ou seja, a eleição será direta em maio ou junho de 2018 – visto que faltam mais de seis meses para acabar o mandato de Marcelo Miranda. Quem ganhar essa eleição, comandará o Palácio Araguaia até 31/12/2018. Já quem for vencedor do pleito de outubro de 2018, governará o Estado do Tocantins a partir de 01/01/2019.

Mauro Carlesse irá assumir governo estadual do Tocantins

[caption id="attachment_90892" align="aligncenter" width="620"] Deputado Mauro Carlesse: presidente da Asleto | Foto: Silvio Santos/ Asleto[/caption] Segundo o artigo 39 da Constituição Estadual do Tocantins, em caso de vacância, deverá assumir o cargo de governador, o presidente da Assembleia Legislativa, atualmente o deputado estadual Mauro Carlesse (PHS), que deverá convocar eleições em até 30 (trinta) dias. “Com serenidade e responsabilidade o presidente Mauro Carlesse está preparado para assumir sua obrigação constitucional. Portanto, ele aguarda a comunicação oficial da Justiça Eleitoral para assumir a chefia do Executivo estadual", disse através de nota enviada à imprensa.

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De acordo com delegado, convicção foi formada com base no depoimento de ex-funcionárias de Juliana Pereira dos Santos

Cassação do mandato de Marcelo Miranda e vice altera cenário político tocantinense

[caption id="attachment_110037" align="aligncenter" width="620"] Marcelo Miranda | Foto: Pedro Barbosa[/caption] Após o julgamento que culminou na cassação de Marcelo Miranda (PMDB) e sua vice, Claudia Lelis (PV), pelo TSE, na quinta-feira (22/3), todo cenário político tocantinense foi alterado. Ambos estão, automaticamente, inelegíveis e fora da disputa que ocorrerá em outubro de 2018.    

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Os “Cinco Magníficos” de Cambridge: comunistas, homossexuais e espiões – parte 4

Anthony Blunt é o personagem desta sequência de textos sobre os agentes duplos mais famosos da Segunda Guerra Mundial, infiltrados nas fileiras mais importantes da Grã-Bretanha e nos quadros da URSS [caption id="attachment_120220" align="alignnone" width="620"] Sir Anthony Blunt (1907-1983): Do nada, aparece nas fileiras da NKVD (posterior KGB). Tinha visitado a URSS, no quadro das suas funções como professor em Cambridge, em 1933[/caption] FRANK WAN Especial para o Jornal Opção No dia 15 de novembro de 1979, Margaret Thacther – conhecida por muitos no mundo inteiro como Dama de Ferro, e particularmente na Inglaterra, na época, como Bruxa (Witch) – fez o que nunca fora visto na história política moderna: abriu o discurso na House of Commons denunciando Sir Anthony Blunt, ou, como ela o chamou, “professor Blunt”, como “suspeito de ser um espião soviético”. Depois prosseguiu, no discurso de dia 21 de novembro, fazendo a cronologia “detalhada” da suspeita até a confissão. Todos os políticos escolhem o momento certo. Thatcher sabia do diagnóstico de câncer terminal de Anthony Blunt e sabia perfeitamente o seu estado de debilidade física. Se é difícil perceber o que leva Thatcher a este ato tão perigoso – denunciar espiões das suas próprias fileiras expõe muita informação e pessoas –, não restam dúvidas, por outro lado, da extrema covardia do momento escolhido. Blunt era extremamente poderoso e influente. Se Thatcher o enfrentasse antes, poderia colocar carreira política em risco. Ela sabia isso. Ninguém ensina tática a este gênero de políticos de qualquer quadrante. Da vingança pessoal de todo um conjunto vasto de pessoas, normalmente constituído por ignorantes que dominam a elite inglesa e que, obviamente, eram intelectualmente muito inferiores aos “Cinco Magníficos”, sendo, por isso, muitas vezes humilhados por estes, até o desejo de Thatcher de se afirmar e estabelecer uma nova era em que os políticos dominam sobre as máquinas burocráticas, todas as teses foram aventadas. Blunt era da família de Isabel Bowes-Lyon, mais tarde conhecida como a Rainha-Mãe. Entrou no Trinitiy College, em Cambridge, no curso de Matemática, mudando depois para o curso de Línguas Modernas. Veio mesmo a ser professor de Língua Francesa em Cambridge. Os seus trabalhos finais do curso versavam sobre a História da Arte em França, no quadro deste trabalho viaja com frequência pela Europa. Desdenhado pela história Por esta época, é formado o “Cambridge Apostles” (Apóstolos de Cambridge) – grupo de intelectuais que se constituíram como uma associação, tendo alguns membros, mais tarde, conquistado lugares de relevo na vida e sociedade inglesas. Tomou o seu nome pelo fato de serem doze os membros fundadores. Tal como Guy Burgess, Blunt era reconhecidamente homossexual. Aliás, quase todos os membros da associação, também conhecida como “Conversazione Society”, eram conhecidos por serem marxistas e homossexuais. [caption id="attachment_120221" align="alignleft" width="300"] Victor Rothschild (1910-1990): Membro proeminente da famosa família Rothschild, teve papel muito mais importante do que o que a história lhe reservou[/caption] Um dos membros da associação era Victor Rothschild (Nathanail Mayer Victor Rothschild), membro proeminente da famosa família Rothschild, que tem um papel muito mais importante em todos os acontecimentos do que a história e os historiadores lhe reservaram. No fundo – e infelizmente devo confessar que este assunto é demasiado vasto e exorbita minhas competências –, é ele o personagem chave que permite que os “Cinco Magníficos” tenham feito o que fizeram. Do nada, Blunt aparece nas fileiras da NKVD (posterior KGB). Tinha visitado a URSS, no quadro das suas funções como professor em Cambridge, em 1933. E tudo indica que em 1934 já trabalhasse para os russos. Na conferência pública pós-denúncia, Blunt declarou que foi Guy Burgess que o “converteu” (sic) ao marxismo e o seduziu para trabalhar para os russos - essa pode simplesmente ser a versão que mais lhe convinha dar na altura. Ainda permaneceu em Cambridge, e muitos deduzem que ficou por ali como “detector de talentos” e agente recrutador. Carter Miranda, a autora do “Anthony Blunt: His Lives” (“As Vidas de Anthony Blunt”), afirma que foi ele que recrutou Guy Burgess, Kim Philby, Donald Maclean, John Cairncross e mesmo Michael Straight. Pode ser que Miranda queira engrandecer o seu retratado para dar peso à sua obra. Todos os dados permanecem discutíveis. Cada um dos visados foi dando versões diferentes dos acontecimentos, conforme o aperto em que estava na altura. Por outro lado, a lista dos espiões pode exorbitar em muito a dos “Cinco”. Medindo palavras Quando Blunt foi interrogado, já pelos anos de 1964, prestou declarações a troco de imunidade e algumas outras prebendas. Portanto, nestas circunstâncias, saberia muito bem medir o que lhe era melhor afirmar. Blunt mentiu sempre. Tudo o que admitiu, fê-lo depois de ter sido confrontado com dados inegáveis. De sua própria iniciativa, nunca forneceu qualquer dado novo que acrescentasse alguma coisa ao já sabido. Talvez até tenha admitido, perante a necessidade, coisas falsas – por algum motivo que ninguém entende quiseram fazer este processo com estes contornos e Blunt limitou-se a dançar conforme a música. O livro de Andrew Boyle, “Climate of Treason” (“Ambiente de Traição”) praticamente retrata Anthony Blunt. O personagem “Maurice” tinha demasiadas semelhanças com Blunt, e alguns factos eram apresentados de forma evidente. Blunt tentou evitar a publicação do livro, e esse ato desesperado acabou por denunciá-lo. Toda a história da tentativa de impedir a publicação é contada por uma revista satírica, a “Private Eye”, que, na época, fazia um pouco o papel da publicação francesa “Le Canard Enchaîné”. Ia escrevendo com graça e humor despudorado, mas, no meio, fatos graves iam sendo apresentados. Blunt alistou-se no exército inglês em 1939, entre diversas coisas, esteve no teatro de guerra em França já na recolha de informações. É já neste ano que aparece no MI5. Tal como John Cairncross, que estava no MI6, passa os anos seguintes a passar informações para os russos. Blunt nas declarações que prestou admitiu ter sido ele a recrutar John Cairncross. Blunt, no fim da guerra, tem a patente de major. Já na parte final da guerra, quando alemães e ingleses começam a perceber que havia muitos sinais que a Alemanha seria derrotada, muita gente começou a “precaver-se” para o pós-guerra. Não é por acaso, por exemplo, que os hospitais e repartições públicas alemãs receberam ordens para queimar todos os documentos, sabiam perfeitamente qual o resultado moral e consequências das suas ações não estavam “apenas a seguir ordens”, tinham perfeita noção do que faziam. Cartas comprometedoras Muita gente no mundo devia muitos favores, de muita ordem, a Anthony Blunt. É impossível fazer uma lista detalhada de cumplicidades, conluios e segredos graves que rodeavam este homem. É atribuída a Blunt uma missão grave e extremamente delicada: parte para a Alemanha, concretamente para o Castelo de Friedrichshof (Schloss Friedrichshof) a fim de resgatar umas estranhas e comprometedoras cartas entre Adolf Hitler e o Duque de Windsor (Eduardo VIII), conhecido por ser germanófilo, de ascendência alemã e simpatizante do nazismo. Diz-se que as cartas estão nos Royal Archives – penso que terão restado apenas as menos comprometedoras. Esta viagem tem mais finalidades, mas ainda não chegou o momento de as revelar. Existem dados muito concretos e registos iniludíveis recolhidos por algumas pessoas e que estão guardados. Depois do discurso de Margaret Thatcher, a vida de Blunt foi examinada até ao limite. Muita coisa foi dita e, como sempre nestas circunstâncias, muita foi inventada, até porque é difícil apurar fatos em matérias deste tipo. Passou os últimos anos da vida sob esta estrela negra. Retiraram-lhe todos os títulos e todos os cargos. Procuraram humilhá-lo até os limites do impensável. Qual foi o papel real de Victor Rothschild e, por extensão, da família Rothschild nesta quase impossibilidade? O que foi realmente Blunt fazer ao castelo de Friedrichshof? Que traços da relação entre a Família Real Inglesa e Adolf Hitler foi Blunt apagar? Que favores tão grandes deviam todos a Blunt? E por que é que Margaret Thatcher arriscou toda a segurança nacional e iniciou seu mandato com um ataque brutal e nunca visto a um mero especialista em História da Arte? Frank Wan vive em Portugal. É ensaísta, poeta, tradutor e professor

Marconi vistoria obras do Detran e Cetran no Autódromo de Goiânia

Nova unidade será mais uma opção de acesso aos atendimentos do Detran, e beneficiará principalmente os moradores da Região Leste de Goiânia

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Ação pede ainda ressarcimento dos danos causados ao erário, multa no valor do dobro do dano e indenização por danos morais coletivos

Lideranças da base de apoio de Vitti promovem encontro no próximo sábado (24)

Reunião tem caráter de confraternização e servirá para a prestação de contas do mandato de Vitti no Legislativo goiano

Governo entrega rodovia que diminui distância de Brasília às cidades de Corumbá e Pirenópolis

Durante solenidade, Marconi também anunciou a instalação do projeto denominado "Rodobicho", que vai proteger os cidadãos e os animais nas estradas

Delegado confirma que há outros laboratórios em Goiânia acusados de falsificar exames

Investigado por fraude, laboratório credenciado à Prefeitura de Goiânia foi interditado nesta quinta-feira (22)