Notícias
Programa Goiás na Frente salva prefeituras, que estão sem recursos, e dá visibilidade ao governo, o que rende dividendos eleitorais a José Eleiton
A decisão do TJ determinou que o processo seja apensado a outros dois semelhantes e com o mesmo pedido – o cancelamento definitivo da alta tributo
Situação é referente à contratação de servidores para a Câmara Municipal
Inserções da eleição suplementar começam no próximo dia 17 e se encerrarão no dia 31 de maio; eleição será no dia 3 de junho
Gestora gestora contratou temporários de forma a descumprir a norma constitucional que estabelece concurso público como regra
De acordo com o secretário de Gestão e Planejamento, Fernando Marinho, cidade tem a responsabilidade de novamente receber bem os fiéis
[caption id="attachment_88124" align="aligncenter" width="620"]
Fotos: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption]
Apesar das negativas firmes e da aparente contrariedade do filho, o deputado federal Daniel Vilela — pré-candidato do MDB a governador de Goiás —, emedebistas sustentam que o ex-governador Maguito Vilela está se movimento com intensidade nos bastidores para costurar uma aliança entre o MDB e o PSDB em Goiás, antecipando-se ao acordo nacional entre as duas legendas.
Adeptos do vilelismo dizem: “Tudo — menos Ronaldo Caiado”. O trabalho intensivo do senador do DEM para esvaziar a candidatura de Daniel Vilela gerou uma irritabilidade incontornável entre os vilelistas. Maguito Vilela tem conversado com frequência com líderes tucanos e se afasta cada vez mais da turma caiadista.
O presidente da República, Michel Temer, rejeita qualquer aliança do MDB com Ronaldo Caiado.
Ministério Público e a Polícia Federal deveriam investigar para esclarecer a história
Evandro Magal deve bancar o deputado estadual para gerir o município que é a meca do turismo em Goiás
André Rocha afirma que nome não está definido, mas ressalta que os empresários optaram pelo consenso e não haverá disputa
[caption id="attachment_117581" align="aligncenter" width="620"]
Foto: Divulgação[/caption]
O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, José Vitti (PSDB), apagou, com a habilidade de Tancredo Neves, o incêndio, tudo indica que em definitivo, na bancada da base governista e garantiu céu de brigadeiro para o governador José Eliton (PSDB) no Parlamento.
José Vitti, tolerante e diplomático, achou o caminho das pedras com a liberação de emendas e abertura na agenda política do governador. Os deputados, por sinal, estão elogiando José Eliton, tanto pelo atendimento rápido quanto pelo fato de se mostrar afável.
[caption id="attachment_114232" align="aligncenter" width="620"]
Foto: Arquivo[/caption]
Em termos estritamente político, o presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), está entusiasmado com José Eliton (PSDB). Ele aposta que o governador será reeleito. Por quê? Porque, frisa, é um excelente candidato. Estrutura conta, é claro. Mas o presidente da AL diz que conta muito mais o próprio candidato.
José Eliton, assinala José Vitti, empolgou as bases e, ao mesmo tempo, a sociedade. Isto é decisivo, postula.
Tema perdeu oportunidade de receber desfecho no Superior Tribunal de Justiça (STJ)
A dica é do escritor Aureliano Martins: “Estranhas Catedrais — As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-Militar: 1964-1988” (Eduff, 444 páginas), do historiador Pedro Henrique Pedreira Campos. Segue sinopse colhida no site da Livrara Amazon: “Um histórico sobre os ‘gigantes que nunca dormiram’ é a inspiração e fio condutor de ‘Estranhas Catedrais’. A análise crítica identifica na ditadura civil-militar brasileira do período 1964-1988 a origem da inserção, contaminação e subordinação do tecido orgânico do Estado aos interesses do segmento dos empreiteiros. O livro foi vencedor do Prêmio Jabuti 2015, na categoria ‘Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer’. “Em foco, o crescimento e consolidação das principais empresas do setor de construção pesada no Brasil, numa articulação que, segundo o autor, propiciou o desenvolvimento expressivo, a modernização capitalista e a internacionalização das ‘gigantes do setor’. “Ao demonstrar as injunções políticas, estratégias e práticas que permeiam as relações da iniciativa privada e poder público e sua legitimação por ‘intelectuais orgânicos’, a publicação constata e fornece elementos de compreensão acerca de ‘Estado, Poder e Classes Sociais no Brasil’, conforme sugere o prefácio, assinado pela historiadora Virgínia Fontes.” Perguntado sobre o motivo de ter colaborado para “matar” a ditadura, o presidente-general Ernesto Geisel, um homem de rara decência, não titubeou: a ditadura, depois de Castello Branco, e talvez mesmo com o líder cearense, havia se tornado uma “bagunça”. O livro custa 58 reais e acaba de entrar para minha extensa lista penelopiana (é feita e desfeita com frequência).
Prefeitura mantém quase 500 leitos de UTI e recebe verbas federais e estaduais por esse quantitativo. Há muito menos vagas à disposição de quem precisa


