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Um milhão de novos empregos serão gerados pela economia criativa até 2030, elevando, em consequência, a atual participação de 3,11% do setor no Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços fabricados no país.É o que indica levantamento feito pelo Observatório Nacional da Indústria (ONI), núcleo de inteligência e análise de dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A economia criativa emprega hoje 7,4 milhões de trabalhadores no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para o 4º trimestre de 2022. O volume pode subir para 8,4 milhões em 2030.
As profissões da economia criativa estão espalhadas por diversos setores, como empreendedorismo, indústria, serviços e setor tecnológico. O aumento dos empregos e do dinamismo da economia criativa serão puxados, sobretudo, pela dimensão tecnológica, pela questão do desenvolvimento de produtos digitais.
O levantamento do observatório mostra que os profissionais da economia criativa possuem, em média, 1,8 ano de estudo a mais que os demais e recebem salários 50% maiores do que os profissionais de outras áreas. O salário médio do profissional da economia criativa é R$ 4.018, enquanto dos demais setores fica em torno de R$ 2.691.Os salários mais altos são encontrados na parte de produção cultural e de criatividade relacionada à tecnologia, incluindo produção de aplicativos, desenvolvimento de softwares (programas de computador), design, desenvolvedores de games (jogos).
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No Brasil, a estimativa é de 14 mil casos por ano, uma média de 38 suicídios por dia. De 2010 e 2019, o país registrou cerca de 112,2 mil mortes por suicídio.
Nessa semana, foram destinadas de maneira ambientalmente adequada, e seguindo a orientação técnica para incineração, aproximadamente 15 toneladas de agrotóxicos ilegais contrabandeados ou falsificados. Alguns chegam a ser proibidos no Brasil, como é o caso do Paraquat e do Carbofurano.
Todos esses produtos foram apreendidos em ações fiscalizatórias e grandes operações conjuntas entre o IBAMA, a Polícia Civil e a Agrodefesa de Goiás. As pessoas físicas e jurídicas foram autuadas e estima-se que o total em multas pode chegar próximo dos 4 milhões reais.
Qualquer substância química comercializada ou usada de forma ilegal oferece riscos. Em relação aos agrotóxicos, mais ainda, já que são usados em alimentos, essenciais para a sobrevivência humana. Assim, por questões de segurança, todo agrotóxico deve ter registro no Brasil, com dizeres em português, mesmo que seja regularizado em outro país.
Os agrotóxicos legalizados passam pelo crivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento-MAPA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária-ANVISA e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA e seguem as orientações contidas em normas específicas e nos rótulos e bulas.
Com apoio da Croplife (associação que representa diversas empresas fabricantes e fornecedoras de agrotóxicos) foi possível levantar o passivo desses produtos químicos que estavam apreendidos e aguardando a destinação adequada. Esses produtos muito das vezes ficam guardados por meses e até anos esperando análises periciais e inquéritos investigativos para posteriormente proceder a destinação final.
Foi possível abreviar esse período, evitando por vezes armazenamento inadequados e custo ao erário. Isso significa que os produtos químicos perigosos, que seriam utilizados nas mais diversas atividades no campo, deixarão de impactar poderosa e negativamente na flora, fauna e ecossistemas goianos. Além disso, não causarão mais riscos de intoxicação de trabalhadores, moradores e produtores, além da contaminação da água de abastecimento e dos alimentos e da saúde da população.
Cabe a ressalva que esses produtos são comercializados porque ainda existem produtores que os compram, mesmo sem a garantia de serem eficazes e correndo o risco de perder toda a lavoura. São produtos que não possuem garantia de qualidade e eficiência agronômica.
O IBAMA e os demais órgãos continuam com frentes de fiscalização, monitorando a entrada e a falsificação desses produtos que infelizmente, quando utilizados nas lavouras, acabam chegando na mesa da população goiana por intermédio dos alimentos. Durante o ano são efetuadas diversas ações e segundo seus representantes já estão em curso diversas outras e que buscaram garantir a população goiana e brasileira melhor qualidade de vida, bem como a fauna e a flora.
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