Notícias
Feriado não impacta funcionamento de atividades essenciais como de policiamento e saúde
Meios de comunicação noticiaram que a corporação estariam sob ataque hacker
Ex-deputado federal por Goiás, Elias Vaz (PSB), denunciou a suspeita de compras irregulares em abril de 2022
Moradores da capital podem acompanhar a festividade a partir das 16h
Ministro justificou a suspensão afirmando que se trata de um caso complexo
Criminoso fugiu durante abordagem, pulando muros de casas até chegar na residência da adolescente
Empresária morreu em casa por causas naturais aos 97 anos. Bilionária, Luiza morava no interior de São Paulo
Dom Adair, da Diocese de Formosa, usou o lugar de fala para defender o bispo durante reunião religiosa em Teresina de Goiás
Força-tarefa do Governo Federal envolve Ministérios da Justiça e Segurança Pública, das Relações Exteriores, da Defesa e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
A tensão e o receio que pairam nos bastidores do Partido Liberal, o PL, desde a deflagração da operação Tempus Veritatis são inquietantes, quase palpáveis. Desde que a Polícia Federal (PF) prendeu Valdemar da Costa Neto (presidente do PL) e apreendeu o passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro - figura de maior destaque do partido -, além de o proibi-lo de fazer qualquer tipo de contato com os outros investigados na operação, a impressão que se tem é a de que os membros da legenda temem que Jair possa ser preso a qualquer momento. Nas entrelinhas, analisa este mero colunista, para eles não é mais uma questão de "se", mas de "quando".
O cenário onde os bolsonaristas já trabalham é o de que a PF expôs de vez qual o objetivo - a prisão de Jair Bolsonaro -, e, agora, parecem tentar colar o discurso que mais criticaram e fizeram troça à época da prisão de Lula da Silva: o de perseguido político.
Basta dar uma navegada pelos perfis de políticos, influenciadores e blogs bolsonaristas. Suas páginas estão inundadas de vídeos, manchetes e frases de efeito que levam a crer que a operação da PF, ratificada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não passa de um esquema persecutório com a intenção "prender Bolsonaro a todo custo".
Não será nenhuma surpresa se (ou quando?) o ex-presidente for preso e começarem a circular bandeiras e camisetas com a face de Jair e a frase "Bolsonaro Livre!", tal qual observado ao longo do período em que o atual presidente Lula esteve confinado.
Sim, o discurso pode colar. Mas a possível prisão de Bolsonaro não é o único fantasma que assombra o PL. A legenda teme que, se realmente comprovado um dos eixos de investigação da PF - o de que o PL usou da estrutura do partido para montar um "QG do golpe" - , a possibilidade de cassação da sigla (já pedida por um senador da República) passe a ganhar forma.
É claro, sabemos, é altamente improvável, diria quase impossível, que a legenda com a maior bancada da Câmara tenha seu registro cassado. No entanto, o argumento pode fazer com que o PL crie mais um "grito de guerra" para a militância bolsonarista.
De todo modo, o PL parece se preparar com tudo o que tem para o desfecho próximo da operação da Polícia Federal. Desfecho esse que, de um jeito ou de outro, não será nada agradável para a sigla que viveu seus dias de glória nas últimas eleições e que agora amarga com a possibilidade de até deixar de existir.
Leia também: Congresso que dorme, o Supremo leva
Polícia Federal encontrou uma troca de mensagens entre o coronel e Mauro Cid onde discutiam o planejamento e os desdobramentos da minuta do golpe
Em Goianápolis, homem mata ex e parceiro. A vítima já tinha uma medida protetiva contra o suspeito desde 2022
Prevenção, responsabilidade e cuidado no feriado podem evitar complicações futuras
Ambos sistemas buscam desenvolver líderes eficazes e adaptáveis, mas os países possuem sistemas de formação muito diferentes
ADDVise Group conta com mais de 20 escritórios nas Américas, Ásia, Europa e África; além de uma receita equivalente a R$7,6 bilhões

