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O caso ocorreu na última quarta-feira, 8, e é investigado pela 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia Sul)
Objetivo é evitar a escassez de doses
A decisão ocorreu após a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitar o último recurso de Trump
Prefeito falou sobre reunião para agilizar obra do anel viário, programas de habitação e recursos para saúde da Capital
Planos em bairros na região central são prioridade para o início de gestão do prefeito
O clima será marcado por instabilidade, com variação de nebulosidade, chuvas e ventos que podem atingir até 60 km/h em várias regiões do estado
A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty)
Encontro será no próximo sábado, 18, nas dependências da instituição, localizada em Goiânia
A reforma do local teve início em maio de 2024
Toguro foi abordado por guardas municipais por estar em um carro sem placa em um local irregular
A busca pela paz interior é um dos anseios mais universais da humanidade. Contudo, o caminho para alcançá-la frequentemente nos confronta com os desafios e complexidades da vida. A frase “Não se acha a paz evitando a vida”, atribuída à escritora Virgínia Woolf, sintetiza a ideia de que a verdadeira paz não é encontrada na fuga dos problemas, mas no enfrentamento e na vivência plena da existência. Este artigo reflete sobre essa perspectiva, explorando também contribuições de outros autores e pensadores que discutem o tema.
Virgínia Woolf sugere que a paz é fruto de um processo ativo e não da passividade. A vida, com suas alegrias e dores, é inevitavelmente repleta de desafios. Evitar esses desafios, buscando refúgio em uma zona de conforto, pode trazer uma sensação temporária de alívio, mas dificilmente levará à paz duradoura. Segundo ela, é enfrentando as adversidades que se desenvolve a resiliência e se encontra sentido na existência.
Outros autores corroboram essa visão. Viktor Frankl, psiquiatra e sobrevivente do Holocausto, em seu livro Em Busca de Sentido, afirma que a busca por significado é essencial para suportar os momentos mais difíceis. Ele argumenta que, mesmo nas situações mais adversas, é possível encontrar propósito e, consequentemente, paz interior.
Joana de Ângelis, através da psicografia de Divaldo Franco, oferece uma visão espiritual sobre a busca da paz. Em suas obras, ela destaca que a verdadeira paz é um estado interior conquistado por meio do autoconhecimento, da prática do amor e do enfrentamento dos desafios com resignação e fé. Segundo a mentora espiritual, evitar as provas da vida é afastar-se das oportunidades de crescimento, pois são justamente as dificuldades que impulsionam o espírito a evoluir e a encontrar harmonia consigo mesmo e com o universo.
Muitos buscam a paz evitando conflitos, responsabilidades ou mesmo emoções negativas. Essa tendência é compreensível, pois o sofrimento pode parecer insuportável. No entanto, como enfatiza Carl Jung, “aquilo a que você resiste, persiste”. Fugir da realidade muitas vezes intensifica os problemas, adiando sua resolução e aumentando o desconforto interno.
Brené Brown, pesquisadora de vulnerabilidade, destaca que evitar a dor também significa evitar a autenticidade. Em suas obras, ela enfatiza que a vulnerabilidade — a disposição de enfrentar nossos medos e fragilidades — é um caminho para a verdadeira conexão e paz.
Aceitar a vida como ela é, sem buscar perfeição ou controle absoluto, é outro ponto fundamental para alcançar a paz. A filósofa budista Pema Chödrön, em Quando Tudo se Desfaz, fala sobre a importância de acolher a incerteza e a mudança como partes naturais da existência. Essa aceitação não implica passividade, mas uma atitude aberta para lidar com a realidade.
Além disso, a busca pela paz está intimamente ligada ao crescimento pessoal. Autores como Paulo Coelho, em obras como O Alquimista, destacam que o caminho para a realização pessoal frequentemente exige enfrentar medos, superar obstáculos e persistir, mesmo diante de adversidades.

*Abílio Wolney Aires Neto
- Juiz de Direito titular da 9ª Vara Civel de Goiania.
- Delegado Adjunto da ABRAME-GO
- Expositor espírita, ex- Presidente do Núcleo Espirita Casa de Jesus em Anápolis-GO, onde é co-mantenedor com Delnil Batista, o presidente.
- Co-fundador/mantenedor do Lar de Maria em Dianópolis-TO.
- Titular da Cadeira 9 da Academia Goiana de Letras, Cadeira 23 do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás -IHGG, Membro da União Brasileira de Escritores-GO e de outras Instituições literárias.
- Graduando em Jornalismo.
- Acadêmico de Filosofia e de História.
- Autor de 15 livros de história regional, poemas, crônicas, 3 de Direito. Em ebook inédito: Cristianismo Espírita.
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O casal de produtores rurais goianos e os dois filhos, que estavam no avião que explodiu em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo, seguem internados no Hospital Regional de Caraguatatuba. Segundo a Secretaria da Saúde de São Paulo, o estado de saúde de Mireylle Fries, de 41 anos, é grave.
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A mulher é a diretora financeira e administrativa do Grupo Fries - tradicional família de produtores de soja de Mineiros (GO), conhecida nacionalmente pela defesa ao meio ambiente.
O marido da empresária, Bruno Almeida Souza, de 48 anos, e os filhos, de 6 e 4 anos, têm quadro de saúde estável, sem fraturas ou ferimentos graves, segundo a pasta. Já Mireylle precisou ser submetida a um procedimento cirúrgico e chegou a ser entubada.
O quadro dela é delicado, mas ela segue respondendo bem ao tratamento e já foi extubada. A mulher deve ser transferida ainda hoje para o Hospital Sírio-Libanes, em São Paulo.
Familiares das vítimas já viajaram em outro jato particular da família para o estado paulista, a fim de acompanhar a recuperação do grupo e participar do sepultamento do piloto Paulo Seguetto, de 55 anos, que morreu na queda da aeronave.
A vítima fatal trabalhava a cerca de 10 anos para a família Fries - sendo responsável por conduzir a principal aeronave do grupo. Ele tinha quase 30 anos de experiência na aviação.

Transferência hospitalar
A família ficou ferida no acidente com um avião que ultrapassou a pista do aeroporto de Ubatuba e explodiu na Praia do Cruzeiro na manhã da última quinta-feira, 9. Além das vítimas, outras três pessoas foram atingidas pela aeronave em solo.
A família foi inicialmente levada para a Santa Casa de Ubatuba, hospital mais próximo do local do acidente. Durante a tarde de quinta-feira, os quatro foram transferidos, por etapas, para o hospital de referência em Caraguatatuba.
O primeiro a ser transferido foi o menino, por volta das 14h. Ao longo da tarde, por volta das 18h, o pai e a menina também foram levados para o Hospital Regional. Por fim, por volta das 19h, a mãe também deu entrada na unidade em Caraguatatuba.
Segundo a Santa Casa de Ubatuba, hospital onde a família estava antes de ser transferida, o local tem suporte emergencial de UTI para estabilizar casos graves. No entanto, a transferência teve que ser realizada para que os pacientes tenham acesso a um hospital com UTI estruturada e com outras especialidades médicas para um atendimento mais completo.
Queda a aeronave
O avião ultrapassou a pista do aeroporto de Ubatuba nesta quinta-feira e explodiu na Praia do Cruzeiro. O piloto morreu, enquanto a família foi resgatada das ferragens por populares. As vítimas estavam na cidade paulista à passeio, antes de voltar para o estado goiano para administrar a colheita de soja nas fazendas.
O aeroporto de Ubatuba tem uma pista curta, de apenas 940 m. O Cessna 525 precisa de 789 m para pouso, segundo o site da fabricante. A aeronave, com matrícula PR-GFS, modelo 525, foi fabricada em 2008 pela empresa Cessna Aircraft. Ela tem capacidade para sete passageiros, além de dois pilotos.
A Rede VOA informou que as condições climáticas eram ruins e a pista estava molhada. Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) disse que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foi acionado para a ocorrência e que, na ação inicial, são utilizadas técnicas específicas para realização de coleta e confirmação de dados, preservação dos elementos, verificação inicial de danos na aeronave, entre outras informações.
Investigado teria aproveitado a ausência da avó da vítima para cometer o crime. Suspeito precisou de atendimento médico após agressão

