Uma tentativa de impugnar judicialmente a atual diretoria do Jóquei Clube de Goiás foi indeferida pela Justiça. Ação, movida pela Chapa Jóquei Para Sempre, derrotada nas últimas eleições, havia alegado nulidades ocorridas no pleito, além de suposta inelegibilidade de Nívea de Paula e Isnard Borges Júnior, que disputaram como cabeças da Chapa Novo Jóquei.

Em sua decisão, a juíza Fláviah Lançoni Costa Pinheiro, da 15ª Vara Cível e Ambiental de Goiânia, concluiu pelo indeferimento do pedido formulado pela chapa derrotada nas eleições de janeiro deste ano por não ter conseguido provar as acusações feitas. Além disso, a magistrada alegou risco de instabilidade institucional caso o Jóquei Clube fosse destituído de todo o corpo de diretores atualmente à frente da entidade.

Na contestação apresentada pela chapa vencedora, foi juntada toda a documentação elaborada em conclusão do processo eleitoral, considerado pela autoridade judiciária como estando em conformidade com o que estabelecem os marcos legais devidos. “O trâmite da eleição foi certificado via ata notarial lavrada, no local, pelo 1º Tabelionato de Notas e Registros da Comarca de Goiânia”, salienta a atual presidente do Jóquei Clube de Goiás, Nívea de Paula.

De acordo com a gestora, a chapa perdedora iniciou uma ação sem estar em posse de qualquer elemento probatório de suas alegações, o que demonstra inconformidade com um resultado cuja legitimidade está documentalmente provada. “Eles estão tentando impugnar eleições que eles mesmos organizaram”, salienta.

Nívea também explica que a diretoria anterior exerceu dois dos cinco anos de seu mandato em caráter interino. Para a realização das eleições em janeiro deste ano, foram necessárias duas determinações judiciais em caráter liminar. “Foi necessária uma segunda limitar porque eles desobedeceram a primeira”, frisa Nívea de Paula.

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