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Prestar atenção aos sinais do corpo é essencial para a prevenção de doenças e para a manutenção da saúde. Muitas vezes, essas “pistas” aparecem nas unhas, que podem revelar informações valiosas sobre o seu estado de saúde.
Conforme a dermatologista Juliana Toma explicou ao portal Drauzio Varella, as unhas são formadas por queratina e têm a função de proteger as extremidades dos dedos, tanto das mãos quanto dos pés. Embora sejam compostas por células mortas, as unhas podem indicar diversos problemas de saúde.
“Elas são um reflexo da nossa saúde. Isso acontece porque tem muitas doenças, tanto sistêmicas quanto da própria pele ou da unha mesmo, que podem acometê-las”, apontou a médica.
Portanto, é importante observar mudanças como fragilidade, descamação, crescimento lento, manchas e, principalmente, listras. As listras longitudinais nas unhas, semelhantes a pequenas ondas, podem ser um sinal de desequilíbrio hormonal ou deficiência de minerais essenciais, como ferro, zinco e silício.
Essas linhas também podem ser indicativas de infecções causadas por vírus, bactérias ou fungos. Assim, a consulta a um profissional de saúde é fundamental para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.
A dermatologista Juliana ressalta que unhas saudáveis apresentam coloração rosada, consistência firme e estão bem aderidas ao leito ungueal, a área abaixo das unhas. Um crescimento normal é de aproximadamente um milímetro por mês.
Possíveis causas das listras nas unhas
- Envelhecimento: O envelhecimento natural do organismo reduz a renovação celular das unhas, resultando no desenvolvimento de linhas.
- Genética: A predisposição genética pode levar algumas pessoas a apresentar listras nas unhas, independentemente de sua idade ou estado de saúde.
- Desequilíbrios hormonais: Mudanças hormonais, como aquelas ocorridas na menopausa ou em distúrbios endócrinos, podem causar o surgimento dessas linhas.
- Deficiências nutricionais: Baixos níveis de nutrientes essenciais, como ferro, zinco e biotina, podem impactar a saúde das unhas e resultar na formação de listras.
- Trauma físico: Lesões nas unhas, como batidas em superfícies duras, podem provocar alterações temporárias, incluindo o aparecimento de linhas longitudinais.
- Doenças subjacentes: Condições médicas como artrite reumatoide, psoríase e problemas cardíacos também podem ser refletidas nas unhas.
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Um sobrevivente russo, Mikhail Pichugin, de 46 anos, foi resgatado após passar 67 dias à deriva em um bote inflável no mar de Okhotsk, enfrentando condições extremas de frio e fome. Ele e sua família partiram no início de agosto para uma expedição de observação de baleias, mas uma falha no motor da embarcação transformou o passeio em uma luta desesperada pela vida. O resgate foi feito na última segunda-feira, 14, quando um pesqueiro encontrou o bote a mais de 1.000 km de onde o trio havia começado a jornada.
Pichugin, seu irmão Sergei, de 49 anos, e seu sobrinho Ilia, de 15 anos, sairam da região de Khabarovsk, na ilha de Sakhalin, no dia 9 de agosto, a bordo de um catamarã Baikat 470. O objetivo era simples: observar baleias no remoto mar de Okhotsk, no Extremo Oriente russo.
No entanto, a volta para casa foi interrompida quando o motor da embarcação parou de funcionar. Sem meios de comunicação ou controle da embarcação, eles ficaram à mercê do mar e das condições climáticas severas.
Luta pela sobrevivência
Os esforços iniciais dos serviços de resgate foram frustrados, deixando o trio sozinho no oceano. Ao longo dos dias, o frio intenso e a falta de mantimentos tornaram a situação cada vez mais crítica. Mikhail Pichugin relatou que seu irmão e sobrinho não resistiram às condições adversas e faleceram. Desesperado, Pichugin tomou a decisão de amarrar os corpos de seus familiares ao bote para evitar que fossem levados pelas ondas, na esperança de que, eventualmente, todos fossem encontrados.
"Tínhamos apenas um saco de dormir com lã de camelo, mas ele estava molhado e não secava. Tentávamos nos aquecer debaixo dele, sacudindo para tirar um pouco da umidade", relatou Pichugin aos repórteres, de sua cama de hospital, na última quarta-feira (16). Mesmo com o equipamento limitado, ele e sua família conseguiram, inicialmente, se manter aquecidos e sobreviver por um período, mas as condições adversas logo pioraram.
Escassez de alimentos e água
A expedição havia sido planejada para durar cerca de duas semanas, com suprimentos suficientes para esse período. Eles levaram 20 litros de água potável, macarrão e ervilhas. Porém, conforme os dias se transformaram em semanas, os suprimentos se esgotaram.
Pichugin e sua família começaram a coletar água da chuva para sobreviver e tentaram pescar no mar. "Quando a água potável acabou, coletávamos água da chuva", disse Mikhail. A fome e a sede se tornaram companheiras constantes durante quase 70 dias à deriva.
Apesar dos esforços do trio, a luta contra a natureza foi desigual. Sergei e Ilia sucumbiram à desidratação, ao frio e à falta de alimentos. Para Mikhail, a força para continuar veio da fé. "Sobrevivi com a ajuda de Deus. Não tinha outra escolha. Tinha minha mãe e minha filha em casa", acrescentou.
Resgate e estado de saúde
O pesqueiro que encontrou Mikhail estava realizando uma rota de pesca quando avistou o pequeno bote inflável no vasto mar de Okhotsk. Pichugin estava desidratado, sofrendo de hipotermia, mas consciente. Ele foi levado imediatamente para o hospital regional de Magadan, onde recebeu tratamento. Segundo o médico-chefe Yury Lednev, o estado de saúde do sobrevivente era "mais ou menos estável", e ele estava sendo monitorado de perto para garantir uma recuperação completa.
A esposa de Mikhail, Ekaterina, compartilhou o alívio e a emoção de ter seu marido de volta. "Foi uma espécie de milagre que ele tenha sobrevivido", declarou. Ekaterina revelou que a expedição havia sido cuidadosamente planejada, com suprimentos suficientes para duas semanas, mas ninguém poderia prever a falha no motor e a terrível sequência de eventos que se seguiria.
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