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Explicações de diretor da Comurg sobre supergratificações não convencem vereadores

Ormando Pires disse em plenário que não recebeu gratificação acima do teto salarial e negou ter agido contra visita dos parlamentares [caption id="attachment_91234" align="alignleft" width="620"] Diretor da Comurg, Ormando Pires, negou ter orquestrado mobilização contra visita de vereadores à Companhia | Foto: Larissa Quixabeira[/caption] O diretor e ex-presidente da Companhia Municipal de Urbanização (Comurg), Ormando José Pires, compareceu na manhã desta quarta-feira (5/4) à Câmara Municipal para prestar esclarecimentos sobre ligações para as garagens em que determinava aos chefes que liberassem os servidores para uma manifestação contra uma comissão de vereadores que seria recebida pelo presidente da Comurg, Denes Pereira. [relacionadas artigos="90157,90071,89421"] Pires também é um  dos servidores da Comurg que recebeu um dos maiores quinquênios registrados na folha de pagamento da folha de referente ao mês de fevereiro. Com salário de R$2.394, Ormando recebeu em janeiro quinquênio de R$ 7.739,25 e, no mês seguinte esse valor saltou para R$ 21.690, segundo documentação apresentada pelo vereador Elias Vaz e encaminhada para auditoria no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). "As gratificações são um direito de todo servidor e os valores são definidos a partir de acordos coletivos trabalhistas. Como servidor, me atenho aos meus deveres e direitos, como qualquer outro", disse. Segundo o diretor, o alto valor de fevereiro se deve a um erro do departamento de pessoal e que não condiz ao montante líquido recebido por ele, pela existência de cortes e pelo corte do teto municipal. Diante das explicação do diretor, Elias Vaz não se mostrou satisfeito com as alegações. "Mesmo que tenha acumulado de um mês para outro, só de quinquênio são R$ 22 mil em dois meses. Isso é vergonhoso quando a maioria dos trabalhadores, inclusive da Comurg, ganham uma miséria. E essa fala de que é direito adquirido, isso é papo furado. Ele como ex-presidente da Comurg, foi no mínimo conivente com essa situação, poderia ter feito alguma coisa para coibir os 'supersalários'". A vereadora Priscilla Tejota (PSD), autora do requerimento para que as contas da Comurg fossem auditadas pelo TCM, também se mostrou insatisfeita com o exposto. "O senhor não respondeu nada. Escorregou que nem quiabo", disse em plenário. O relatório do tribunal divulgado na semana passada pede que as gratificações sejam suspensas até que a Corte tenha parecer definitivo sobre os quinquênios alvos de investigação. Outros vereadores, como Dra. Cristina Lopes (PSDB), GCM Romário Policarpo (PTC), Lucas Kitão (PSL), Alysson Lima (PRB), Eduardo Prado (PV) também questionaram o diretor da Comurg sobre a situação da companhia. Eduardo Prado, por exemplo, acusou a Comurg de efetuar o pagamento de R$600 mil a uma empresa para o recolhimento de lixo hospital, "mas o serviço não foi feito. Fato que precisa ser esclarecido". Manifestação Sobre a mobilização realizada por servidores na Comurg no último dia 22 de março, quando um grupo de vereadores fariam uma visita à Companhia, Ormando afirmou ter sido uma "mobilização trabalhista" e que "de forma alguma" orquestrou o ato. "Como servidor efetivo, tive conhecimento da mobilização, mas se não foram bem recebidos, não posso responder por quem participou. Posso dizer apenas que de forma alguma estive envolvido e, como diretor, nem poderia", afirmou Ormando Pires. A denúncia é de que mensagens enviadas por WhatsApp teriam espalhado boatos de que os parlamentares estariam defendendo o fim do quinquênio para todos os servidores da Comurg. “Tivemos a informação que diretores da Companhia liberaram os funcionários das garagens para participar dessa manifestação em uma tentativa desesperada dos marajás da Comurg, que estão tentando usar trabalhadores humildes como massa de manobra para não perder os seus benefícios”, afirmou Elias Vaz.

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