Política
Presidente reforçou suas afinidades políticas com líderes de centro-esquerda e se aproximou da ultra-direita
Vinícius Alves alegou incompatibildiade de agendas
Bolsonaro é acusado de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação
Processo entre os partidos ocorre depois de não terem conseguido ultrapassar a cláusula de desempenho nas eleições de 2022
De acordo com ele, desde que assumiu o cargo em janeiro de 2021, a oposição já começou ataques para minar e desgastar sua gestão
Vereadores da base do prefeito tem se articulado para atividades em conjunto no bloco Unidos por Goiânia
Fundo Constitucional do DF está fora do teto de gastos. Proposta ainda precisa ser aprovada no plenário
Chefes do executivo se reúnem com Arthur Lira nesta quinta-feira
De acordo com uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 20, pela Quaest, o índice de aprovação do governo Lula teve um aumento de 5% no geral nos últimos dois meses. Além disso, a aprovação de Lula entre os eleitores de Jair Bolsonaro teve um crescimento de 8% nesse mesmo período.
Em abril, o presidente da República contava com uma aprovação de 51%, e em junho esse número subiu para 56%. O índice de reprovação também teve uma queda de dois pontos percentuais, saindo de 42% para 40%. No mesmo período, apenas 14% dos brasileiros que votaram pela reeleição do ex-presidente tinham uma avaliação positiva do governo Lula, mas em junho esse índice chegou a 22%.
Para 32% dos brasileiros, a economia do país melhorou nos últimos seis meses. O primeiro semestre do governo Lula também teve avaliação positiva de 37% dos eleitores, contra 33% de Bolsonaro no mesmo período de seu governo.
Em comparação aos dois primeiros mandatos de Lula, de 2003 a 2011, cerca de 35% dos brasileiros consideram que este mandato está melhor. A avaliação positiva sobre este mandato em comparação aos dois primeiros apontou uma queda de 18% em relação à Quaest divulgada em abril.
Além demonstrar confiança em Daniel, governador se coloca cada vez mais presente em eventos de projeção nacional
“Eu represento apenas um voto dentro do PSB”, disse o senador
Em entrevista ao Jornal Opção, o senador Jorge Kajuru (PSB) comenta que o cenário das eleições goianienses de 2024 parece estar desenhado. Na visão dele, se o presidente Lula conseguir alcançar aprovação superior a 50% até o final do ano, o partido dos trabalhadores (PT) lançará candidatura competitiva. Nesse cenário, uma aliança do PSB para vice do PT não estaria descartada. "Em Goiânia o bolsonarismo não domina, diferente das cidades mais ligadas ao agro do Estado. E, se o Lula estiver bem Adriana Accorsi e Elias Vaz seria uma chapa competitiva", projeta Kajuru.
Quanto à aliança com o PSD de Vanderlan Cardoso, essa possibilidade também não pode ser desconsiderada. Mas, Kajuru ressalta que a definição do arranjo dependerá, sobretudo, da avaliação positiva do governo federal e de suas medidas econômicas.
Em sua análise, o governador Ronaldo Caiado teria três nomes para a disputa de 2024: Ana Paula Rezende, Bruno Peixoto e Gustavo Mendanha. E, sobre o atual prefeito Rogério Cruz, senador considera que virada poderia acontecer se "ele ouvisse mais Jovair Arantes que é uma águia política", explica. Kajuru preferiu não comentar possíveis cenários para as outras cidades goianas.
Sobre adesão de Marconi Perillo ao PSB
E, sobre abrir as portas do partido para o ex-governador Marconi Perillo, o senador disse que houve um exagero na interpretação do seu comentário. "Eu disse que não mais quero viver de ódio, mas isso absolutamente não significa que estou abrindo o partido para o Marconi Perillo. Quero deixar claro que todas as filiações precisam ser por unanimidade. Eu represento apenas um voto dentro do PSB", explicou.
Parlamentares divergem sobre projeto de lei que visa restringir jogos de futebol em horários considerados de pico
De malas prontas para o Patriota, deputada afirma que foco está nas eleições municipais
O governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) visita Goiás no próximo dia 1º para um evento da legenda. Seu foco é fortalecer seu nome para uma possível disputa das eleições em 2026. A última visita do tucano em Goiás foi em janeiro. Ele esteve na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para receber um título de Cidadania Goiana.


