Política

Ex-presidente considera presidente nacional do PSD responsável pelo partido votar a favor da CPMI do 8 de Janeiro

Colaboração: Raphael Bezerra
O ex-senador e advogado Demóstenes Torres será o advogado do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos. O militar foi alvo da operação Tempus Veritatis, que investiga a formação de organização criminosa formada no núcleo do governo do ex-presidente, Jair Bolsonaro, para tentar um golpe de Estado.
Ao Jornal Opção, Demóstenes disse que Garnier procurou o escritório em Brasília na quinta-feira, 8. O advogado disse que já pediu acesso aos autos do processo e que ainda não poderia comentar nada até tomar conhecimento de todas as acusações que envolvem seu novo cliente.
Garnier foi citado na delação do ex-ajudante de ordens tenente-coronel Mauro Cid como o único chefe de uma Força a encampar o plano golpista de manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.
Conforme o relato de Cid, o almirante teria dito ao ex-presidente, em reunião no Palácio da Alvorada, que a sua tropa estava pronta para atender a um chamamento de Bolsonaro. Naquela ocasião, o comando do Exército não embarcou na trama, de acordo com Cid.
Garnier também foi alvo de indiciamento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito atos antidemocráticos do 8 de janeiro pelos crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

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O ex-prefeito de Trindade e pré-candidato à Prefeitura de Goiânia, Jânio Darrot (MDB) está em Ceres, na região central do estado, acompanhando a filha, Luciana Darrot, que foi submetida a uma cirurgia de grande porte no quadril nesta quinta-feira,8.
Luciana mora em Ceres e a ida do empresário até a cidade já estava programada. O pré-candidato à Prefeitura retorna para Goiânia na próxima semana para dar continuidade às articulações políticas em torno do seu nome.
Jânio deve se reunir logo depois do carnaval com a bancada de vereadores do MDB. Os parlamentares foram convidados por ele para conversarem sobre o projeto dele, do partido e do governo para Goiânia.
A bancada ainda não foi informada de uma data certa para a reunião. O vereador Henrique Alves (MDB) disse ao Opção que está aguardando a confirmação e falou que os parlamentares estão dispostos a contribuir dada a experiência política e administrativa do ex-prefeito.
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O ex-presidente do PSD e ex-deputado federal, Vilmar Rocha se encontrou nesta quarta-feira, 7, com o governador Ronaldo Caiado (UB). O ex-deputado se colocou a disposição para atuar na articulação política pela pré-candidatura do governador à Presidência da República
Desde o início do seu segundo mandato Caiado tem se movimentado e já se coloca como pré-candidato. Esse foi o principal tema tratado entre os dois durante mais de uma hora de conversa.
Rocha disse que se colocou à disposição do governador para atuar na articulação política. O ex-deputado tem muita influência em Brasília e também um bom diálogo com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, secretário de governo do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos - SP).
“Uma candidatura presidencial tem que começar quatro anos antes. Eu estou pronto para engajar na articulação nacional pela pré-candidatura dele a presente”, afirmou. Rocha ainda disse que no atual cenário político a centro-direita só tem dois nomes que são de Caiado e Tarcísio.
Sobre o discurso político Rocha disse que Caiado precisa continuar fazendo da segurança pública em Goiás a principal bandeira nos discursos. “Você precisa ter um tema central e a segurança pública em Goiás é um dos pontos positivos. O governador tem se apropriado legitimamente desse tema.
Em outubro do ano passado Vilmar Rocha levou Caiado para ministrar uma palestra na Associação Comercial de São Paulo, na época o governador foi junto com Vilmar, a convite de Afif Domingos, secretário de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, para um encontro com Tarcísio e em seguida jantou na casa de Kassab.
Vilmar Rocha foi candidato ao Senador nas eleições de 2022 pela base de apoio do governador, na época ele ainda presidia a legenda, mas durante o pleito ele não teve o apoio do senador Vanderlan Cardoso (PSD), que atualmente preside o PSD em Goiás.
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