Meio Ambiente
Número é menor do que o registrado em 2019; naquela pesquisa, 86% se opuseram à prática criminosa
A maior feira da Região Centro-Oeste voltada para a agricultura familiar, a Agro Centro-Oeste Familiar 2023, vai ser realizada de 17 a 20 de maio de 2023, em Goiânia, no Centro de Cultura e Eventos Professor Ricardo Freua Bufáiçal, no Câmpus Samambaia da Universidade Federal de Goiás. Em sua 20ª edição, o evento vai abordar o tema “Mais comida, menos agrotóxicos”.
A Agro Centro-Oeste Familiar ocorre anualmente com revezamento de sedes. Um ano é realizado em uma instituição pública de ensino superior (Ipes) de Goiás e no outro no Centro de Eventos da UFG. Na edição comemorativa dos 20 anos do evento, a Agro Centro-Oeste Familiar 2023 está de volta à UFG.

O evento reúne diferentes parceiros que, juntos, organizam, realizam e recebem aproximadamente 8 mil pessoas durante os quatro dias de evento. O público-alvo são estudantes de todas as fases do ensino, profissionais de diversas áreas, pesquisadores, agricultores familiares, extensionistas e o público em geral.
Entre as principais atividades desenvolvidas estão a feira da agricultura familiar e da economia solidária, cursos, minicursos, palestras, dias de campo, workshops, seminário científico, exposição de tecnologias, cozinha camponesa, fazendinha agroecológica e atividades culturais.
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O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse hoje, 30, no Dia Internacional de Desperdício Zero, que a data tem como meta a conscientização sobre a importância de promover padrões sustentáveis de consumo e produção.
Em mensagem pelo dia, ele lembrou que, todo ano, 2 bilhões de toneladas de resíduos sólidos são gerados, mas 33% não recebem tratamento adequado. A quantidade equivale a um caminhão de lixo cheio de plástico sendo despejado no oceano a cada minuto.
Alimentos
Segundo Guterres, 10% de todas as emissões globais de gases de efeito estufa vêm do cultivo, armazenamento e transporte de alimentos “que nunca são usados”.
Para mudar esse cenário, ele pede que o mundo invista maciçamente em sistemas e políticas modernas de gerenciamento de resíduos, que incentivem as pessoas a reutilizar e reciclar tudo, “desde garrafas plásticas até eletrônicos antigos”.
Desperdício
Para o secretário, é preciso “declarar guerra ao lixo” e os consumidores devem agir de forma mais consciente. Ele também cita empresas que precisam contribuir para uma “economia circular e sem desperdício”.
Segundo dados da ONU, o setor de resíduos é parte da tripla crise planetária de mudança climática, perda da biodiversidade e poluição. Os objetivos das iniciativas de desperdício zero são proteger o meio ambiente, aumentar a segurança alimentar e melhorar a saúde e o bem-estar humanos.
A Estratégia Global para Consumo e Produção Sustentáveis pode orientar essa transição. Estabelecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas, Estados-membros e partes interessadas, o documento propõe a adoção de objetivos sustentáveis de consumo e produção em todos os setores até 2030.
Lixo
O levantamento da ONU aponta que a humanidade gera cerca de 2,24 bilhões de toneladas de resíduos sólidos anualmente, dos quais apenas 55% são gerenciados em instalações controladas.
Todos os anos, cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos são perdidos ou desperdiçados e até 14 milhões de toneladas de resíduos plásticos entram nos ecossistemas aquáticos.
*Com informações da ONU News
Situação precária do rio chamou atenção dos pesquisadores
A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) monitora a qualidade da água das bacias hidrográficas que atravessam o estado. A gestão da água em Goiás é definida em um espaço equipado com monitores, mapas e gráficos do Centro de Informações Meteorológicas do Estado (Cimehgo). O controle da qualidade da água é realizado por um laboratório de análises ambientais que monitora 120 pontos de água em 80 municípios.
Os dados colhidos no laboratório subsidiam a tomada de decisões importantes, como a de emitir outorgas de uso de água. No site do Cimehgo, a Semad disponibiliza os seus dados meteorológicos e pluviométricos para produtores, empresários e para qualquer interessado.
“São mais de 35 indicadores analíticos de extrema importância, utilizados para monitoramento da qualidade da água de rios, ribeirões e bacias hidrográficas”, afirma André Amorim, gerente do Cimehgo. Nesse mesmo laboratório é feito o monitoramento 24 horas por dia da bacia hidrográfica do Rio Meia Ponte, principal fonte de abastecimento da região metropolitana de Goiânia.
Semana da Água
No âmbito da Semana da Água, entre 21 e 26 de março de 2023, previsões meteorológicas levantadas pelo Cimehgo pautam o planejamento de ações integradas com outros órgãos como, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento de Goiás (Seapa), de modo a garantir a segurança da população.
Quando as previsões indicam chuvas intensas por um período prolongado, o Estado pode planejar medidas preventivas junto às comunidades que vivem em áreas de alagamento e junto aos proprietários de barragens para que sejam feitas manutenções dos barramentos.
Sete anos após início do reflorestamento, o plantio de vegetação típica já alcança mil hectares nas duas reservas e ultrapassa 70% da área que vai receber esse trabalho. Meta do Governo de Goiás é ultrapassar 2 milhões de mudas até 2025
Mecanismo deverá ter como foco investimentos públicos e privados em tecnologia sustentável nos 2 países, diz jornal
O novo texto exige uma série de informações por parte de quem vende e responsabiliza criminalmente aqueles que falsearem os dados para operação de compra e venda do metal
Estima-se que cerca de 50% da população goiana utilize as águas do rio para atividades diárias.
Dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2022 mostram que a geração de resíduos plásticos nas cidades brasileiras foi de 13,7 milhões de toneladas em 2022, ou 64 quilos por pessoa no ano. A publicação, divulgada hoje, 22, é elaborada pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).
De acordo com a pesquisa, o resíduo plástico é o tipo de poluente mais encontrado nos corpos hídricos do planeta: corresponde a 48,5% dos materiais que vazam para os mares. “Os dados mais recentes mostram que cerca de 22 milhões de toneladas de plásticos vazam para o meio ambiente a cada ano em todo o mundo, e uma parte considerável desses materiais tem os oceanos como destino”, destaca o presidente da Abrelpe e presidente da International Solid Waste Association, Carlos Silva Filho.
No Brasil, segundo a Abrelpe, mais de 3 milhões de toneladas de resíduos sólidos vão parar nos rios e mares todos os anos, quantidade suficiente para cobrir mais de 7 mil campos de futebol. “A melhor solução para o problema do lixo no mar reside justamente no aperfeiçoamento dos sistemas e infraestruturas de limpeza urbana nas cidades, que deve ocorrer com programas permanentes de educação ambiental implementados em todas as camadas da população”, diz Silva Filho.
Segundo a Abrelpe, cerca de 80% do total de resíduos encontrados nos mares são oriundos de atividades humanas desenvolvidas no continente, seja no litoral ou em regiões onde correm rios que deságuam em ambientes marinhos.
*Com informações da Agência Brasil.
Cenário considera impacto do ritmo de exploração agropecuária no bioma


