Bastidores

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Iris Rezende tenta mas não consegue iludir José Nelto e Daniel Vilela

Nos bastidores, o ex-prefeito de Goiânia articulou Nailton Oliveira, que não tem a mesma força política dos deputados

Lúcio Flávio fala em renovação e alia-se a Sebastião Macalé. Dá para acreditar no candidato?

Renovação é apenas um palavra bonita, mas sem efeito algum diante do pragmatismo político? É o que parece

Luiz Bittencourt vai mesmo disputar a Prefeitura de Goiânia pelo PTB. É pra valer

Jovair Arantes marcou almoço com os deputados estaduais do partido para segunda-feira. Vai comunicá-los da pré-candidatura

Ceser Donizete garante que João Gomes será candidato a prefeito de Anápolis pelo PT

Presidente do PT afirma, em nota, que assédio ao prefeito sugere que está fazendo um “trabalho exemplar”

Helenir Queiroz critica site do PMDB. Ela não viajou para a Europa com a comitiva de Marconi Perillo

Sem checar, site organizado pelo deputado estadual José Nelto comete grave equívoco a respeito da presidente da Acieg

Governo de Goiás pode devolver concessões de água para os municípios

Os municípios, e não mais o governo do Estado, teria de batalhar por recursos federais para investir em água e esgoto

Marconi surpreende até auxiliares pelo ritmo frenético de suas ações na Europa

O tucano-chefe, além de participar de encontros diários, liga todos os dias para José Eliton e auxiliares

Investidores europeus realçam visão estrutural de Marconi. Aprovam seu realismo com esperança

Assuntos como privatização e tamanho do Estado são alguns dos temas discutidos pelo tucano-chefe na Europa

Santana Gomes faz uma defesa firme do governo Marconi. Deputados jovens moitam

O governismo cobra um pouco mais de ação de Lucas Calil, Diego Sorgatto e José Antônio

Goiás vai ganhar mais duas universidades federais

Governador Marconi Perillo convenceu a presidente Dilma Rousseff que o Estado precisa de mais universidades públicas

Governo pode fazer uma reforma no secretariado em dezembro

O governador Marconi Perillo pode fazer uma ampla reforma no secretariado em dezembro. O tucano-chefe pode até remover peças importantes, as chamadas vacas sagradas, até então imexíveis na equipe. A ideia é dar uma boa sacudida no governo. Raquel Teixeira, por exemplo, é respeitadíssima. Mas tende a não conseguir implementar as OSs na Educação.

José Paulo Loureiro é cotado para assumir a presidência de um órgão do governo de Goiás

Se indicado, missão do ex-secretário da Fazenda será tornar o órgão mais proativo e menos burocrático

Ao bancar Nailton, Irismo trai José Nelto, que decide se aliar a Daniel Vilela

José Nelto teria sido iludido pelo irismo, inclusive por Iris Araújo

Andressa Mendonça cita amor para justificar retomada do casamento com Carlos Cachoeira

“É o amor, não tem motivação maior”, diz Andressa Mendonça. Cachoeira concorda: “É verdade”

Disputa pelo comando do PMDB põe em jogo quem será candidato a governador em 2018

[caption id="attachment_48766" align="alignleft" width="620"]Daniel Vilela e Ronaldo Caiado: eleição para o diretório começa a escolher qual candidato será apoiado pelo PMDB em 2018 Daniel Vilela e Ronaldo Caiado: eleição para o diretório começa a escolher qual candidato será apoiado pelo PMDB em 2018[/caption] O PMDB elege seu próximo Diretório Estadual no sábado, 24. A impressão que se tem, lendo os jornais, é que se trata de uma mera disputa, envolvendo o deputado federal Daniel Vilela, o deputado José Nelto e o ex-prefeito Nailton Oliveira, para, escolhido os integrantes do Diretório, definir a executiva e, daí, o político que vai assumir a presidência do partido. Isto é a árvore, mas é preciso ver algo mais na obscuridade da floresta. Não está em jogo apenas a disputa pelo comando do Diretório e os políticos que querem controlá-lo sabem disso. Há uma guerra, por vezes sutil, entre dois grupos que, embora rivais, eventualmente se unem para disputas eleitorais. De um lado, está Iris Rezende, que até pode ser eleito prefeito de Goiânia, mas é um político em franca decadência, no sentido de que, se tem um presente, não tem futuro. Em 2016, quando deve postular mandato na capital, terá 83 anos. De outro lado, está Maguito Vilela, de 66 anos. Ao contrário de Iris, Maguito é um líder relutante, que fez opção preferencial pela conciliação. Há momentos em que parece que vai confrontar o peemedebista-chefe, mas, de repente, recua, postando-se num confortável segundo plano. Isto faz com que não se torne o líder que todos esperam para substituir Iris. Entretanto, depois de relutar tanto, de ceder às pressões, Maguito agora terá de enfrentar Iris. Porque sabe que, se não o fizer, e desde já, o veterano político continuará dando as cartas, inclusive em 2018. O projeto que está em jogo, quando se disputar o comando do PMDB, é o do governo do Estado, em 2018. O grupo que eleger o presidente agora possivelmente conseguirá bancar o candidato a governador daqui a três anos. Se fizer o presidente do partido — está jogando com dois nomes, Nailton, seu preferido, e Nelto — e se for eleito prefeito de Goiânia, Iris terá grande chance de bancar o próximo candidato a governador. Para 2018, Iris quer apostar num candidato que seja visceralmente antimarconista — daí sua aproximação com Ronaldo Caiado, não importando se é filiado a outro partido, o DEM, e não ao PMDB. Mas precisa ter poder para bancá-lo. Daniel pretende disputar o governo já em 2018, tentando repetir o fenômeno Marconi Perillo de 1998. Se conseguir se tornar presidente do PMDB, derrotando os candidatos de Iris, terá dado meio passo para ser o postulante do partido. Com o apoio de um deputado federal, Pedro Chaves, e possivelmente com os prefeitos de Aparecida de Goiânia e Jataí, para citar dois municípios emblemáticos — além de Maguito Vilela, Humberto Machado, que não estarão mais no poder, e do ex-deputado federal Leandro Vilela —, se estiver na presidência do partido, Daniel Vilela tende a ser o próprio candidato a governador do PMDB. Entretanto, se perder o comando do PMDB para um irista, Nailton, e um quase-irista, Nelto, a situação de Daniel ficará complicada. Mas os peemedebistas estão numa encruzilhada. Um caminho, com Daniel, sinaliza para a renovação. O outro caminho é o da tradição, o do irismo.