Bastidores

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Benitez Calil diz que Abelardo Vaz não perde em Inhumas

[caption id="attachment_62714" align="alignright" width="620"]Abelardo Vaz Abelardo Vaz[/caption] “Como diria Galvão Bueno, o locutor da Fórmula 1: ‘Abelardo Vaz não perde mais; pelo contrário, vai ser eleito prefeito com mais de 60% dos votos de Inhumas”, afirma Benitez Calil, presidente do PSL em Goiás. Aliados de Dioji Ikeda sustentam que o prefeito “trabalhou muito”, mas divulgou mal o que fez em Inhumas. Deixou para divulgar na última hora e aí não funcionou mais, porque soou como propaganda política para atrair eleitores.  

Jovem e articulado, Gustavo Cruvinel é candidato a vereador e apoia Vanderlan Cardoso

O integrante do Partido Verde é filho do ex-deputado Honor Cruvinel, presidente do Tribunal de Contas do Estado de Goiás

Aliados que mantêm ligação com Caiado e Daniel Vilela desagradam Marconi Perillo

[caption id="attachment_73109" align="alignright" width="620"]Governador Marconi Perillo Governador Marconi Perillo[/caption] O governador de Goiás, Marconi Perillo, não vai admitir publicamente. Mas está contrariado com deputados e candidatos da base governista que usam “falas” e “ataques” de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela na propaganda eleitoral — como é o caso do candidato a prefeito do PR em Itumbiara, Álvaro Guimarães. O tucano-chefe vai cobrar a fatura depois de lacradas as urnas.

Roberto do Orion ataca o governo de Marconi Perillo, assim como aliança de tucano em Nerópolis

[caption id="attachment_75874" align="alignright" width="620"]Fabiano da Saneago e Roberto do Orion Fabiano da Saneago e Roberto do Orion[/caption] Em Anápolis, registra o sismógrafo político do Palácio das Esmeraldas, Roberto do Orion Naves, o candidato a prefeito pela aliança PTB-PSD-PTN, tem sido o mais agressivo com o governo do Estado. Roberto Naves pode ir para o segundo turno contra o prefeito João Gomes, do PT. Se o quadro for este, é possível que Marconi Perillo apoie o petista, que não o ataca. Em Nerópolis, o grupo que apoia Fabiano ex-Saneago ataca o tucano-chefe com uma virulência ímpar. O mais curioso é que Fabiano é filiado ao PSDB. Seu vice é do PMDB e é quem comanda as críticas ao governo do tucano-chefe.

Carlos Antônio diz que apoio de Marconi Perillo será decisivo para sua virada em Anápolis

[caption id="attachment_61813" align="alignright" width="620"]Foto: Renan Accioly/ Jornal Opção Foto: Renan Accioly/ Jornal Opção[/caption] O candidato do PSDB a prefeito de Anápolis, Carlos Antônio, tem dito que, depois que o governador Marconi Perillo apareceu no programa de TV apoiando sua candidatura, ele cresceu e pode até disputar o segundo turno contra o petista João Gomes. Os aliados de Carlos Antônio diz que o deputado vai surpreender e, ao final, será eleito prefeito de Goiânia. “Recentemente, em encontro com empresários, fui considerado o mais bem preparado para gerir Anápolis”, afirma Carlos Antônio.

Rogério Troncoso pode ser reeleito em Morrinhos com 90% dos votos

Rogério Troncoso pode ser reeleito em Morrinhos com 90% dos votos

Leia trecho de depoimento no qual Eike Batista incrimina Guido Mantega. Deu 5 milhões em propina

Em depoimento ao Ministério Público Federal, Eike Batista disse que Guido Mantega, quando ministro da Fazenda, pediu-lhe 5 milhões de reais. O dinheiro foi repassado para o esquema de Mônica e João Santana

Jornal Opção se retrata e reconhece qualidades e imparcialidade do jornalista Cleomar Almeida

Com relação às matérias publicadas nas edições 2094 e 2104 deste Jornal, na coluna /BASTIDORES, a primeira sob título “COLUNISTA DE O POPULAR TENTA DESMENTIR O PRÓPRIO JORNAL E PASSA RECIBO EM ERRO DO PRESIDENTE DA OAB” e a segunda sob título "CLEOMAR ALMEIDA, DE O POPULAR, PUBLICA NOTA FALSA PARA FAVORECER ENIL HENRIQUE E É OBRIGADO A RECUAR", o JORNAL OPÇÃO vem em público manifestar retratação para com CLEOMAR ALMEIDA, reconhecendo as qualidades e imparcialidade do mencionado profissional.

Polícia Federal prende o ex-ministro Guido Mantega

O ex-ministro da Fazenda é suspeito de arrecadar propina para pagar dívidas de campanhas do PT, em 2012

Iris Rezende aumenta artilharia porque teme que Vanderlan Cardoso vá para o 2º turno em 1º lugar

Irismo ataca o candidato do PSB cada vez com mais intensidade porque teme que sua ascensão seja incontrolável. O peemedebista tenta barrá-la

Nota do Jornal Opção sobre Santo Antônio do Descoberto não levou em conta pesquisa eleitoral

Por decisão judicial, o Jornal Opção esclarece que a nota publicada na coluna Bastidores da edição 2150 que trata sobre possíveis favoritos na eleição para prefeitos do Entorno do Distrito Federal não levou em conta pesquisa eleitoral na cidade de Santo Antônio do Descoberto. À época da publicação, não havia sequer pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o referido município. Se tratava, apenas, de especulação jornalística, que analisou o quadro eleitoral sem embasamento científico. Na própria nota, este veículo deixa claro que "apontar favoritos não é o mesmo que sugerir que estão eleitos". O "listão" produzido pela coluna, embora tenha apontado os chamados favoritos, não teve como objetivo indicar, nem sugerir, que já estariam eleitos.

Peemedebista admite que bater em Vanderlan é torná-lo mais conhecido e, assim, ele ganha mais votos

O candidato do PSB parece que tomou fermento e está crescendo aos saltos. É o verdadeiro Pó Royal na disputa pela Prefeitura de Goiânia

Jorcelino Braga precisa acordar Iris Rezende. Se continuar dormindo, Vanderlan leva no 1º turno

O candidato do PMDB parece que vive noutra galáxia e acredita que pode ser eleito no primeiro turno. Ele não é mesmo contemporâneo dos atuais goianienses

Virada em Goiânia tem a ver com o fato de que Iris Rezende tem teto e Vanderlan Cardoso não tem teto

O crescimento do postulante do PSB é contínuo e aos saltos. O candidato do PMDB mantém-se estagnado, o que pode prejudica-lo no segundo turno [caption id="attachment_74791" align="aligncenter" width="620"]Arquivo Iris Rezende (PMDB) e Vanderlan Cardoso (PSB): expectativa de poder mudou de lado, agora está com do segundo | Fotos do Jornal Opção[/caption] Os números não mentem, mas podem e devem ser interpretados. As últimas pesquisas de intenção de voto divulgadas a respeito da disputa pela Prefeitura de Goiânia contêm dados instigantes, mas não devidamente registrados pelos jornais que divulgam os números de maneira seca, dando a interpretação óbvia. Uma informação que pode ser extraída, e é até óbvia mas não é vulgarizada: as pesquisas Ibope e Serpes indicam que Iris Rezende (PMDB) tem mesmo teto — não passa de 37,6% (Serpes deste domingo, 18). Está absolutamente estagnado — o que poderá prejudicá-lo no segundo turno, porque sua expectativa de poder se tornará frágil. A outra informação é que Vanderlan Cardoso (PSB), que está crescendo de maneira contínua e aos saltos (27,1%, segundo o Serpes deste domingo), não tem teto, ao menos até agora. O que significa que, no segundo turno, senhor da expectativa de poder, poderá derrotar o postulante do PMDB. Uma virada é amplamente possível. Sobretudo, ninguém deve se surpreender se Vanderlan Cardoso for para o segundo turno em primeiro lugar, com Iris Rezende em segundo lugar.

Como não se renova, o PMDB se tornou uma máquina de produzir derrotas em série

[caption id="attachment_70769" align="aligncenter" width="620"]Iris Rezende, durante evento em que anunciou a "aposentadoria política" | Foto: Alexandre Parrode/Jornal Opção Iris Rezende, durante evento em que anunciou a "aposentadoria política" | Foto: Alexandre Parrode/Jornal Opção[/caption] Os líderes do PMDB não conseguem entender as mudanças da sociedade e, portanto, do eleitorado de Goiás e de Goiânia. Desde 1998, o eleitorado vem sugerindo, por intermédio do voto, que o partido se renove. Entretanto, demonstrando profunda desconexão com a realidade, seus principais líderes não conseguem perceber o que de fato ocorre nas entranhas da sociedade. Em cinco eleições para governador de Goiás, entre 1998 e 2014, o peemedebismo bancou apenas dois candidatos — Iris Rezende, em 1998, 2010 e 2014, e Maguito Vilela, em 2002 e 2006. Em nenhum momento, fez-se a reflexão devida, notando os próprios equívocos — produzindo interpretações insuficientes e limitadoras, como acusar o adversário de “gastar muito” e outras puerilidades —, a respeito das cinco derrotas. Em 2016, depois que Daniel Vilela, um jovem, assumiu a presidência do PMDB regional, derrotando o candidato de Iris Rezende, pensou-se: “Agora, sim, o partido vai renovar seus quadros”. Lego engano. Ao manter-se como um partido encanecido, que envelheceu por não entender a sociedade em que está instalado, o PMDB decidiu, mais uma vez, investir em Iris Rezende, de 83 anos (em dezembro), para prefeito de Goiânia. Dizia-se: “Ninguém ganha de Iris Rezende”. De fato, enquanto não havia um candidato competitivo mais conhecido, Iris Rezende nadava de braçada. Acreditava-se, entre os luas cinzas do irismo, que o adversário do peemedebismo seria o delegado Waldir Soares, do PR. Isto mostra a incapacidade dos líderes do PMDB de apreender o quadro político real. Na verdade, a polarização entre o peemedebista e o deputado-delegado era ilusória, refletindo um quadro mais de conhecimento dos nomes dos postulantes. Se tivessem uma percepção mais aguçada, os peemedebistas teriam entendido que, a médio prazo, desde que se tornasse mais conhecido e pudesse expor suas ideias — e se apresentar mesmo —, o candidato que tenderia a crescer, como de fato está crescendo, era (é) Vanderlan Cardoso. Como demorou a entender o fenômeno Vanderlan Cardoso — que, por certo, é visto como um Iris Rezende remoçado e modernizado —, o peemedebismo não conseguiu produzir uma crítica adequada ao postulante do PSB. Aos 53 anos, empreendedor bem-sucedido na área privada, com a empresa Cicopal, e na área pública, como prefeito de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso consolidou-se, na avaliação dos eleitores, como o candidato alternativo a Iris Rezende. É sua modernização. O que o PMDB deveria ter feito? Bancado Daniel Vilela, jovem e com energia, para disputar a Prefeitura de Goiânia. Ao não se renovar, o PMDB se envelhece e facilita o trabalho de seus adversários. Não é à toa que o PMDB se tornou a sobremesa preferida do governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB. O partido, sob a liderança cansada e desesperançada de Iris Rezende, se tornou “o” freguês. Sabe aquele lutador famoso de MMA que se tornou “escada” para os lutadores mais jovens? O PMDB, que se não renova, é este lutador famoso e combalido. É o Bob Sapp da política.