Virada em Goiânia tem a ver com o fato de que Iris Rezende tem teto e Vanderlan Cardoso não tem teto

O crescimento do postulante do PSB é contínuo e aos saltos. O candidato do PMDB mantém-se estagnado, o que pode prejudica-lo no segundo turno

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Iris Rezende (PMDB) e Vanderlan Cardoso (PSB): expectativa de poder mudou de lado, agora está com do segundo | Fotos do Jornal Opção

Os números não mentem, mas podem e devem ser interpretados. As últimas pesquisas de intenção de voto divulgadas a respeito da disputa pela Prefeitura de Goiânia contêm dados instigantes, mas não devidamente registrados pelos jornais que divulgam os números de maneira seca, dando a interpretação óbvia. Uma informação que pode ser extraída, e é até óbvia mas não é vulgarizada: as pesquisas Ibope e Serpes indicam que Iris Rezende (PMDB) tem mesmo teto — não passa de 37,6% (Serpes deste domingo, 18). Está absolutamente estagnado — o que poderá prejudicá-lo no segundo turno, porque sua expectativa de poder se tornará frágil. A outra informação é que Vanderlan Cardoso (PSB), que está crescendo de maneira contínua e aos saltos (27,1%, segundo o Serpes deste domingo), não tem teto, ao menos até agora. O que significa que, no segundo turno, senhor da expectativa de poder, poderá derrotar o postulante do PMDB.

Uma virada é amplamente possível. Sobretudo, ninguém deve se surpreender se Vanderlan Cardoso for para o segundo turno em primeiro lugar, com Iris Rezende em segundo lugar.

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