Bastidores
TBC entrevistou o ministro Alexandre Baldy, o ex-senador Demóstenes Torres e o presidenciável Álvaro Dias
A secretária da Educação, Raquel Teixeira, e o deputado federal Thiago Peixoto têm trocado afagos nas inaugurações de escolas. O líder do PSD foi secretário da Educação no terceiro mandato do governador de Goiás, Marconi Perillo. O Estado alcançou os melhores números no Ideb na gestão de Thiago Peixoto. Raquel Teixeira prevê que, neste ano, a terra de Bernardo Élis e José J. Veiga voltará às primeiras colocações.
O governador visita cidades, leva obras e compartilha recursos financeiros com as prefeituras
O Centro de Referência e Excelência em Dependência Química (Credeq) de Goianésia (10.000,56 m² de área construída) recebeu investimento de R$ 28,23 milhões e é composto pelo Núcleo de Apoio (setor de nutrição, lavanderia, almoxarifado e vestiários para funcionários); Núcleo Esportivo (quadra poliesportiva, quadra de peteca, quadra de futebol society, vestiários e jardim); Área dos Ambulatórios, praça e esplanada; Núcleos dos Internos Adultos (dependências e 42 leitos), de Adolescentes (dependências e 42 leitos), e das Crianças (dependências e 12 leitos).
Há políticos na base aliada que defendem a indicação do ministro das Cidades, Alexandre Baldy (PP), para vice do candidato a governador José Eliton (PSDB). A presença de Baldy na chapa vai além de garantir o PP na coligação. Ele hoje coordena um ministério com orçamento bilionário (com obras de grande impacto em habitação e mobilidade), é um dos auxiliares mais prestigiados pelo presidente Michel Temer (MDB) e é braço direito do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), em articulações importantes no Congresso Nacional. Baldy também ótimo trânsito junto à classe empresarial em Goiás, o que resulta das conexões que ele construiu como secretário de Indústria e Comércio do Estado entre 2011 e o começo de 2014. O que se comenta nos bastidores é que, a princípio, Baldy disputará a reeleição para deputado federal. A revista Época publicou nota em que aposta que ele será campeão de votos em Goiás, caso decida mesmo buscar a renovação do seu mandato.
Especialista frisa que próximo gestor de Goiás deve ser aquele que encarnar o sentimento anti-caiadista
José Eliton também pode ser beneficiado pelo sentimento de que é preciso derrotar as forças do conservantismo
O prefeito já estaria sugerindo que a secretária da Saúde está “jogando” a cidade contra ele
O presidente da Câmara dos Deputados afirma que será candidato a presidente para se cacifar para voos menos altos
O presidente Michel Temer aposta que seu ministro é um vice qualitativo para o candidato do MDB a governador
Pastores dizem que o deputado federal negociou com a base de Marconi Perillo sem consultá-los
“Os quadros que parecem fixos e rígidos podem ser mudados porque, exatamente, os indivíduos são maleáveis”
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O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, decidiu que, entre o final de março e o início de abril, vai, aproveitando a desincompatibilização de alguns auxiliares, reformar parte do secretariado, que é, no geral, tido como ineficiente e sem iniciativa. Todos culpam o emedebista, alegando que é centralizador e não libera recursos financeiros, mas não apresentam, segundo os iristas, projetos criativos. São apontados, inclusive pelos irisaraujistas, como ineptos.
Iris Rezende não vai exonerar Fátima Mrué, porque não governa sob pressão, mas, se a secretária da Saúde pedir demissão — ela já quis sair umas trocentas vezes —, o alcaide não vai titubear: aceita na hora. O prefeito tem conversado com alguns médicos e pedido sugestões sobre o que fazer — e sem comunicar a auxiliar, que é tida como “mal humorada”, ainda que “séria”.
O vereador e engenheiro Vinícius Clementino Cirqueira vai assumir a Secretaria de Infraestrutura. Ao indicar um vereador, Iris Rezende sinaliza que quer se reaproximar da Câmara Municipal.
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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pôs o bloco na rua, mas, ao perceber que estava desfilando sozinho, decidiu escapar do sambódromo da política.
Consta que estaria magoado com o presidente Michel Temer, que, como planeja disputar a reeleição, não deu nenhum sinal positivo de que poderia apoiá-lo. Só Romero Jucá decidiu bancar o engenheiro goiano. Mas, quando se tem um aliado como o lavajatizado Romero Jucá, não se precisa de adversários e inimigos.
Resultado: Henrique Meirelles deve ficar no governo até o fim. Depois, deve trabalhar como consultor financeiro.
O Jornal Opção, por intermédio de seu editor-chefe, Euler Fagundes de França Belém, pela presente retratação pública, decorrente de acordo homologado pela excelentíssima senhora juíza de Direito do 3º Juizado Especial Criminal de Goiânia, drª. Sandra Regina Teixeira Campos, nos autos do processo nº 5027910.73, vem a público, retratar-se frente ao deputado federal Delegado Waldir, por duas reportagens publicadas na coluna Bastidores do Jornal Opção, no dia 30/10/2015.
Reconhecemos que houve excessos nas referidas publicações e retiramos, publicamente, todas as qualidades negativas que lhes foram atribuídas, pois não temos conhecimento de nada que desabone sua honra, imagem e conduta.
Diante disso, sabendo que excedemos os limites da crítica jornalística, manifestamos escusas ao deputado federal Delegado Waldir pelos transtornos causados, ciente de que os excessos cometidos na publicação em referência causaram-lhe prejuízos e desgastes à sua imagem, razão pela qual nos retratamos diante do Poder Judiciário, do público leitor e do deputado federal Delegado Waldir.
Outrossim, o Jornal Opção considera o deputado federal Delegado Waldir como um político respeitável, íntegro e eleitoralmente consistente.
Euler Fagundes de França Belém
Editor-chefe do
Jornal Opção

