Bastidores
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Reprodução[/caption]
O candidato do PDT a presidente da República, Ciro Gomes, emitiu sinais de que, em Goiás, pode apoiar Daniel Vilela, do MDB, ou José Eliton, do PSDB, para governador.
Por que Daniel Vilela? Segundo um pedetista, porque Ciro Gomes acredita que, no final das contas, o MDB não terá candidato a presidente da República. Por que José Eliton? Porque o PDT goiano apoia sua reeleição.
Ciro Gomes quer se filiar às chamadas forças progressistas, o que não inclui Ronaldo Caiado.
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Montagem[/caption]
Um evangélico experimentado em questões eleitorais aposta que, se o empresário Glaustin Fokus concentrar seu trabalho unicamente no eleitorado evangélico, será derrotado. Porque os eleitores evangélicos não têm um único candidato evangélico; aliás, chegam a votar em candidatos católicos.
João Campos, mesmo esvaziado em parte das igrejas evangélicas, “vai canibalizar” — eleitoralmente — Glaustin Fokus, afirma o evangélico. “O empresário é um político neófito e está acreditando em demasia nas promessas de alguns pastores evangélicos — esquecendo-se de que o voto é do cidadão-eleitor, não dos religiosos.”
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Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados[/caption]
Pesquisas qualitativas sugerem que o entusiasmo da classe média com Jair Bolsonaro tem menos a ver com ideologia ou simpatia. As pessoas com razoável poder aquisitivo estão “usando” o postulante a presidente para dizer aos demais políticos: “Basta!”. Trata-se do voto do “Basta!, estamos cansados de todos os políticos”.
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Montagem[/caption]
O senador Wilder Morais, conhecido pelos presidentes dos nanopartidos como Mister Dólar, e o presidente do PSDC, Alexandre Magalhães, não estão falando a mesma língua. A da civilização. Falam mal um do outro de manhã, à tarde e à noite. De madrugada, descansam a língua... para falar mal, de novo, no dia seguinte.
O deputado herdou espólio eleitoral de Marquinho do Privê e conta com apoio de Jean Carlo, que será candidato a deputado federal
João Campos, Lívio Luciano e Flávia Morais alimentaram esperanças de ocuparam espaço na chapa do pré-candidato do DEM
Sebastião Tejota, eminência parda de Lincoln Tejota, articula em tempo quase integral a candidatura do democrata e do filho
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Deputado estadual Linconl Tegota | Divulgação[/caption]
Um prefeito que era ligado a Lincoln Tejota diz ter ouvido que o político estava preocupado com a possibilidade de não ser eleito para deputado federal. Suas bases não têm um eleitorado consistente e amplo. “Ele poderia ser uma decepção, por isso ficou feliz, ao se oferecer para vice de Ronaldo Caiado. Mesmo assim, tinha mais importância como postulante a deputado federal do que como vice, pois não leva ‘suas’ bases para o candidato a governador pelo DEM.”
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Alego[/caption]
Deputados da base aliada receberam emendas nos valores de 2 a 3 milhões de reais. Já Lincoln Tejota, o enfant terrible que será vice de Ronaldo Caiado, recebeu 28 milhões de reais. Agradeceu mudando de lado. Nion Albernaz — que colocou Sebastião Tejota, pai de Lincoln, na política e foi prefeito de Goiânia, quiçá o maior de todos — deve ter se “revirado” no túmulo.
Sebastião Tejota chegou ao Tribunal de Contas patrocinado pelo ex-governador Marconi Perillo.
O deputado ficou maior dada a importância que lhe deram
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Montagem[/caption]
O deputado federal João Campos, irritado com Ronaldo Caiado, “voltou” à base aliada e será candidato a deputado federal. O PRB tomou uma decisão: vai ficar mesmo com a candidatura de José Eliton para governador e Marconi Perillo para senador. O partido, segundo seu comando nacional, não abre mão disso.
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Foto: Y. Maeda[/caption]
Consta que o conselheiro do TCM Sebastião Tejota pressionou o filho Lincoln Tejota para aceitar a vice de Ronaldo Caiado. O deputado preferia ficar na base governista. No final, o pai teria dito que era sua chance de, no futuro, se tornar governador de Goiás. Em seguida, uma conversa heterodoxa, na casa de Mister Dólar, como o senador Wilder Morais é conhecido, selou o acordo. Chegaram a tomar um vinho de 7 mil reais. É o que se comenta no TCE.
Depois, o presidente do PR trabalhou para indicar o suplente de Kajuru, mas a ideia não vingou
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Arquivo pessoal[/caption]
O Partido Verde deve coligar, para deputado federal, com o Avante. É provável que a Rede faça parte da aliança. “É possível que os três partidos, se unidos, elejam um deputado federal. Há a possibilidade de apoiarmos a candidata a presidente pela Rede, Marina Silva”, afirma o presidente do PV em Goiás, Eduardo Zaratz.
O Partido Verde vai bancar a candidatura do vereador e delegado da Polícia Civil Eduardo Prado para deputado estadual. A coligação está praticamente firmada om o Avante, mas poderá incluir Rede, Patriota, PMN e PHS.


