Bastidores
Empresários que militam na Adial sugerem que a redução dos incentivos fiscais pode levar Goiás a crescer menos nos próximos anos
Tucanos afirmam que o ex-presidente da Assembleia Legislativa é corajoso e não tem rabo preso O deputado federal Giuseppe Vecci jogou a toalha e não quer mais ser presidente do PSDB em Goiás. Ele vai cuidar de seus negócios particulares — que inclui a direção da Faculdade Cambury. O nome sugerido por Giuseppe Vecci para comandar o PSDB é o do governador José Eliton. O problema é que não se sabe se, depois que deixar o governo, terá poder suficiente para se tornar o principal dirigente do partido em Goiás. É provável que um ou dois deputados estaduais não o banquem para comandar o tucanato. Tucanos frisam que José Eliton vai assumir uma sociedade com Dyego Crossara num escritório de advocacia e que política não será sua prioridade. Há quem aposte que o presidente do PSDB deve ter mandato legislativo. Porque deste modo estará mais presente quando tiver de rebater possíveis críticas do grupo do governador eleito Ronaldo Caiado, do DEM. No momento, parte do tucanato frisa, nos bastidores, que a cúpula está “inerte”. Um deputado declara que, na discussão dos incentivos fiscais, o alto tucanato não se manifesta com o devido vigor. O contencioso com o grupo de Ronaldo Caiado, que inclui o MDB de Adib Elias, será duríssimo. Por isso há quem aposte que o advogado e ex-deputado Frederico Jayme é o político que tem o perfil adequado para responder às críticas e possíveis ataques. O que se comenta, nos bastidores do PSDB, é que Frederico Jayme, além de ser um homem corajoso — que nada teme —, não tem rabo preso. Ele é capaz de responder críticas pesadas com respostas pesadas e, sobretudo, tecnicamente bem formuladas. O ex-presidente da Assembleia Legislativa e ex-prefeito de Catalão Jardel Sebba também planeja presidir o PSDB. Para defender tanto o partido quanto o legado do ex-governador Marconi Perillo. “Sem medo, sem melindres”, afirma tucano.
Os deputados estaduais Lêda Borges, Talles Barreto, Gustavo Sebba, Helio de Sousa são apontados como os últimos dos moicanas do tucanato goiano
O ex-vereador é único proprietário da nova igreja — cristã e não evangélica
A tendência é que o próximo governador faça uma indicação de um técnico ligado a ele e não a um aliado político
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Ela chegou ao vilarejo em 1925 e muito contribuiu para o desenvolvimento da cidade que fica próxima de Goiânia
Aos 75 anos, o empresário diz que sai sem atritos e afirma que vai cuidar de seus negócios e da saúde
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O número de posts negativos cai mais de 10% em relação a 2017. Apple e Samsung são as marcas mais lembradas
O grupo do falecido presidente pode ser responsável por um rombo superior a 20 bilhões de dólares nos cofres públicos da Venezuela
Dada a cláusula de barreira, que retira a força das legendas pequenas, os três partidos articulam fusão o mais rápido possível
O procurador da República é favorável à Escola Sem Partido e contrário à discussão de gênero nas escolas
O deputado federal do PRB não esclareceu se ocupará o Ministério das Cidades. Quem articula é Marcos Pereira

