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Aécio Neves deve indicar Ronaldo Caiado como um de seus coordenadores de campanha no Centro-Oeste

O deputado federal Ronaldo Caiado (DEM) será um dos principais coordenadores da campanha presidencial de Aécio Neves no Centro-Oeste, notadamente em Goiás. O tucano Aécio Neves tem pesquisas que indicam que Caiado é visto como um dos políticos mais éticos do país, não só de Goiás. “Por que Caiado serve para apoiar Aécio Neves, mas não serve para obter o apoio do governador Marconi Perillo para senador?”, pergunta um líder democrata.

Eduardo Machado diz que não será vice de Antônio Gomide, pois tem compromisso com Marconi Perillo

O presidente nacional do PHS, Eduardo Machado, diz que não será vice de Antônio Gomide, pré-candidato a governador de Goiás pelo PT. “Gosto de Gomide, admiro sua disposição política e sua capacidade administrativa, mas faço parte de outro projeto político”, afirma Eduardo Machado. Sondado por Júnior Friboi, que quer bancá-lo para deputado federal, o líder do PHS prefere, por enquanto, apostar na candidatura à reeleição do governador Marconi Perillo e de Vilmar Rocha (PSD), seu amigo, a senador. Mas Eduardo Machado insiste que o PHS só define seu projeto em maio e que está aberto ao diálogo. Uma coisa é certa: o PHS quer ser mais bem tratado pela equipe do governador Marconi.

Maguito Vilela deve bancar Sandro Mabel para prefeito de Aparecida de Goiânia em 2016

Está pintando um acordão em Aparecida de Goiânia. O deputado federal Sandro Mabel (PMDB) não vai disputar a reeleição e vai apoiar, em vários municípios, Daniel Vilela (PMDB) para deputado federal. Em troca, se tudo der certo, será o candidato a prefeito de Aparecida, em 2016, apoiado pelo prefeito Maguito Vilela (PMDB), pai de Daniel Vilela. Se eleito em 2016, Mabel vai trabalhar para bancar a candidatura de Maguito Vilela a senador em 2018. Quem dança? Ozair José, que pretende disputar a prefeitura pelo PT. Seu problema é que o eleitor de Aparecida o vê como o “José Macedo (ou o Ademir Menezes) do PT. Ozair, Macedo e Ademir fazem parte de um passado que o eleitor do município parece que não quer mais ver na prefeitura. *Leia mais: Duelo de titãs: o deputado federal João Campos deve enfrentar Sandro Mabel pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Duelo de titãs: o deputado federal João Campos deve enfrentar Sandro Mabel pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Aparecida tem o segundo maior eleitorado de Goiás, seu PIB está crescendo e deixou de ser considerado como uma espécie de cidade-dormitório de Goiânia. Resultado: desde a eleição e a reeleição do ex-governador Maguito Vilela (PMDB) para prefeito, em 2008 e 2012, pesos-pesados da política do Estado estão de olho no comando da prefeitura – e já para 2016. O PMDB tende a bancar a candidatura de Sandro Mabel. O deputado deve enfrentar um político que tem prestígio no município – o deputado federal João Campos. O tucano João Campos terá o apoio do governador Marconi Perillo para a disputa. Se Marconi for reeleito, será um apoio decisivo. O tucano pode obter sucesso no município por três motivos básicos. Primeiro, é um político de dimensão estadual, como o prefeito Maguito Vilela e o deputado federal Sandro Mabel. Segundo, é evangélico, e o eleitorado evangélico cresceu e está crescendo em Aparecida. Terceiro, como é delegado de polícia, um de seus temas preferidos é segurança pública. Hoje, (in)segurança pública é um dos problemas que mais preocupam os moradores do município. João Campos, como deputado federal, tem discutindo, com frequência, a questão da segurança pública na Câmara dos Deputados. *Leia mais: Maguito Vilela deve bancar Sandro Mabel para prefeito de Aparecida de Goiânia em 2016

Marconi Perillo pode não ser candidato à reeleição? Sua base política acredita, em peso, que vai disputar o governo

De um candidato a deputado da base do governador Marconi Perillo: “O problema é que muita gente de sua base acredita que, no final, não será candidato à reeleição”. Com a informação na mão, o Jornal Opção ouviu 16 governistas. Todos disseram a mesma coisa: se Marconi Perillo não for candidato, sua base política não faz o próximo governador. Será fragorosamente derrotada. Os governistas sugerem que é preciso observar com atenção as movimentações de Marconi. “São as de um candidato a governador”, frisa um integrante do PSDB.

Deputado diz que Marconi precisa disputar o governo e vencer. Porque peemedebismo tem sede de vingança

Um deputado federal é bem explícito: “Pode parecer estranho, mas vou dizer uma coisa heterodoxa — a base marconista ainda não está preparada para perder, porque o sentimento de vingança ainda paira no ar. Para limpar a área, o tucano-chefe precisa ganhar a próxima eleição”. O peemedebismo, sobretudo o irismo, tem “sede” em Marconi, garante o deputado governista.

Caos na Celg é tão grande que a companhia não consegue atender nem mesmo os bairros das classes média e alta

Na quarta-feira, 16, às 3 horas da madrugada, um motorista bateu seu veículo num poste nas imediações do Housing Flamboyant e do condomínio Jardins. O poste caiu. Os funcionários do Housing ligaram para a Celg e receberam a informação de que os técnicos só trabalham no horário “comercial”. Depois de novas ligações, os funcionários da Celg informaram que técnicos estavam a caminho. Na verdade, os moradores dos bairros vizinhos só voltaram a ter energia elétrica em suas casas depois do meio-dia de quarta-feira. Repare: se o problema está acontecendo nos bairros dos ricos, imagine o que está acontecendo nos nas vilas dos pobres... Detalhe: na mesma rua, outro motorista, aparentemente bêbado, arrebentou um ponto de ônibus, em 1º de maio 2013, há quase um ano. Até agora, não colocaram outro ponto no lugar. As pessoas sofrem com a chuva intensa e com o sol inclemente. Até quando aqueles que destroem o patrimônio público vão continuar impunes e sem pagar, financeiramente, pelos prejuízos?

Repórter de uma revista nacional elogia qualidade de vida de Goiânia

O esporte número um do goianiense é falar mal da cidade. Recentemente, um editor do Jornal Opção ciceroneou um jornalista de uma revista de circulação nacional — está preparando um livro sobre guerrilhas no Brasil e, na capital goiana, entrevistou um coronel e um ex-sargento do Exército que participaram da Guerrilha do Araguaia. O repórter da revista disse que quatro coisas o impressionaram em Goiânia: o preço baixo da comida de qualidade (almoçou no Contemporane e jantou no Piquiras — ambos elogiados), a limpeza das ruas, a arborização da cidade e o cosmopolitismo das pessoas. “Impressiona a qualidade de vida do goianiense”, frisou. Acostumado à vida de São Paulo, o jornalista não deu a mínima importância aos engarrafamentos das ruas de Goiânia. “Fora um ou outro motorista que dirige mal, o trânsito flui bem cidade”, disse. Detalhe: o repórter nada tem de petista, nem simpatiza com o PT.

Vice-prefeito Agenor Mariano diz que o prefeito Paulo Garcia faz excelente trabalho de recuperação dos bairros

Vice-prefeito Agenor Mariano diz que o prefeito Paulo Garcia faz excelente trabalho de recuperação dos bairros O vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano (PMDB), disse ao Jornal Opção que o prefeito Paulo Garcia está fazendo um “excelente trabalho de recuperação dos bairros”. O vice-prefeito sugere que a imprensa acompanhe mais de perto o que está sendo feito. “A população está aprovando”, afirma.

Tião Caroço gostaria de reservar vaga no TCM para o vice-governador José Eliton

Sebastião Caroço Monteiro está louquíssimo para se aposentar do Tribunal de Contas dos Municípios (TC M). Está quase gritando: “Tirem-me daqui!” Caroço, companheiro de jogo de pôquer de José Eliton, gostaria de reservar a vaga para o vice-governador. Isto se ele não for para o Tribunal de Contas do Estado ou para o Tribunal de Justiça de Goiás.

Duda Mendonça estaria sugerindo que é mais difícil “moldar” Júnior Friboi do que foi mudar Lula da Silva

Comenta-se que o marqueteiro Duda Mendonça está com dificuldade para orientar Júnior Friboi, supostamente sempre refratário às mudanças propostas. Mas claro que não vai desistir do milionário contrato. O ex-presidente Lula da Silva (PT), teria comentado Duda Mendonça, foi mais fácil de ser moldado. Porque havia perdido três eleições presidenciais seguidas e, em 2002, estava fragilizado. Publicamente, porém, o marqueteiro faz os maiores elogios a Friboi, considerando que tem potencial.

Thiago Peixoto é favorito para substituir Marconi. Mas é desconhecido de grande parte do eleitor goiano

E se o governador Marconi Perillo não for candidato a governador, atendendo a voz das ruas, que clamam, eventualmente, por nomes novos? Um candidato da oposição encomendou uma pesquisa e fez a seguinte pergunta: “Se o governador Marconi Perillo não for candidato à reeleição, o sr. votaria em quem?” A pesquisa foi estimulada, explicitando que eram possíveis candidatos do governismo, e quatro nomes foram apontados: José Eliton, vice-governador, do PP; Giuseppe Vecci, economista, do PSDB; Thiago Peixoto, deputado federal, do PSD; e Henrique Tibúrcio, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil-Seção de Goiás, do PSDB. Thiago Peixoto apareceu como o substituto ideal do tucano-chefe para disputar o governo de Goiás, seguido, pela ordem, de José Eliton, Henrique Tibúrcio e Giuseppe Vecci. O deputado do PSD foi citado como tendo “luz própria”. Mas um detalhe deve ser de interesse da base governista: os quatro são pouquíssimos conhecidos dos goianos. O grau de desconhecimento chega a impressionar. Os eleitores que conhecem os quatro dizem que eles são éticos e que não sabem de nada que possa manchar a honra deles. A pesquisa registra, por fim, que são vistos como "novos".

Ronaldo Caiado pode vencer Iris Rezende para o Senado?

Pesquisas indicam que, se as eleições fossem realizadas hoje, Iris Rezende (PMDB) teria extrema facilidade de se eleger senador por Goiás. Mas as mesmas pesquisas sugerem um dado curioso: embora apontem que Iris seria eleito, até com certa facilidade, sugerem também que apenas um político pode derrotá-lo Ronaldo Caiado (DEM). A interpretação dos números sugere que, embora comece em segundo lugar, Caiado tende a crescer e o peemedebista tende a desidratar-se.

Jorcelino Braga diz que, contra nomes da estrutura, Vanderlan Cardoso vai se apresentar como candidato dos projetos

Untitled-5(2) O empresário e marqueteiro Jorcelino Braga é possivelmente o aliado mais articulado do pré-candidato do PSB a governador de Goiás, Vanderlan Cardoso. O presidente do PRP em Goiás diz que o “Reino da Fofocolândia”, numa espécie de “jogo dispersivo”, sugere que Vanderlan pode apoiar “A” ou “B”, quando, na verdade, não apoiará ninguém, “pois está mais definido do que nunca como candidato. Ninguém pode vetá-lo ou impedir sua candidatura”. “Vanderlan será candidato ainda que apenas três partidos, PSB, PRP e PSC fiquem ao seu lado. Com dois ou três minutos na televisão, vamos disputar. Eduardo Campos foi eleito governador de Pernambuco com dois minutos de tevê. Nós queremos crescer com qualidade, de maneira sólida. A população não aprova o uso de partido político para barganhas”, garante Braga. “Observe que Vanderlan está visitando várias cidades de Goiás, conversando com a população diretamente e com os setores organizados. Só quem não quer ver e escutar não percebe que a população observa os políticos do PSB com outros olhos. Marina Silva aparece numa pesquisa com 27% das intenções de voto e, em Goiás, Vanderlan, mesmo com estrutura menor e menos destaque na imprensa, está em segundo lugar, com cerca de 20% das intenções de voto.” Braga contesta aqueles que dizem que Vanderlan não tem apoios consistentes. “Não estamos apostando em medalhões, mas o procurador federal Aguimar Jesuíno, sem qualquer mácula, é um grande nome para o Senado. Nos debates, ele vai mostrar que tem conteúdo e que representa a modernidade política.” O marqueteiro insiste que, este ano, não se terá uma campanha definida pela “estrutura”. “O eleitor, desconfiado das grandes e caríssimas estruturas, vai optar pelas ideias, por projetos transparentes e críveis.” Raramente Braga gosta de opinar sobre partidos e políticos adversários. Instado a falar sobre a crise do PMDB, que tem dois pré-candidatos, Iris Rezende e Júnior Friboi, em guerra aberta, o marqueteiro apresenta sua opinião: “Iris tem uma história, por isso resta perguntar: o PMDB vai ficar com a história, com o nome que ajudou a construi-lo, ou com a estrutura? O eleitor, tudo indica, vai optar pelas ideias, projetos”. A Vanderlan, assegura Braga, “não importa quem vai enfrentar, quais serão os adversários”. O discurso da renovação tende a ser “apropriado” por quais candidatos? “A rigor, só três candidatos podem adotar o discurso da renovação — Antônio Gomide (PT), Júnior Friboi e Vanderlan. O governador Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende, se candidatos, não poderão adotá-lo. Gomide não é fraco, como alguns pensam; ocorre que o PT, se for sozinho, terá certa dificuldade. Mas, sim, o petista pode ser visto como ‘a novidade’, como uma delas.”

Reuniões de trabalho no interior
Braga diz que tem notado que alguns políticos praticamente estão fazendo comícios disfarçados no interior. “Nós, pelo contrário, estamos fazendo reuniões de trabalho. Nós apresentamos o diagnóstico do Estado, com números detalhados e confiáveis, em todas as áreas, como segurança pública, saúde e educação. Em seguida, apresentamos algumas de nossas ideias, como, na área de saúde, o Banco de Leite. Não fazemos apenas a crítica, nós formulamos soluções objetivas. Ao mesmo tempo, colhemos sugestões de populares e da sociedade organizada de todas as regiões de Goiás”, afirma Braga. “Nosso plano de metas está quase pronto, faltando apenas ouvir um pouco mais a população e ajustes aqui e ali. Falta definir a parte da gestão. O plano tem começo, meio e fim. Registrada a candidatura, vamos apresentá-lo, para que a população possa verificar a seriedade dos nossos propósitos para o Estado de Goiás.” Uma coisa, na opinião de Braga, é certa: “A população está mais seletiva e quer apoiar um candidato que tenha um projeto que seja confiável”. O “jogo está aberto”, aposta Braga. “Alguns dos nomes que estão sendo anunciados talvez nem mesmo sejam candidatos e, o que é mais relevante, os eleitores não definiram como vão se posicionar. E eles têm razão: por que ninguém, nem mesmo os políticos, sabem quais serão os candidatos. Vanderlan está definido, mas o que dizer dos nomes do PMDB, do PT e do PSDB? O mínimo que se pode dizer é que os nomes dos três partidos estão associados à palavra ‘se’, quer dizer, não sabemos se serão mesmo candidatos.” Dada a dúvida, Marconi será mesmo candidato Braga avalia que, embora não esteja definido, “Marconi tende a ser candidato, pois não tem substituto à sua altura na base governista. Mesmo que não queira ser candidato, será compelido a fazê-lo”. A respeito de Ronaldo Caiado, por quem tem apreço, Braga acredita que deve ser candidato a senador. “É possível que saia com uma candidatura independente. Seu nome é tão consolidado na sociedade, como uma referência de político trabalhador e ético, que pode derrotar até mesmo um político experimentado e querido como Iris Rezende.” Sobre a questão nacional, Braga avalia que “o sentimento do brasileiro será, em larga medida, moldado pelo resultado da copa. Se a Seleção Brasileira não for campeã, disputando no Brasil, Dilma dificilmente ganhará um novo mandato. Já agora o PT, peemedebistas e empresários estão propondo a volta de Lula. Eduardo Campos, como principal nome da renovação, tem chance de ser eleito”.

Candidaturas de Iris Rezende e de Antônio Gomide reduzem a força de Marconi Perillo em Goiânia e em Anápolis

[caption id="attachment_1595" align="alignleft" width="620"]bastidores.qxd Iris Rezende: se não disputar o governo de Goiás em 5 de outubro deste ano, pode assistir a vitória de Marconi Perillo em Goiânia[/caption] Na sexta-feira, 11, o Jornal Opção colheu dois comentários interessantes. Primeiro: “Se Iris Rezende não for candidato a governador, o governador Mar­coni Perillo será o mais bem votado em Goiânia”. Segundo: “Se Antônio Gomide não for candidato a governador, o governador Marconi Perillo será o mais bem votado em Anápolis”. Os comentários foram formulados, em locais diferentes, por um peemedebista e por um petista. O que eles querem dizer? Mais do que está dito. Tentemos retirar a “vestimenta” das palavras. Em 2010, Anápolis foi crucial para a vitória de Marconi para o governo do Estado. Sem sua força na cidade, possivelmente teria perdido a eleição. O município se tornou uma espécie de cova do peemedebismo — assim como a Itumbiara de José Gomes da Rocha. Costuma-se dizer: “Antônio Gomide, do PT, não trabalhou para Iris”. Papo furado. Trabalhou, sim, e muito. Mas o eleitorado de Anápolis, um dos mais politizados de Goiás, tem uma característica que o distingue: não é, no geral, adepto da transferência de voto. Adora Gomide, mas não vota necessariamente no candidato apoiado pelo petista. Porém, num confronto direto com Marconi, é possível que Gomide o supere. Então, sua candidatura, se confirmada, reduz a força local do tucano-chefe — que, habilidoso, já está procurando conquistar espaço noutras paragens, como Goiânia (onde, curiosamente, Paulo Garcia não está transferindo intenção de voto para o companheiro de partido). Pode-se dizer, por fim, que Anápolis tem duas paixões políticas: Gomide — que todos chamam, na cidade, de Antônio Roberto — e Marconi No caso de Goiânia, se Júnior Friboi for o candidato, o PMDB perde densidade, porque o eleitorado da capital, autônomo e, às vezes, rebelde, também é avesso à ideia de transferência de voto. Se perder Anápolis, na possibilidade de Gomide disputar o governo, Marconi vai tentar compensar com Goiânia, em especial se Iris estiver fora do páreo. Friboi, se permanecer fragilizado nas duas cidades mais importantes de Goiás — ele está tentando compensar com forte apoio em Aparecida de Goiânia e no Sudoeste de Goiás, além do Entorno de Brasília —, corre o risco, se candidato, de não ir para o segundo turno. Pode ser superado por Gomide ou Vanderlan Cardoso, do PSB, que tem presença sólida na Grande Goiânia. Se a presidente Dilma Rousseff cair ainda mais nas pesquisas de intenção de voto, o PT goiano tende a desidratar-se. Ao mesmo tempo, o PMDB pode crescer e, para apoiar a petista, deve fazer algumas exigências. Por exemplo forçar o PT nacional a enquadrar o PT goiano. Isto, no momento, está de fora de cogitação — até porque, se Dilma cair muito, Lula pode ser candidato a presidente — mas, adiante, não se sabe.