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Advogado diz que Iris pagou multas eleitorais. Motivo: quer disputar o governo do Estado

Um advogado garante que Iris Rezende pagou todas as suas multas na Justiça Eleitoral. Valor: 86 mil reais. O que isto quer dizer? Que o peemedebista é candidatíssimo... a governador. Ao ouvir a história, um friboizista disse ao Jornal Opção: “Bobagem. Iris vai ser candidato a senador. E está ‘pegando o boi’”. Boi, no caso, não é uma alusão a Friboi.

Marqueteiro Carlos Maranhão diz que é essencial conquistar o eleitor que não quer votar em ninguém

O geólogo Carlos Maranhão e o publicitário Paulo de Tarso, ambos marqueteiros da mais alta qualidade, vão operar o marketing da campanha do governador Marconi Perillo (PSDB). Maranhão, que acompanha Marconi desde 1998, entende até o mínimo gestual do tucano-chefe. Daí a sintonia fina nas campanhas eleitorais. Numa conversa com um repórter do Jornal Opção, Maranhão disse que “não há favas contadas em política. Portanto, a eleição deste ano, como as demais, não será nada fácil. Mas, sim, procede que começa a se desenhar um quadro de favoritismo pró-Marconi. Entretanto, como afirma o próprio governador, precisamos trabalhar muito e ter humildade. Marconi é adepto de que trabalho, e não discurso bonito mas vazio, é que ganha eleição. Por isso, é colocar o pé no chão e trabalhar em tempo integral”. O marqueteiro frisa que o tucano não leva a sério comentários que sugerem que pode encomendar o “terno da nova posse”. “Nós não trabalhamos seguindo este caminho. Levamos política e campanha eleitoral muito a sério. Por experiência própria, sabemos que as campanhas eleitorais são muito duras e desgastantes.” Conquistar aquele eleitor que não quer votar em ninguém, assinala Maranhão, é a missão do tucano e de seus marqueteiros. “Ele pode ser conquistado, mas é muito difícil. Há uma suspeita cristalizada. Na eleição deste ano, nós vamos ter de sensibilizar o eleitor para que vote Trabalhar o político Marconi é menos difícil do que um empresário que acaba de virar político, como Júnior Friboi, avalia Maranhão. “Marconi contribui para modernizar Goiás e não é um político ‘esgotado’. Pode-se dizer que se trata de um fenômeno político que merece estudo mais detido. Depois de 16 anos, a rigor 12 anos ou 11 anos, de poder, Marconi permanece ativo, moderno e contemporâneo. Como não se acomodou, soube se renovar.” O fator positivo, para o marketing trabalhar, é a própria capacidade de Marconi “reinventar-se”, afirma Maranhão. “Mas o importante mesmo é que os governos de Marconi produziram resultados que beneficiaram a sociedade, e não grupos de interesses. Quando o Tesouro Nacional, que responde à presidente Dilma Rousseff, que é do PT, revela que Goiás, no governo Marconi, teve o menor crescimento da dívida, isto significa que o governador está no rumo certo. As críticas das oposições sobre a questão dívida caem por terra, pois é o próprio governo do PT quem está afirmando que Marconi acertou.”

Ronaldo Caiado só leva voto para Marconi Perillo se mostrar que tem identidade com o governador

Na semana passada, aliados do governador Marconi Perillo (PSDB), com pesquisas nas mãos e um trabalho de investigação pessoal, cruzaram dados e discutiram apoios políticos. Chegaram a várias conclusões. Reproduzimos, a seguir, duas. O cruzamento de dados significa que, se aderir à chapa majoritária de Marconi como possível candidato a senador, o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM) soma e atrai mesmo votos novos. Porém, se fizer uma campanha distanciada, asséptica, pode até puxar votos do grupo de Marconi, mas não “entregará” votos ao tucano-chefe. Caiado acrescenta tão-somente se o eleitor perceber que está engajado na campanha de Marconi. O eleitor de Caiado precisa entender e admitir que há uma identidade não forçada entre o democrata e o tucano. Um Caiado cuja presença é uma ausência pouco acrescenta. Aliás, pode retirar até votos de Marconi. O eleitor vai questionar: por que o líder do DEM não apoia Marconi de maneira convicta? Há alguma coisa errada? A união é forçada e exclusiva por interesse? Cruzando dados e informações que envolvem o PP do vice-governador José Eliton e o PSD do deputado federal Vilmar Rocha, dois políticos respeitáveis, mas surpreendentemente pouco conhecidos da população, percebe-se que praticamente não atraem votos novos para o tucano-chefe. Os votos exclusivos deles são muito poucos. Na verdade, pelo menos nesta altura da pré-campanha, é o governador quem “transfere” votos para os dois. A rigor, pode-se dizer que os votos de José Eliton e Vilmar Rocha já “são” de Marconi. Pode ser que o quadro mude durante a campanha? Pode, especialmente se os candidatos empolgarem o eleitorado. (O tempo de televisão do PP e do PSD são, no momento, o que mais interessa ao pré-candidato Marconi.) Um dos problemas de José Eliton e Vilmar Rocha é que são por demais palavrosos e professorais. Vilmar precisa atualizar seu discurso para o eleitorado jovem, que se interessa mais por discussões sobre o presente e, portanto, necessidades prementes.

Não adianta pressionar: é Marconi quem define a chapa majoritária

ronaldo caiado bastidores O governador Marconi Perillo (PSDB) é pragmático. Em 2002, o presidente FHC deu a palavra a Henrique Meirelles de que seria o candidato tucano a senador. Marconi, que conhece a realidade local, convenceu FHC de que para a chapa era melhor contar com Lúcia Vânia. O goiano elegeu a chapa completa. Em 2010, integrantes do PSDB e alguns de seu círculo mais próximo repugnavam a aliança com o DEM, que criticava Mar­coni. O senador foi prático: como precisava dos democratas, deu a eles a vice e a vaga de senador. Elegeu todos. Neste ano, alguns aliados do governador não querem Ronaldo Caiado na chapa como candidato a senador. A Verus mostra Caiado com 38,8%. Antônio Gomide tem 19,6%. No Serpes, Caiado perde apenas para Iris. Muitos opinam. Mas é Marconi quem decide a chapa. Não adianta pressionar.

O front anti-Ronaldo Caiado está cada vez mais organizado e coeso

Na foto Ronaldo Caiado Crédito: Renan Accioly Líderes de três partidos fizeram um pacto contra uma possível aliança entre o governador Marconi Perillo (PSDB) e o deputado federal Ronaldo Caiado. Eles querem evitar que o presidente do DEM seja candidato a senador na chapa do tucano. O front dos neo-cruzados é comandado por Jalles Fontoura (PSDB), Vilmar Rocha (PSD) e José Eliton (PP). Fontoura é prefeito de Goianésia e é empresário conceituado. Rocha é deputado federal e é apontado como um político ético, altamente eficiente e intelectualmente dotado. Pertence à intelligentsia da Câmara dos Deputados. O menos inexperiente, o que não quer dizer inexpressivo, é o vice-governador Eliton. Isolados, têm pouca força. Juntos, lideram praticamente um “batalhão”, sobretudo representam partidos políticos expressivos. A artilharia do trio já disparou alguns tiros de canhão contra o líder do DEM e tem mais munição. Eliton teria sido responsável pela elaboração do dossiê em que aparecem falas de Caiado criticando Marconi com aspereza. A guerra está declarada. Eliton, que não gostava de Rocha e chegou a atacá-lo com virulência, quando aliado de Caiado, agora se comporta como se fosse seu amigo de jardim de infância.

Helder Valin e Helio de Sousa articulam pacto para não julgar contas de Alcides Rodrigues

Os deputados Helder Valin (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, e Helio de Sousa (DEM) teriam, por intermédio de um pacto secreto, decidido “segurar” e não rejeitar as contas do ex-governador Alcides Rodrigues. Helio de Sousa foi secretário da Saúde do governo Alcides Rodrigues e era muito ligado ao seu secretário de Finanças, Jorcelino Braga. Valin foi líder do governo do ex-pepista. Tutti buona gente! Quando procurado, Helder Valin tenta passar a batata quente para o deputado tucano Fábio Sousa, líder do governo Marconi Perillo. Helder Valin quer ser conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Teria independência para julgar contas?

Vanderlan tende a usar campanha de 2014 como trampolim pra disputa da Prefeitura de Goiânia em 2016

O pré-candidato a governador de Goiás pelo PSB, Van­derlan Cardoso, vai concentrar seus esforços nas grandes cidades de Goiás, notadamente na Grande Goiânia. Ele tem alegado aos correligionários que não tem estrutura financeira para bancar uma campanha em todo o Estado. Estaria até agastado com a “pedição” do povo e, sobretudo, dos políticos. A concentração na Grande Goiânia não tem a ver, porém, tão-somente com a eleição de 5 de outubro deste ano. Vanderlan está convencido que, para ter chance de ser eleito governador de Goiás, precisará se tornar mais conhecido e, por isso, estaria disposto a disputar mandato de prefeito de Goiânia, em 2016.

Ex-senador Demóstenes Torres articula politicamente no PMN e PSL

demostenes18 O ex-senador Demóstenes Torres não pode disputar mandato, mas não está morto politicamente. Ele tem articulado candidaturas de aliados e tem marcado presença em reuniões de pelo menos dois partidos, o PMN de Walter Paulo Santiago e o PSL de Dário Paiva. O ex-líder do DEM tem atuado como uma espécie de conselheiro. Detalhe: é ouvido, respeitado e acatado. Apontado como milionário, Walter Paulo será candidato a deputado federal. Dário Paiva, que se apresenta como fã de Demóstenes, não vai disputar mandato, apesar da pressão de seus correligionários. Os aliados do ex-senador afirmam que, se ele pudesse disputar mandato em 2014, provavelmente seria eleito. “Tanto para senador quanto para deputado federal. O espaço de Demóstenes, que tinha um discurso liberal forte, em defesa da família, contra os ‘aborteiros’, e propunha uma segurança pública mais rigorosa, está vazio. Os evangélicos tentaram ocupá-lo, mas não conseguiram”, afirma um aliado do empresário Walter Paulo.

Antônio Gomide aposta que as ruas serão mais decisivas do que a estrutura financeira

[caption id="attachment_4452" align="alignleft" width="300"]Antônio Gomide: programa de televisão será essencial para se expor e divulgar seu projeto de governo | Fernando Leite/Jornal Opção Antônio Gomide: programa de televisão será essencial para se expor e divulgar seu projeto de governo | Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Um aliado do pré-candidato do PT ao governo de Goiás, Antônio Gomide, disse que comentam que o petista não tem estrutura e que, por isso, dificilmente será eleito. “Ora, se Antônio Roberto não tem chance, por que tanta menção ao seu nome? O fato é que as eleições deste ano vão ser decididas pelas ‘ruas’, por um eleitorado insatisfeito com os serviços básicos nas áreas de transporte, saúde, educação e segurança pública. Não é a estrutura que vai levar um candidato ao poder. A estrutura, sobretudo se excessiva, pode derrotar certos candidatos.” Nas conversas com o Jornal Opção, Gomide não demonstra desânimo algum e frisa que deixou a Prefeitura de Anápolis para ser candidato a governador. O petista avalia que está crescendo na medida em que seu nome vai sendo exposto. Oficializada a candidatura, em convenção, o eleitor terá, finalmente, certeza de que será candidato e, com isso, aposta que crescerá nas pesquisas. O petista tem avaliado que o programa de televisão também vai ser decisivo para que o eleitor de todo o Estado possa avaliá-lo como político e gestor.

Armando Vergílio sustenta que Júnior do Friboi e não Iris Rezende será candidato do PMDB ao governo

Do deputado federal Armando Vergílio: “Não tenho a menor dúvida de que o candidato do PMDB a governador de Goiás será o empresário Júnior Friboi. Ele é quem está realmente em campo, reorganizando o partido, dialogando com seus líderes”. Armando Vergílio diz que, em pouco tempo, Júnior Friboi reestruturou o PMDB. “O partido está ‘fervendo’ no interior.”

Com rigor e paciência, Duda Mendonça começa transformar o empresário Friboi em político

O marqueteiro Duda Mendonça vem para Goiânia todos os domingos, hospeda-se no hotel Mercure, no Setor Oeste, e fica até segunda-feira. Duda Mendonça orienta Júnior Friboi e deixa novas instruções com seu pupilo, o marqueteiro e jornalista Augusto Fonseca. Este acompanha Friboi em tempo integral. A linguagem de Friboi, mais moderada e coordenada, já é um trabalho da equipe do publicitário baiano. Não é fácil lapidar uma pedra bruta como o empresário, sobretudo porque ele acha que sabe de tudo, mas o marqueteiro-chefe começa a moldá-lo. Conta-se que já tiveram um breve arranca-rabo, mas Friboi recuou e acatou as sugestões.

Duda Mendonça teria dito a Friboi que números do Instituto Fortiori lhe são favoráveis

Depois de examinar a última pesquisa Fortiori com lupa, Duda Mendonça teria dito a Friboi que os números lhe são positivos e sugeriu que não se desespere. O marqueteiro avalia que o empresário vai crescer de modo lento mas sustentado e que, em seguida, tende a “disparar”. A expectativa de Duda Mendonça é que, na próxima pesquisa de intenção de voto, Friboi apareça em segundo lugar, atrás apenas do governador Marconi Perillo.

Friboi perde Jeovalter Correia para Paulo Garcia. Ele não gostou de emprestá-lo

Friboi não gostou quando soube que o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), havia lhe “tomado” o técnico que, junto com Paulo Souza, ex-PV, estava elaborando seu programa de governo. Jeovalter Correia, que Friboi respeita, foi convocado, às pressas, para tentar salvar a Secretaria de Finanças do naufrágio gerado pelo sabe-tudo-que-não-sabe nada Cairo Peixoto.

PROS dialoga com Marconi Perillo mas não rompeu em definitivo com Júnior Friboi

O PROS está negociando politicamente com o governador Marconi Perillo, do PSDB, e, ao contrário do que sugeriu uma nota de “O Popular”, a cúpula do partido não rompeu as relações com o pré-candidato do PMDB a governador, Júnior Friboi. Na verdade, o jornalista Jarbas Rodrigues Jr., consciente ou inconscientemente, foi usado para os líderes do PROS enviaram um torpedo ao empresário Friboi. Afinal, as tratativas que haviam sido feitas valem ou não? É o que eles querem saber. Friboi não quer perder o PROS, mas não gosta de ser pressionado com muita insistência. Nem quer participar de leilão.

Júnior Friboi foi operado de uma hérnia, não de próstata

Na semana passada, Júnior Friboi fez questão de ressaltar que não fez cirurgia de próstata. O médico Áureo Ludovico não faz este tipo de operação. O empresário acredita que está livre de uma hérnia que o incomodava. O médico recomendou repouso e cautela. Mas ele participou do encontro do Solidariedade, ao lado do “aliado” Armando Vergílio. O deputado federal teve de ampará-lo.