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Listão dos 26 candidatos que realmente estão no páreo para deputado federal

[caption id="attachment_12961" align="alignleft" width="300"]bastidores.qxd Rubens Otoni, Daniel Vilela, Thiago Peixoto, Alexandre Baldy: favoritos[/caption] O Jornal Opção conversou com líderes de oito partidos e todos disseram: para deputado federal, a guerra não ocorre entre governismo e oposição, e sim na base do governador Marconi Perillo. Avalia-se que o PMDB faz 3 deputados, o Solidariedade 1 e o PT 2. So­bram 11 vagas — disputadas a ferro e fogo por candidatos que apoiam o tucano-chefe. Publi­camos a lista sugerida pelos líderes. Não se trata de pesquisa e esclarecemos que surpresas sempre acontecem. Não é uma lista com 17 e sim com 25 nomes que têm presença forte no jogo: Alexandre Baldy, Antônio Faleiros, Célio Silveira, Daniel Vilela, Eurípedes Júnior, Fábio Sousa, Gilvan Máximo, Giu­seppe Vecci, Heuler Cru­vinel, Iris Araújo, João Campos, José Mário Schreiner, Jovair Arantes, Lucas Vergílio, Magda Mofatto, Marcos Abrão, Olavo Noleto, Paulo do Valle, Pedro Chaves, Roberto Balestra, Rubens Otoni, Sandes Júnior, Thiago Peixoto, Valdir Soares e Val­divino Oliveira.

Programas na televisão, na era da dispersão, podem não mudar o quadro político-eleitoral

Marqueteiros e pesquisadores recomendam cautela quanto ao poder miraculoso dos programas eleitorais na televisão.

Os estudiosos admitem que, se uma ideia cair no gosto popular, pode mudar o quadro político-eleitoral. Mas ressalvam que os programas no geral não são muitos diferentes. E alertam: programas histéricos, com críticas pesadas, não costumam gerar resultados positivos. Eles recomendam uma agenda positiva que desperte a atenção das pessoas.

Programas malfeitos, que não estiverem ao nível da programação das redes de televisão, inclusive em termos plásticos, podem afugentar os eleitores. Programas bem feitos, com imagens e ideias sintonizadas, costumam chamar mais a atenção.

Outro problema, segundo os marqueteiros e pesquisadores, é que se vive a era da dispersão. Há algum tempo, não existiam canais de televisão pagos, e depois nem todos podiam pagá-los. Mas agora há uma espécie de democratização e na casa da classe média baixa, e até na dos pobres, é possível verificar alguns canais pagos. O outro elemento dispersivo é a internet.

Então, os candidatos não têm que disputar apenas entre si. Eles precisam fazer muito esforço para atrair o eleitorado. Portanto, se ficar xingando ou se fizer programas malfeitos, para cumprir tabela, não conquistarão a atenção dos eleitores.

“Daniel Vilela deve ser mais bem votado do que Iris Araújo para deputado federal”, diz Francisco Gedda

O deputado estadual Fran­cisco Gedda se considera, acima de tudo, “um otimista que não perde o senso realista”. Ele admite que, “no momento”, o governador Marconi Perillo é favorito, mas avalia que a rejeição, apontada como “alta”, pode derrotá-lo. “A história do ‘já estou eleito’ é a mais perigosa de todas. Ninguém está eleito por antecipação.” Candidato à reeleição, Gedda avalia que será eleito com mais facilidade do que na eleição passada. “Tenho parcerias de qualidade, por exemplo com Daniel Vilela, que deve ser o mais bem votado das oposições para deputado federal. Ele deve ter mais votos do que Iris Araújo. Só em três cidades — Goiânia, A­pa­recida de Goiânia e Jataí —, deve obter 100 mil votos. O peemedebista também está muito forte em Quirinópolis, Goiatuba e Catalão.”

Projeto de Thiago Peixoto passa pela Prefeitura de Goiânia já em 2016

[caption id="attachment_12957" align="alignleft" width="620"]Foto: Jornal Opção Foto: Jornal Opção[/caption] Políticos dizem: “Thiago Peixoto está sumido”. O deputado federal de fato trabalha em tempo integral para ser reeleito, porque considera que não há campanha fácil. Porém, políticos de vários partidos estão observando que, mais recentemente, Peixoto está concentrando ações e energia em Goiânia, buscando dobradinhas com candidatos a deputado estadual e alianças com líderes locais. O que isto significa? Um tucano de bico erado acredita que, com seu jeito discreto mas insinuante, Thiago está planejando voos mais altos. O jovem economista pretende disputar a Prefeitura de Goiânia. Por isso trabalha muito na capital e quer se apresentar como “novo” e “competente” em 2016.

Leobino Valente deve ser o próximo presidente e Gilberto Marques o corregedor do Tribunal de Justiça

Um desembargador diz que dois colegas, Leobino Valente e Gilberto Marques, fecharam um acordo “de cavalheiros” para a disputa do comando do Tribunal de Justiça de Goiás no início de 2015. Leobino deverá ser o presidente e Marques, o corregedor. “Beatriz Fi­guei­redo está colocando seu nome para a disputa, mas tem poucos aliados.” Um magistrado ressalva que, embora seja relevante discutir a disputa no TJ, mais importante é adquirir material de consumo para o funcionamento adequado do poder. “Está faltando papel e toner para as impressoras”, afirma. Um problema para o eficiente presidente do TJ, Ney Teles de Paula, resolver.

José Paulo Loureiro agrada políticos como coordenador-executivo da campanha de Marconi Perillo

bastidores.qxd Políticos, candidatos ou não, afirmam que José Paulo Loureiro, conhecido como Golden Boy, tem funcionando bem como coordenador-executivo da campanha do governador Marconi Perillo. Os políticos afirmam que, além de bem-humorado, José Paulo Loureiro é eficiente e objetivo. Não tergiversa e dialoga.

Gedda diz que é o único candidato que apoia Iris Rezende em Jataí

O município de Jataí, no Sudoeste goiano, lançou sete candidatos a deputado estadual, mas apenas um apoia o candidato do PMDB a governador, Iris Rezende. Trata-se de Francisco Gedda, do PTN. Eroni Toledo, do PT, apoia Antônio Gomide, candidato do partido ao governo. Victor Priori (PSDB), Mauro Bento Filho (PHS), Marcos Antônio (PDT), Cristiano Castro (PRB) e Jesus Malavel (PSL) apoiam a reeleição do governador Marconi Perillo.

“Para ganhar ou para perder, fico com Iris Rezende e Ronaldo Caiado”, afirma Gedda. O deputado estadual liga para os amigos e diz, brincando: “Cadê os meus 19.000?” A pessoa pergunta: “Estou lhe devendo dinheiro ou você está me devendo?” Aí, morrendo de rir, o presidente do PTN diz: “Nada disso. 19.000 é o meu número de candidato a deputado”.

Em Jataí, Gedda está com a candidatura consolidada. “Cerca de 80% dos funcionários da prefeitura do município devem me apoiar.”

O prefeito do município, Humberto Machado, diz que não apoia a candidatura de Iris Rezende, porque não representa a renovação. Porém, segundo Gedda, o peemedebista liberou seus aliados para, se quiserem, apoiar o candidato do PMDB. “Acredito que Iris e Marconi vão sair empatados do pleito em Jataí. No Entorno do Distrito Federal, a rejeição a Marconi não é pequena. O programa de televisão pode reconfigurar o mapa eleitoral

Deputado Gedda diz que Friboi está voltando para Goiás e que vai apoiar seus principais aliados

O deputado estadual Francisco Gedda diz que o empresário Júnior Friboi deve voltar para Goiânia nesta ou na próxima semana. “Júnior garantiu que vai apoiar um grupo de amigos, quer dizer, aqueles que ficaram firme com ele desde o início.”

Gedda frisa que conquistou o apoio do ex-governador Alcides Rodrigues em Santa Helena. Paulo. “Trata-se de um apoio e tanto. O ex-deputado Sérgio Caiado está me apoiando integralmente.”

“Não sou de ficar discutindo pesquisas, até porque parto do pressuposto de que devem ser honestas. Mas acredito que, depois de uma semana de programa eleitoral, Vanderlan Cardoso deve subir para 15% e isto vai garantir o segundo turno. Iris Rezende, meu candidato tende a cresder”, afirma Gedda. “Acredito que grande parcela do funcionalismo público vai apoiar Vanderlan.”

Sobre Ronaldo Caiado: “Ele pode comprar o terno da posse. Porque vai assumir mandato de senador em 2015”.

Ex-governador Alcides Rodrigues aposta em segundo turno entre Marconi Perillo e Iris Rezende. Ele fica com o peemedebista

O ex-governador Alcides Rodrigues disse a aliados que vai apoiar o candidato do PSB a governador de Goiás, Vanderlan Cardoso, no primeiro turno. Entretanto, se Iris Rezende, do PMDB, for para o segundo turno contra o governador Marconi Perillo, do PSDB, o integrante do PSB decidiu: fica com o peemedebista.

Alcides tem confidenciado a aliados e amigos que torce para Vanderlan e está trabalhando na sua campanha. Mas aposta suas fichas que Iris, e não Vanderlan, vai para o segundo turno contra o tucano-chefe. O ex-governador é, acima de tudo, um realista.

Pesquisadores e marqueteiros sugerem que Vilmar Rocha parta para o confronto direto com Ronaldo Caiado

Marqueteiros sugerem ao candidato a senador Vilmar Rocha que seja mais sintético e objetivo nas suas falas. Afirmam também que o presidente do PSD deve ser menos professoral e mais informal.

Pesquisadores e marqueteiros que os leitores não aprovam candidatos a cargos executivos que ficam xingando os adversários. Porém, embora a eleição para o Senado seja majoritária, os eleitores apreciam candidatos a senador que sejam mais bem posicionados. Mais: frisam que aquele que não está bem nas pesquisas de intenção de voto não pode ficar paralisado e atuando no campo apenas propositivo, isto é, precisa aceitar e até provocar o confronto político.

A dica dos pesquisadores e marqueteiros é que Vilmar precisa responder às críticas de Caiado ao governo, chamando a “batalha” para si, não deixando-a para o governador Marconi Perillo.

Um marqueteiro afirma que o candidato a senador do PSB, Aguimar Jesuíno, age corretamente ao buscar o confronto com Ronaldo Caiado (DEM), o líder nas pesquisas para o Senado. Assim como Caiado age com acerto ao fugir do debate com Aguimar. Ele não cai na armadilha ardilosamente preparada pelo socialista.

Os estudiosos avaliam que Marina Sant’Anna, do PT, também se equivoca quando passa ao largo do debate, porque o eleitorado fica com a impressão de que não tem coragem e preparo intelectual.

Marconi promove cerco nas grandes cidades para tentar ganhar a eleição já no primeiro turno

O governador Marconi Perillo está operando um cerco político no Estado, agora a partir das grandes cidades, como Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis, com o objetivo de liquidar a fatura já no primeiro turno.

O tucano-chefe, político metódico, que usa as pesquisas qualis e quantitativas como pilastras de sua campanha, está fazendo um trabalho planejado.

Ao mesmo tempo, tem convocado seus aliados para dizer que não aceita salto alto de maneira alguma. Ele quer, como Winston Churchill, muito suor e trabalho. O tucano avalia que a tese do já ganhou amolece aqueles que são decisivos nas campanha, os militantes e líderes.

Vanderlan Cardoso quer pegar carona num possível sucesso eleitoral da presidenciável Marina Silva

O candidato do PSB a governador de Goiás, Vanderlan Cardoso, tinha mais afinidade com o presidenciável Eduardo Campos, falecido na quarta-feira. Agora, com Marina Silva como candidata a presidente, sua situação não é muito confortável.

Marina Silva não tem simpatia por Vanderlan porque este tentou bancar a candidatura de Ronaldo Caiado para senador, mesmo sabendo que a ex-ministra do Meio Ambiente não aprovava tal articulação. Ela convenceu Eduardo Campos a afastar Caiado da coligação e ficou magoada com Vanderlan. Este vai tentar uma nova aproximação, via Elias Vaz e Aguimar Jesuíno.

Aliados de Vanderlan avaliam que ele pode pegar carona num possível sucesso de Marina Silva.

Vanderlan Cardoso tinha mais afinidades com Eduardo Campos, mas agora já acredita que a candidatura de Marina Silva pode ajudá-lo na disputa pelo governo de Goiás. Ele quer surfar na onda marinheira e pretende falar no dialeto marines.

Delegado Waldir Soares tem 300 mil seguidores no Facebook e quer transformá-los em eleitores

Sem dinheiro para gastar na campanha, o delegado Waldir Soares migrou para as redes sociais. O tucano conta que tem mais de 300 mil seguidores no Facebook e frisa que, se tiver o voto de 100 mil deles, estará eleito deputado federal.

O delegado Waldir frisa que não tem dinheiro e que percebe que o PSDB está priorizando alguns dos ‘escolhidos” pelo Palácio das Esmeraldas, como Antônio Faleiros e Giuseppe Vecci.

Waldir tem sugerido que é o “candidato do povo” e que isto pode fazer a diferença.

Campanha de Lucas Vergílio avança na região do Entorno do Distrito Federal

[caption id="attachment_12462" align="alignleft" width="280"]lucas ver Lucas Vergílio: político atento, o jovem tem surpreendido até seu pai, Armando Vergílio[/caption] Lucas Vergílio, único candidato do Solidariedade a deputado federal, tem intensificado a agenda de campanha no Entorno do Distrito Federal. Filho do deputado federal Armando Vergílio, candidato a vice-governador na chapa de Iris Re­zende (PMDB), ele considera o eleitorado da área estratégico para seu projeto político. O foco no território goiano limítrofe à capital federal é devido ao grande volume de emendas parlamentares aprovadas por Armando e que foram destinadas às obras de saneamento básico, construção e reforma de escolas, hospitais e estrutura asfáltica. Lucas tem como principais bandeiras a defesa da livre iniciativa, a redução de impostos e facilidades para a liberação de linhas de créditos para o pequeno e médio empreendedor. O empresário do ramo de seguros, de 27 anos, pretende lutar pela aprovação do projeto de implantação de cursos técnicos profissionalizantes em todos os colégios da rede estadual. Para a área de segurança pública, depois da saúde a que mais tem preocupado o eleitorado, Lucas Vergílio defende mais investimentos em sistemas de vigilância eletrônica em municípios com mais de 50 mil habitantes e o aumento dos efetivos da Polícia Militar e da Polícia Civil.

A história é implacável: o PMDB levou Carlos Cachoeira para o governo, na década de 1990

Não custa refrescar a memória dos eleitores: foi o PMDB que levou Carlos Cachoeira para o governo de Goiás. Na gestão do governador Maguito Vilela, entre 1995 e 1998. Cachoeira era o chefe da Gerplan. E a demolição da Celg começou com a venda de Cachoeira Dourada, também no governo de Maguito. Maguito diz que foi pressionado pelo governo de Fernando Henrique para vender a Celg. Deve ser verdade, porque o peemedebista não é dado a mentir. Mas vale lembrar que, mesmo pressionado, Itamar Franco, quando governador de Minas Gerais, decidiu não vender sua galinha de ovos de ouro. Vendeu quem quis.