Um desembargador diz que dois colegas, Leobino Valente e Gilberto Marques, fecharam um acordo “de cavalheiros” para a disputa do comando do Tribunal de Justiça de Goiás no início de 2015. Leobino deverá ser o presidente e Marques, o corregedor. “Beatriz Fi­guei­redo está colocando seu nome para a disputa, mas tem poucos aliados.”

Um magistrado ressalva que, embora seja relevante discutir a disputa no TJ, mais importante é adquirir material de consumo para o funcionamento adequado do poder. “Está faltando papel e toner para as impressoras”, afirma. Um problema para o eficiente presidente do TJ, Ney Teles de Paula, resolver.