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Fábio Sousa lança sua pré-candidatura a prefeito de Goiânia em janeiro

O deputado federal vai organizar um grande evento e garante que já tem o esboço de um programa para governar a capital

Manoel Xavier no Detran fortalece Vecci no governo. Ele é o candidato à prefeitura

A ida do superintendente da Secretaria de Planejamento de Goiás (Segplan) Manoel Xavier para o Detran-GO é uma prova do prestígio do deputado federal Giuseppe Vecci no governo Marconi. O tucano, que é um dos candidatos do governador à Prefeitura de Goiânia, continua no comando do órgão. João Furtado, que está de mudança para a Casa Civil, é ligado a Vecci. Xavier é, também, seu companheiro. Na matemática de um governo que tem apenas dez secretarias, o deputado-pré-candidato tem saldo positivo.    

Determinação dentro do PT é “detonar” Marconi Perillo

[caption id="attachment_50576" align="aligncenter" width="620"]Governador Marconi e a presidente Dilma | Foto: Roberto Stuckert Filho Governador Marconi e a presidente Dilma | Foto: Roberto Stuckert Filho[/caption] Há algumas semanas, a presidente Dilma Rousseff (PT) -- no auge da crise do governo federal, sob ameaça real do impeachment -- convocou todos os governadores brasileiros e determinou que eles assinassem um documento defendendo seu mandato. Em uma conversa privada, ela teria apresentado tal documento ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e pedido para que o tucano o assinasse. Não resta dúvidas que Marconi é republicano, defensor da democracia e trata Dilma com muito respeito. Respeito que tantos outros ditos "aliados" não têm. No entanto, o governador goiano é um homem de partido. Fiel ao PSDB e aliado de primeira hora do presidente da sigla, Aécio Neves, afirmou que não poderia assinar o manifesto. Primeiro, porque faz parte da oposição; segundo, porque não pode ir contra a determinação do PSDB, que é a favor do processo. Dilma, que tem um carinho pessoal por Marconi, entendeu a negativa. No entanto, grupos extremistas e até raivosos do PT não aceitaram a decisão. Como muitos nomes da oposição goiana têm vociferado por aí, chamaram Marconi de "ingrato". Desde então, a determinação no PT nacional é "detonar" o governador de Goiás. Em seu quarto mandato, Marconi tem como principal objetivo revolucionar a educação pública no Estado. Para tanto, levou o modelo de gestão por Organizações Sociais (OSs) à área, que serão implantados já no ano que vem. 22 escolas estaduais estão ocupadas por secundaristas e alunos. No entanto, é inegável que há, sim, presença de partidos de esquerda -- principalmente o PT --, na organização de tais "manifestações". Ofensas pessoais ao governador Marconi foram pichadas nas paredes das escolas. Vale lembrar que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva é inimigo pessoal de Marconi. Foi o tucano goiano que, à época de seu segundo mandato como governador, denunciou o esquema do mensalão. Inclusive, Marconi foi um dos motivos das várias brigas entre a presidente Dilma e Lula.  

Professores do Mackenzie montam OS para gerir escolas em Goiás

[caption id="attachment_55185" align="alignleft" width="300"]Secretária Raquel Teixeira | Foto: Leoiran Secretária Raquel Teixeira | Foto: Leoiran[/caption] Professores e pesquisadores de uma das mais consagradas entidades de ensino do Brasil (e do mundo), a Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, estão montando uma Organização Social para participar do processo de qualificação para gestão de escolas em Goiás. Sem muito alarde, o grupo já teria entrado em contato com a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce). Caso seja qualificada, a OS provará, de uma vez por todas, que o objetivo do governo é dar um salto de qualidade no ensino goiano -- e não as especulações que alguns partidos de esquerda e grupos financiados pelo PT dizem. A secretária Raquel Teixeira está 110% a bordo do projeto do governador Marconi Perillo (PSDB).  Antes preocupada (e com razão), hoje a professora anuncia aos quatro cantos que a ideia vai dar certo. E muito.  

Benitez Calil assume o comando do PSL em Goiás e planeja eleger prefeitos e vereadores

O presidente aposta que o partido fará bancada expressiva na Câmara Municipal de Goiânia

O Globo diz que Ciro Gomes quer Marconi Perillo como vice em 2018

Coluna de Ancelmo Gois: “A um amigo, o cearense disse que prefere alguém do Sudeste ou do Centro-Oeste. Admitiu que o nome do governador de Goiás, Marconi Perillo, cairia como uma luva”

Sérgio Sampaio é apontado por deputados distritais como o governador de fato de Brasília

O chefe da Casa Civil contribuiu, de maneira decisiva, para a aprovação do saco de maldades do governo Rollemberg na Câmara Distrital

Liliane Roriz filia-se ao PTB, atendendo convite de Cristiano Araújo e não de Gim Argello

Aliado de Rodrigo Rollemberg, Cristiano Araújo estrutura grupo pensando numa possível queda de Gim Argello, devido à Operação Lavajato

Tucanos dizem que vereadores ligados a Adib Elias prejudicam famílias humildes de Catalão

Os vereadores Vanderval Florisbelo, Gilmar Antônio, Jurandir da Silva, Deusmar Barbosa, Sargento Anísio, Daniel Floresta e Paulinho tentam prejudicar programa habitacional dirigido aos pobres

Nomes do núcleo forte do governo de Marconi Perillo

José Eliton, Ana Carla Abrão, Vilmar Rocha, Thiago Peixoto, João Bosco Bittencourt são figuras cada vez mais presentes na linha de frente do governo

Deputado diz que delegado Waldir só não disputa eleição por PSDB, PMDB, PT, PTB e PSB

Waldir Soares delegado IMG_6639-620x413 De um deputado tucano: “A única coisa que tenho certeza é que o delegado Waldir Soares não vai disputar mandato de prefeito de Goiânia pelo PT, pelo PSDB, pelo PMDB, pelo PTB e pelo PSB. Pode disputar por qualquer outro partido”.

Pesquisa sugere que delegado pode derrotar Iris e que Vecci, Vanderlan e Bittencourt são consistentes

Nas periferias, Waldir Soares é visto como o adversário mais perigoso para Iris Rezende. Mas não é forte entre as classes alta e média

Pesquisa aponta que Vecci e Bittencourt são nomes consistentes pra enfrentar Iris Rezende

A pesquisa qualitativa sugere que o tucano e o petebista são capazes de apresentar um plano para melhorar a capital

Cristóvão Tormin elege presidente da Câmara de Luziânia e atropela Célio Silveira e Marcelo Melo

Na eleição anterior para presidente da Câmara Municipal de Luziânia, o deputado federal Célio Silveira e Marcelo Melo, do PSDB, atropelaram o prefeito Cristóvão Tormin. O folclore político relata que o líder do PSD ficou gritando: “Anotaram a placa da carreta?” Agora, Tormin deu o troco e, com o apoio do PT, atropelou a professora Edna Aparecida Alves dos Santos, que era apoiada por Célio e Marcelo, e elegeu Hildo Aniceto Pereira. Aliados dos tucanos sublinham que, bancado pelos petistas Didi Viana e Cassiana Tormin, o prefeito afastou-se do governador Marconi Perillo e aproximou-se, ainda mais, do petismo. O fato é que o líder do PSD impôs uma derrota política ao grupo de Célio Silveira e Marcelo Melo. As pesquisas, porém, continuam apontando que o segundo é favorito para prefeito do município.

Vecci deve ser o nome do PSDB em Goiânia

[caption id="attachment_54946" align="aligncenter" width="620"]Giuseppe Vecci e Fábio Sousa: os dois nomes mais citados pela cúpula tucana para a disputa da Prefeitura de Goiânia em 2016 Giuseppe Vecci e Fábio Sousa: os dois nomes mais citados pela cúpula tucana para a disputa da Prefeitura de Goiânia em 2016[/caption] O presidente da Agetop, Jayme Rincón, disse para integrantes do PSDB que não irá disputar a Prefeitura de Goiânia em 2016. Foi a senha para os demais pré-candidatos colocarem seus blocos nas ruas. O deputado federal Fábio Sousa visitou Curitiba, colheu ideias — já está montando um plano de governo — e disse à cúpula do partido, inclusive ao governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, que pretende disputar a prefeitura. A novidade é que saiu da esfera puramente evangélica e está articulando em todos os fronts. Um deputado do PTB, que aposta em Luiz Bittencourt para prefeito, sugere que o parlamentar deu um passo adiante. Ao contrário do que se pensa de maneira tradicional, Fábio Sousa não é uma “galinha morta” e sua resistência em alguns nichos evangélicos — que teoricamente discordam do arrojo com que o deputado e seu pai, César Augusto, dirigem a Igreja Fonte da Vida — é cada vez menor. O deputado tem se revelado, nos últimos anos, um articulador hábil, sempre aberto ao diálogo. O problema é que, no meio do caminho, há o economista Giuseppe Vecci, visto por todos no ninho tucano como “o” deputado federal do governador Marconi Perillo (tanto que, bancado pelo líder goiano, se tornou, já no primeiro mandato, vice-presidente nacional do PSDB). Se Jayme Rincón estiver realmente fora do páreo — figuras graúdas acreditam que permanece no jogo, por ser um político que agrega —, Vecci é o nome mais cotado da base governista. Por três motivos. Primeiro, por ter uma ligação histórica com o governador Marconi Perillo. Segundo, porque é uma das apostas do tucano-chefe para o futuro imediato. O líder tucano esboça uma tese convincente: em política só perde quem não disputa eleição e uma derrota inicial pode, no futuro, ser o início de uma carreira política vitoriosa. Se disputar a Prefeitura de Goiânia, mesmo perdendo, Vecci se tornará mais conhecido e poderá apresentar suas ideias aos eleitores. Terceiro, o tucano tem o perfil técnico que os eleitores de Goiânia apreciam. É político, mas não é politiqueiro. Políticos apontam alguns problemas. Primeiro, dizem que Vecci terá dificuldade de agregar a base. Quer dizer, não será candidato único da base, o que, avaliam, fragiliza sua candidatura. Segundo, mesmo bancado por Marconi Perillo, não terá facilidade para articular uma estrutura financeira poderosa. Terceiro, frisam que falta-lhe jogo de cintura para articular com os diferentes grupos do próprio tucanato. Quarto, estaria muito preso à articulação do tucano-chefe, o que caracterizaria falta de iniciativa. Aos que perguntam se quer ser candidato, Vecci diz, cada vez de maneira mais convicta, que quer. Mas não planeja ser candidato dele mesmo. Quer e precisa de apoio amplo. Porque é um cristão-novo na política.