Rede, Podemos, Partido Novo e Partido Verde podem apoiar o ex-ministro

Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF  | Foto:Nelson Jr./SCO/STF

A líder máxima da Rede, Marina Silva, pode não disputar a Presidência da República em 2018. Há três hipóteses. O que mais lhe interessa é uma disputa para o Senado — que tanto pode ser pelo Acre quanto por São Paulo e Distrito Federal. Há quem postule que, se não quiser disputar a Presidência, ao menos seja vice de um político consistente. Por fim, há os que sugerem que Marina Silva convença o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, chamado de Sr. Integridade nos corredores de Brasília, a disputar a Presidência pela Rede ou por algum partido aliado.

O fato é que há ao menos três partidos interessados no passe político de Joaquim Barbosa. Mas sua escolha, se aceitar disputar a Presidência, será por um partido sem envolvimento com as investigações patrocinadas pela Operação Lava Jato.

No momento, até pelo caráter reservado, Joaquim Barbosa não diz que será candidato. Mas quem conversa com o ex-ministro sugere que, se conseguir entabular uma aliança razoável, mas como perfil ético, pode ser candidato.

Especula-se que uma frente com Joaquim Barbosa poderia ter a Rede, o Podemos (PTN), o Partido Verde, o Partido Novo e, quem sabe, até o PSOL. Espécie de Barack Obama dos trópicos, o ex-ministro pode ser o único fato realmente novo da disputa de 2018.