Governo avalia que custo de manter Lúcia Vânia na base pode ser alto e pode liberá-la

Lúcia Vânia no Senado | Foto: Edilson Rodrigues

Os grupos que comandam o governo de Marconi Perillo estão decididos a não ceder às pressões da senadora Lúcia Vânia, que tenciona para ser definida, já agora, como candidata à reeleição em 2018.

Há duas teses. Um grupo, minoritário, admite que a socialista “soma”. Mas um grupo, muito maior, avalia que a líder do PSB é quem precisa da base para se eleger. No banco do bônus e do ônus, aposta-se que, para a base governista se renovar, talvez seja mais apropriado a senadora seguir seu próprio caminho. Hoje, o governo está mais interessado em manter o PSD e o PTB na base.

O PSB interessa a Marconi Perillo muito mais se for disputar um projeto nacional. Quando ao local, a estrutura do PSB depende mais do que o governo do que o governo precisa dela. Prefeitos e deputados do PSB, exceto Marcos Abrão, em caso de rompimento, não seguem Lúcia Vânia — permanecem na base do tucano-chefe.

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