Por Ton Paulo

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Saiba quais são os partidos que mais recebem do Fundo Partidário

O Fundo Partidário destina-se à manutenção dos partidos políticos, com custeio de despesas cotidianas, e é distribuído mensalmente

eleições 2024
Solidariedade filia Maria Yvelônia, de Valparaíso, e aumenta pré-candidatos no Entorno; veja nomes

A legenda deve contar, agora, com pré-candidatos em ao menos nove municípios da região

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Paciente que recebeu chip cerebral consegue controlar mouse com pensamento, diz Elon Musk

"O progresso é bom e o paciente parece ter se recuperado totalmente, sem quaisquer efeitos nocivos que tenhamos conhecimento”, disse

legislativo
Novo líder do governo na Assembleia, Talles Barreto fala em “serenidade” para articular pautas na Casa

Ao Jornal Opção, Barreto destacou a intenção do governador de fazer um "rodízio" anual de líderes na Alego

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José Vitti diz ter ganhado sinal verde da base caiadista para trabalhar pré-candidatura em Goiânia

Ao Jornal Opção, Vitti disse ter havido conversas, mas que se trata, ainda, de "um projeto incipiente"

Goiânia Carnaval
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Eleição em Goiânia: 5 problemas que os candidatos à Prefeitura devem abordar se quiserem ser ouvidos pelos eleitores 

O quão resolutivos serão os candidatos em pontos-chave do atual contexto da cidade?

Operação da PF e seus futuros desdobramentos podem redesenhar cenário político goianiense

É preciso destacar que, no caso da capital goiana, cada passo dado na movimentação rumo ao Paço Municipal passa por Bolsonaro e o senador Wilder Morais, presidente estadual do partido, sem contar no palanque que os membros da legenda esperam contar

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Apenas dois deputados federais de Goiás do exercício atual não usaram auxílio-moradia e nem imóvel funcional

Câmara dos Deputados administra mais de 400 imóveis funcionais em Brasília para a moradia dos deputados

Assembleia
Retorno dos trabalhos na Alego é marcado por oposição esvaziada e elogiosa a Caiado

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) retomou, nesta quinta-feira, 15, os trabalhos da Casa. Com discursos de parlamentares e do próprio Ronaldo Caiado, um fato chamou atenção: a ausência de boa parte da bancada de oposição ao governador na Casa e um discurso brando e até apaziguador por parte do deputado Paulo Cezar Martins (PL), que falou em nome dela.

Durante sua fala na tribuna enquanto representante da oposição, Martins afirmou reconhecer a popularidade de Caiado entre os governadores do País, de quase 80%, e disse não querer "fazer oposição com o fígado" e nem "flertar com o caos".

O deputado pediu ainda que o governador olhasse "com carinho e responsabilidade" para questões relacionadas à saúde, como as cirurgias eletivas.

Entre os deputados que se declararam opositores à atual gestão, estiveram presentes somente Bia de Lima (PT), Major Araújo (PL), Antônio Gomide (PT) e Paulo Cezar Martins. Gustavo Sebba e José Machado, ambos do PSDB, não compareceram.

Já Bruno Peixoto (UB) também aproveitou sua fala para tecer elogios ao governador e reforçou sua intenção política.

"Muitos têm me perguntado o que vou disputar. Confirmo aqui perante cada um de vocês e do nosso governador: junto com o governador, vou pra Brasília, e vou disputar eleição de deputado federal, e estarei na linha de frente da campanha [de Caiado] para presidente", concluiu.

eleições 2024
Paraná Pesquisas traz má notícia para pré-candidatos apoiados por Bolsonaro ou Lula

O instituto Paraná Pesquisas divulgou, no último dia 9, um levantamento que evidencia aos pré-candidatos às prefeituras apoiados pelo presidente Lula da Silva (PT) ou pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) um velho e conhecido fenômeno: o jogo político no cenário local funciona em engrenagens completamente diferentes do cenário nacional.

A pesquisa em questão aponta que, para a maioria das pessoas, o apoio de um chefe do Executivo não muda em nada – não aumenta e nem diminui - a vontade delas de darem seu voto para um determinado candidato.

Leia também: Paraná Pesquisas/ Goiânia: Adriana Accorsi aparece em 1º, mas quadro é de empate técnico

Foram entrevistados 2026 eleitores de diferentes gêneros, faixas etárias, graus de escolaridade e nível econômico das cinco regiões do País. Quando se trata de Bolsonaro, 42,6% das pessoas responderam que o apoio do ex-mandatário, agora inelegível, não altera a vontade delas de votarem em um candidato a prefeito. Para 29,2%, o apoio dele aumenta a vontade, e para 25,3%, diminui. Não souberam ou não responderam 2,9% dos entrevistados.

Quando perguntados sobre Lula da Silva, 35,4% dos entrevistados disseram que o suporte dele a um candidato não impacta na vontade do voto. Para 31,6%, a vontade aumenta, mas para 31,3%, ela diminui. Não souberam ou não responderam 1,6%.

Em Goiânia, há dois pré-candidatos que devem contar com o apoio direto de presidentes: Adriana Accorsi, a candidata do PT e de Luiz Inácio Lula da Silva; e Gustavo Gayer, do PL, que deve ter o apoio de Jair Bolsonaro. Ainda conforme a Paraná Pesquisas em um levantamento do início do mês (registrado no TSE sob o número nº GO-09948/2024), os dois estão tecnicamente empatados, com Adriana pegando uma leve dianteira (22,1%) contra Gayer (19,7%).

Os números do instituto demonstram aos pré-candidatos o que é sabido de outras eleições em capitais: de nada servirá se apoiarem no palanque dos presidentes, porque apesar de importantes, esses estão longe de serem decisivos em uma eleição local.

Vale destacar, também, o peso da questão ideológica, que mesmo em uma cidade como Goiânia (onde o agro e os evangélicos exercem lideranças e movimentações consideráveis), é pequeno na hora do eleitor digitar os números de seu candidato na urna.

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Goiás no ‘top 10’ dos Estados com mais shoppings; confira lista

Segundo a Abrasce, há 639 shoppings em operação atualmente no Brasil

Jair Bolsonaro
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Bolsonaro preso? PL pode estar se preparando para a ‘bala de prata’

A tensão e o receio que pairam nos bastidores do Partido Liberal, o PL, desde a deflagração da operação Tempus Veritatis são inquietantes, quase palpáveis. Desde que a Polícia Federal (PF) prendeu Valdemar da Costa Neto (presidente do PL) e apreendeu o passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro - figura de maior destaque do partido -, além de o proibi-lo de fazer qualquer tipo de contato com os outros investigados na operação, a impressão que se tem é a de que os membros da legenda temem que Jair possa ser preso a qualquer momento. Nas entrelinhas, analisa este mero colunista, para eles não é mais uma questão de "se", mas de "quando".

O cenário onde os bolsonaristas já trabalham é o de que a PF expôs de vez qual o objetivo - a prisão de Jair Bolsonaro -, e, agora, parecem tentar colar o discurso que mais criticaram e fizeram troça à época da prisão de Lula da Silva: o de perseguido político.

Basta dar uma navegada pelos perfis de políticos, influenciadores e blogs bolsonaristas. Suas páginas estão inundadas de vídeos, manchetes e frases de efeito que levam a crer que a operação da PF, ratificada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), não passa de um esquema persecutório com a intenção "prender Bolsonaro a todo custo".

Não será nenhuma surpresa se (ou quando?) o ex-presidente for preso e começarem a circular bandeiras e camisetas com a face de Jair e a frase "Bolsonaro Livre!", tal qual observado ao longo do período em que o atual presidente Lula esteve confinado.

Sim, o discurso pode colar. Mas a possível prisão de Bolsonaro não é o único fantasma que assombra o PL. A legenda teme que, se realmente comprovado um dos eixos de investigação da PF - o de que o PL usou da estrutura do partido para montar um "QG do golpe" - , a possibilidade de cassação da sigla (já pedida por um senador da República) passe a ganhar forma.

É claro, sabemos, é altamente improvável, diria quase impossível, que a legenda com a maior bancada da Câmara tenha seu registro cassado. No entanto, o argumento pode fazer com que o PL crie mais um "grito de guerra" para a militância bolsonarista.

De todo modo, o PL parece se preparar com tudo o que tem para o desfecho próximo da operação da Polícia Federal. Desfecho esse que, de um jeito ou de outro, não será nada agradável para a sigla que viveu seus dias de glória nas últimas eleições e que agora amarga com a possibilidade de até deixar de existir.

Leia também: Congresso que dorme, o Supremo leva 

Adriana Accorsi e Vanderlan Cardoso | Foto: Sérgio Rocha / Alego
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A conversa de Lula e Vanderlan em torno de Adriana Accorsi

Lula, inclusive, tem dado sinais claros de que a promessa a Vanderlan se mantém

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Operação da PF: deputado do PL em Goiás fala em “perseguição” e acredita que prisão de Bolsonaro está perto

Major Araújo se referiu à operação como resultado de uma "ditadura da toga"

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Polícia faz ação na Prefeitura de Trindade por contrato de 2013

Ao Jornal Opção, a atual gestão informou que "colaborou ativamente com a ação"