Por Gyovana Carneiro
Elis era intensa demais para durar muito tempo. Sua vida foi meteórica. Morreu jovem, aos 36 anos, deixando uma dor profunda e um legado imenso
Ouvir Bach aos 340 anos de seu nascimento não é apenas um exercício de memória. É um gesto de atualidade: porque sua música nos reconecta ao essencial — à escuta, à ordem, à complexidade, à emoção
Ao longo dos anos, "Il Guarany" teve recepções diversas, desde sua estreia triunfal em Milão até relativo esquecimento no repertório internacional. Em tempos recentes, sua revisão crítica é essencial
Lorena Pires chega agora à Academia da Ópera de Paris, mas sua trajetória foi construída através da resiliência das muitas mulheres que vieram antes dela
Sua arte foi interrompida brutalmente, tragada pelo abismo da ditadura, em uma madrugada silenciosa de Buenos Aires
Espetáculo do Grupo Corpo é um convite para perceber como cada elemento artístico dialoga para apresentar um Brasil plural, dinâmico e ligado à suas raízes culturais
Manuscritos como os de Pierrot Lunaire e Gurre-Lieder, que testemunhavam o gênio criativo de Schoenberg, agora são apenas cinzas
Os últimos dias de Callas, retratados em filme estrelado por Angelina Jolie é um deleite visual, com recriações históricas e uma fotografia que faz jus ao glamour da época
“Ainda Estou Aqui“ é um testemunho de que a música possui a capacidade de permitir que as emoções nos conecte com memórias coletivas
Os intermezzos nos convidam a um mergulho na alma de um compositor que, com simplicidade e profundidade, capturou a essência do ser humano em sua música
Neste último concerto de 2024, celebramos não apenas uma temporada bem-sucedida, mas também o poder transformador da música e a relevância de artistas como Matías Ferreyra
Warren Ellis, com seu talento singular, reafirma que a trilha sonora é, muitas vezes, a alma de um filme. “Ainda Estou Aqui” é uma obra para ser sentida e ouvida profundamente
Schubert, com sua breve, porém prolífica trajetória nos lembra de que mesmo nos momentos mais sombrios, a música pode ser uma luz
É fascinante que Chopin, um gênio que se dedicou a escrever para o piano como poucos, tenha deixado ainda tantas dúvidas e mistérios em suas partituras
Assim como Chopin era a voz da Polônia, Arthur Moreira Lima soube fazer seu piano falar o Brasil, ecoando sua alma em cada nota

