Por Euler de França Belém
A agente literária e o empresário do “guitarrista” revelam que a HarperCollins vai publicar suas poesias e letras de música completas até 2018
A Academia Sueca deveria premiar logo Philip Roth, Milan Kundera, Joyce Carol Oates ou Lobo Antunes. Mas não vai fazê-lo
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Ngugi wa Thiong’o , escritor queniano[/caption]
Se o escritor queniano Ngugi wa Thiong’o ganhar o Prêmio Nobel de Literatura — derrotando Haruki Murakami (consta que é o preferido dos moços e das moças casadoiros; é tão profundo quanto Paulo Coelho e, vá lá, um pires), Adonis (“ganha” quase todo ano, coitado), Don DeLillo (autor de um dos melhores romances sobre o 11 de Setembro; está no nível de Philip Roth, quiçá abaixo meio centímetro), Jon Fosse (dramaturgo norueguês; quando li o nome, pensei que fosse o Bob Fosse), Ko Un (poema sul-coreano), Javier Marías (brilhante escritor espanhol), Bob Dylan (putz!) —, pelo menos o mundo vai aprender, ou ao menor tentar, a pronunciar seu nome, quem sabe impronunciável... fora do Quênia (eu, confesso, estou tentando há cinco dias e não consigo sair da primeira “sílaba”). É tido como um grande escritor e a Academia Sueca aprecia premiar escritores que, digamos, precisam ser “mais lidos”, “vulgarizados”.
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Haruki Murakami, escritor japonês[/caption]
Ngugi wa Thiong’o pode até não ser o favorito dos leitores — exceto dos leitores quenianos —, mas é o favorito das casas de apostas, como a experimentada Ladbrokes, de Londres. O Nobel de Literatura será anunciado na quinta-feira, 13. Se fosse sexta-feira, 13, Philip Roth teria alguma chance de ganhar? Possivelmente, não, apesar de ser azarado (bem, não é tanto assim; namorou Jackie Kennedy). É provável que o americano intranquilo entre para a lista dos grandes autores que não foram agraciados com o Nobel — como Liev Tolstói, Proust, James Joyce, Jorge Luis Borges, Carlos Drummond de Andrade, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, João Cabral de Melo Neto e Lezama Lima.
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Don DeLillo, escritor norte-americano[/caption]
Livros de Ngugi wa Thiong’o publicados no Brasil: “Um Grão de Trigo” (Alfaguara) e “Sonhos em Tempo de Guerra — Memórias de Infância” (Biblioteca Azul/Globo).
A lista da Ladbrokes inclui, quem sabe por desencargo de consciência, os excelentes António Lobo Antunes e Joyce Carol Oates e John Banville, além de Ismail Kadaré, César Aira (argentino; aí os brasileiros vão morrer de inveja, sobretudo depois do papa argentino, o notável Francisco, de quem sou admirador), Péter Nádas e László Krasznahorkai. Ninguém lembra de Milan Kundera, do time “A” da literatura, mas malvisto pelo sucesso do belíssimo romance “A Insustentável Leveza do Ser”. Não se sabe por quê, mas os acadêmicos suecos — consta que o caçula tem a idade de Iris Rezende — ignoram autores que, sem querer-querendo, publicaram best sellers. E o grande Thomas Pynchon? É quase como o México, diria Porfirio Diaz: tão perto de Deus, oh, mas tão longe dos leitores suecos...
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Como o prefeito eleito de São Paulo, o goiano Roberto do Orion começou com baixa intenção de voto e agora pode ser o próximo prefeito de Anápolis
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Roberto do Orion, o mais cotado para ser o próximo prefeito de Anápolis | Foto: André Costa[/caption]
João Dória (PSDB) saiu de baixo, com índices ínfimos nas pesquisas de intenção de voto, e conseguiu ser eleito prefeito da maior cidade do Brasil, São Paulo, na eleição de 2 de outubro deste ano. Empresário, fez uma campanha diferenciada, sem populismo e com projetos claros e críveis. Em Anápolis pode estar ocorrendo fenômeno semelhante. O empresário e professor Roberto do Orion (PTB) começou lá embaixo e foi crescendo de maneira vertiginosa. Terminou o primeiro turno em segundo lugar, poucos pontos atrás do prefeito João Gomes, do PT.
No segundo turno, como tem expectativa de poder, a tendência é que Roberto do Orion -- dono dos colégios Orion, em Anápolis, e Medicina, em Goiânia -- seja eleito prefeito de Anápolis. O PT vai fazer uma campanha pesada, para tentar evitar uma derrota numa cidade-chave, mas é muito difícil controlar certas ondas eleitorais. Agora, com tempo adequado no programa de televisão, o empresário terá mais espaço para expor suas ideias.
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