Por Euler de França Belém

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Ubiratan Lopes e Francisco Pontes: um deles deve ser o secretário de Desenvolvimento Econômico

Os dois empresários são os mais cotados para dirigir uma das principais secretarias do governo de Goiás

Record lança livro sobre campo de concentração que nazistas reservaram exclusivamente para mulheres

Passaram por Ravensbrück 130 mil mulheres de mais de 20 países europeus. Inclusive uma sobrinha de De Gaulle e uma irmã de um político dos EUA

Álvaro Guimarães diz que não boicotou projeto em homenagem a Zé Gomes da Rocha

Deputado afirma que a tribuna da situação será chamada de José Gomes da Rocha e a tribuna da oposição ficará com o nome de Nelito Brandão

Álvaro Guimarães age contra projeto que homenageia Zé Gomes na Assembleia

José Gomes da Rocha contribui para modernizar a cidade de Itumbiara e foi deputado federal e deputado estadual. Lucas Calil tentou homenageá-lo, dando seu nome à tribuna do Legislativo

Governo federal deve fazer novo leilão para duplicar a BR-153 entre Goiás e Tocantins

Galvão diz que tem interesse em executar a obra, com financiamento de um fundo externo. Mas o governo e o mercado não acreditam mais na empresa

Ronaldo Caiado e Lúcia Vânia juntos em Rio Verde e possivelmente estarão juntos em 2018

Praticamente rompida com a base governista, que não deve bancar sua reeleição, a senadora do PSB aproxima-se do senador do DEM

Torcida não é mais por vitória de Vitor Belfort, e sim para que não seja massacrado

Aos 39 anos, chegou a hora da aposentadoria. Mas as lutas do brasileiro atraem público e são escadas para lutadores mais jovens. UFC sabe disso

Polícia já sabe quem matou e esquartejou jornalista da televisão

Um ex-preso, conhecido como Richi, teria ajudado o assassino a tentar queimar partes do corpo do jornalista

Disco de Fernando Perillo conecta amor desencantado de Marcos Caiado ao amor lírico de Chaul

O CD “Rosa Blanca” contém a excelência da voz multifacetada de Fernando Perillo e a poesia sofisticada de Marcos Caiado e Nasr Chaul

Ex-editor do Guardian diz que não será fácil Facebook manter controle sobre notícias falsas

Alan Rusbridger sugere que relação de jornais com Google e Facebook é um pacto com o diabo, mas inescapável. Nos EUA, os dois ficam com quase 70% dos anúncios digitais

Editora Record publica biografia de São Vicente de Paulo

Um dos grandes santos da Igreja Católica ganha biografia alentada no Brasil

O dia em que me ofereci para fugir com dois circos e ciganos

Quando criança, dado o caráter autoritário de meu pai, Raul — que queria o meu bem, mas eu não entendia —, pensei em fugir de casa algumas vezes. Em duas oportunidades, quando circos chegaram na cidade onde nasci, Porangatu, eu me ofereci para fugir. Aos 10 anos, queria sair de casa e, ao mesmo tempo, ser artista. Era fascinado pela arte do mágico e dos trapezistas, que voavam sem asas. Apresentei-me: “Fiquei sabendo que vocês levam meninos?” De imediato, um homem de barba escura, que parecia o dirigente de um dos circos, perguntou-me: “O quê? Quem te disse isso, menino?” Eu disse que ouvira na rua as pessoas comentando que “o povo do circo roubava crianças”. A minha explicação ingênua assustou-o. “Não roubamos meninos, não. É tudo mentira”. Irritado, sugeri que um amigo, acho que de nome Zezinho, também se apresentasse para ser “sequestrado”. Ainda que não confortável, meu amigo se apresentou e levou uma bronca. Mas aí fiquei mais tranquilo. Afinal, o problema não era comigo; o circo não queria levar nenhuma criança. Mesmo descontente voltei para a arquibancada de madeira, empoeirada, e comecei a ver a luta livre (telequete), que, embora farsesca, era empolgante. Na época, eu achava que era tudo verdade mesmo, que os homens estavam se batendo com violência. Crianças acreditam na fantasia e, por isso, talvez sejam mais felizes ou ao menos mais alegres do que os adultos, que, realistas, raramente dão oportunidade à imaginação. Como os homens dos circos não quiseram me levar, fiquei esperando o retorno dos ciganos à cidade. Um belo dia acordei com uma algazarra na porta de nossa casa, na Praça da Matriz, no Bairro Nossa Senhora da Piedade. Corri para ver o que estava acontecendo. Verifiquei se meu pai havia saído para o trabalho, abri a porta de madeira e saí. Eram os ciganos. Estavam montando as barracas e, alguns, já se preparavam para vender tachos de cobre na parte de “cima” de Porangatu. Esperei que organizassem suas casas provisórias, barracas de lona, e, no dia seguinte, iniciei uma visita. Dei algumas voltas, como se estivesse a tomar coragem. Perguntaram se eu queria comer alguma coisa e, como todo menino, eu disse que sim. Comi a comida oferecida. Não era uma delícia, mas comi assim mesmo, sem esforço. Aos poucos, fui criando coragem. Assim que os meninos ciganos saíram de perto, perguntei para uma mulher bonita, de olhos verdes e blusa e saia coloridas: “É verdade que vocês roubam crianças?” A cigana, de uma beleza cativante, olhou-me de maneira firme e, rindo, disse: “Você ficou louco? Não roubamos crianças, não”. Insisti: “Mas, se eu quiser fugir com vocês, tudo bem?” A cigana contrapôs: “A polícia estaria no nosso pé e nós não queremos saber de polícia, não”. Desconcertado, ainda tive coragem de dizer: “Mas eu quero fugir de casa”. A cigana replicou: “Bo­bagem. Fique com seus pais. Nós, os ciganos, não nos fixamos em lugares e isto seria ruim para você”. Mesmo decepcionado, percebendo que a conversa não fluía, eu ainda disse: “Quero fugir de qualquer maneira”. Aí, nervosa, a cigana ficou séria e me pôs para fora da barraca. “Não volte mais!” No dia seguinte, retornei. Falei com dois ciganos e eles ficaram bravíssimos. “Não roubamos nem queremos mais crianças. Nós já temos muitas crianças.” Percebi que não havia mesmo jeito, então fiquei por ali, ouvindo os ciganos conversarem e falando sobre a venda de tachos de cobre. Moral da história: os povos dos circos e os ciganos não roubam crianças.

Batalha de Oloares Ferreira e Jorge Kajuru não terá vencedores. Pacificá-los é civilizatório

O âncora do “Balanço Geral” tem uma história profissional irrepreensível, assim como o jornalista esportivo e agora vereador por Goiânia

Heuler Cruvinel é cotado para assumir a Secretaria da Habitação

O PTB também é cotado para indicar o secretário da Habitação ou o secretário de Desenvolvimento Econômico

Morre o ex-prefeito de Itapaci Francisco Agra Filho, o Lilo. Tinha câncer

O político lutava contra um câncer de pâncreas há dois anos. Havia feito tratamento em Goiânia e em São Paulo