Por Euler de França Belém
José Taveira é o CEO que todo headhunter procura para recuperar e expandir empresas. Em Goiás, viabilizou o Ipasgo e outros setores do governo do Estado
A tendência Construindo um Novo Brasil prefere Alexandre Padilha ou Márcio Macedo. Movimento PT quer lançar outro nome
O artista espanhol afirma que o excesso de trabalho e as viagens constantes contribuíram para acelerar os problemas cardíacos
Figuram na relação Valério Luiz Filho, Adriana Accorsi, Paulo Cezar Martins, Cristina Lopes e Virmondes Cruvinel
Há quem aposte que o decano peemedebista prefere eleger Iris Araújo para deputada federal a eleger o próximo governador de Goiás
Os senadores Ciro Nogueira e Wilder Morais operam para que a Caixa Econômica Federal atenda, de maneira republicana, o pleito do tucano-chefe
O deputado José Nelto sublinha que a construção de estações subterrâneas nas Praça do Cruzeiro e do Trabalhador pode evitar obras que, se feitas, destruirão o centro histórico
Não há nada definido, quase tudo pode ser “desmentido”, mas o pedetismo nacional teria aberto diálogo com peemedebistas goianos
O senador Wilder Morais pode indicar um aliado para a Secretaria da Habitação, mas prefere “devolver” Sandes Júnior à Câmara dos Deputados
Aliado comenta que o parlamentar deve disputar a reeleição em 2018 pelo PRB
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Foto: Jornal Opção[/caption]
De um político de Bela Vista de Goiás: “A prefeita Nárcia Kelly conversa muito, mas até agora fez muito pouco. Ela deveria trabalhar mais e falar menos”. Mágoa de derrotado? É provável.
Nárcia Kelly é uma jovem bem intencionada e, aos poucos, deixará, possivelmente, sua marca na história de Bela Vista.
Acrescente duas coisas. Primeiro, a prefeita está no poder há apenas três meses. Segundo, encontrou uma prefeitura desarranjada, ao contrário do que sugeria a publicidade do ex-prefeito. A rigor, ele era muito mais político do que gestor, embora passasse uma imagem inversa.
O suplente de deputado Henrique César, do PSDB, é ligado à Assembleia de Deus, que quer vê-lo na Assembleia Legislativa de Goiás. Ele é genro do pastor Oídes José do Carmo, um dos religiosos mais respeitados do Estado. Ou seja, o político está cacifado. Mas não é só por isso que ele irá para a AL. Tales Barreto vai assumir uma secretaria extraordinária (com poderes) e o jovem evangélico vai assumir na sua vaga.
Outro político, cotado para ir para o TCM, também deve assumir uma vaga na Assembleia. Mas, para que assuma, Henrique César tem de ser convocado antes. É o busílis da questão.
O deputado estadual Carlos Antônio, embora tenha perdido a eleição para prefeito de Anápolis e não tenha sequer chegado ao segundo turno — mesmo pertencendo ao poderoso PSDB —, é apontado como um dos mais fortes candidatos à Assembleia Legislativa em 2018. Ele é articulado, aumentou seu grupo político e não se tornou, depois da derrota de 2016, lamentoso.
Entre seus rivais na cidade está Ernani de Paula, que deve ser candidato a deputado estadual — ao menos é o que sugere o deputado federal Alexandre Baldy. Ernani de Paula, por sinal, pode ser a primeira conquista do PTN-Podemos em Anápolis.
O prefeito de Goianira, Carlão da Fox (PSDB), fez, em três meses, o que o ex-prefeito Miller Assis (PSD) não costumava fazer em um ano. Pôs ordem na casa.
Miller Assis deixou dívidas e uma cidade desarrumada. Talvez ainda mais grave: o ex-prefeito derrubou a estima dos moradores de Goianira. Carlão da Fox agora tenta recuperá-la. Diferentemente do ex-gestor, o tucano, embora realista, pensa grande e não é provinciano.
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Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O deputado federal Heuler Cruvinel (PSD), segundo um integrante do governo de Goiás, estaria mesmo disposto a trocar o Congresso pela Secretaria da Habitação. Só falta ser convocado, formalmente, pelo governador Marconi Perillo (PSDB).
Nas conversas reservadas, Heuler Cruvinel tem afirmado que Rio Verde prefere mantê-lo em Brasília. Ocorre que um deputado, quando se torna secretário, pode voltar ao Congresso na época da definição das emendas ao Orçamento da União. Na prática, Rio Verde e os municípios representados pelo parlamentar não perderão nada, se ele for indicado para a pasta, porque estará acrescentando alguma coisa a mais, em termos de poder e recursos — e não reduzindo.

