Por Euler de França Belém
Danielistas dizem que o senador não representa o novo e tende a se desidratar durante a campanha
Dono de faculdades em Goiás e na Bahia, o empresário e professor conta com uma estrutura gigante
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Divulgação[/caption]
Ademar Palocci, irmão de Antonio Palocci, deu as cartas na Prefeitura de Goiânia na gestão petista de Pedro Wilson. Ao lado de Marina Sant’Anna e Osmar Magalhães, formava o núcleo duro do Paço Municipal. Ele foi presidente da Compav. Depois, ocupou cargo de diretor da Eletrobrás, de onde foi demitido. Ele tenta retomar o cargo.
"Tanto o deputado quanto o senador Ronaldo Caiado são determinados e têm o direito de disputar o governo”
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Foto: Wilson Dias/ABr[/caption]
Jornalistas de Brasília, cidade onde se sabe de tudo, informam que dois tubarões do PT de Goiás devem aparecer na delação do ex-ministro Antonio Palocci. Ele teria repassado dinheiro graúdo para os dois protagonistas.
Chega-se a falar numa terceira figura, um advogado ligado ao PT, que também teria ligação com Lula da Silva.
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Raquel Teixeira | Foto: André Costa[/caption]
De um deputado federal, chateadíssimo: “A mosca azul voltou a ‘picar’ a secretária da Educação, Raquel Teixeira”. A educadora estaria trabalhando, seriamente, para ser candidata a deputada federal. Ou a deputada estadual, que seria mais fácil.
A história é ambientada na Espanha e o lançamento do romance, no dia 3 de outubro, será mundial
A história vai julgá-los tão-somente pela corrupção? É provável que, com mais nuances e sem histeria, sejam reavaliados pela história
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Fernando Pacheco Jordão publicou livro no qual relata que o jornalista foi assassinado não num porão da ditadura, e sim numa unidade oficial do Exército
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Fernando Pacheco Jordão, jornalista[/caption]
O jornalista Fernando Pacheco Jordão morreu na quinta-feira, 15, aos 80 anos, de falência múltipla dos órgãos. . Há alguns anos, havia sofrido três AVCs.
Em 1964, após o golpe civil-militar, Fernando Pacheco Jordão começou a trabalhar na BBC de Londres, ao lado de Vladimir Herzog
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Vladimir Herzog e Fernando Pacheco Jordão[/caption]
De volta ao Brasil, em 1968, passou a produzir o jornalismo da TV Cultura, com o programa “Hora da Notícia”. Demitido, sob acusação de que era “subversivo”, foi para a TV Globo. Ele foi editor do “Jornal Nacional”, em São Paulo, e diretor do “Globo Repórter”. Durante uma greve dos jornalistas, foi demitido.
Fernando Pacheco Jordão foi correspondente da “IstoÉ” em Londres e da Editora Abril — escrevia na revista “Veja” — em Paris.
O livro “Dossiê Herzog — Prisão, Tortura e Morte no Brasil” revelou como um grupo de militares da linha-dura matou o jornalista Vladimir Herzog, o Vlado, acusando-o de comunista (era, de fato, de esquerda, mas não militava em nenhuma organização revolucionária-guerrilheira). Ao contrário do que a imprensa publicou na sexta-feira, 15, Vladimir Herzog não foi assassinado num porão (lugar não oficial) da ditadura, e sim numa unidade do Exército, quando estava sendo torturado por quadros militares-oficiais. Chocado, o presidente Ernesto Geisel pressionou o comandante do Exército em São Paulo. Depois, o demitiu, acusando-o de não controlar os radicais que, torturando e matando esquerdistas, como Vladimir Herzog e o operário Manuel Fiel Filho, não queriam a Abertura política.
Paulo Markun e Audálio Dantas também contaram em livros a história do assassinato de Vladimir Herzog. Os militares simularam um suicídio no qual nem o presidente Ernesto Geisel acreditou.
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