Por Euler de França Belém

[caption id="attachment_126978" align="alignright" width="620"] Foto: André Corrêa/Agência Senado[/caption]
Um dado da pesquisa Realtime/TV Record preocupou os caiadistas: Ronaldo Caiado está perdendo para branco, nulo e não votará, 21%, e para os indecisos, 19%. São 37% do postulante do partido Democratas contra 40%. O dado, somado à alta rejeição do senador, sugere que o quadro é “perigoso” para o decano dos postulantes.

Harold Bloom admite a qualidade literária da prosa da escritora americana, mas lamenta seu tom discursivo

Vários padres, por não aceitaram o totalitarismo do governo de Hitler, pereceram no campo de concentração

Em recuperação judicial, a publicação da família Alzugaray terceirizou sua impressão e está cortando custos

Posto para trabalhar como tätowierer em Auschwitz-Birkenau, o judeu Lale Eisenberg decide ajudar as vítimas do nazismo da Alemanha

O presidente do Itaú fatura mais de 40 milhões por ano. O da Vale recebe 19 milhões anualmente

Até o dia 15 de julho, o senador do PR deve dizer se desiste da reeleição e segue com o candidato do PSL a presidente

As histórias de Pato Donald, Tio Patinhas, Pateta e Mickey não vão mais circular nas bancas brasileiras

Uma de suas peças exibe um diálogo imaginário com a poeta americana

No lugar de buscar modelos em jornais que estão se renovando de fato, veículos online de Goiás adotam o velho Pop como regra

Ante um presidente que perdeu legitimidade, grupos articulados pressionam e alcançam seus objetivos, quase sempre com prejuízo da sociedade

[caption id="attachment_128841" align="alignright" width="620"] Divulgação[/caption]
“Reparação”, romance de Ian McEwan, fica em pé, em igualdade de condições, ao lado de qualquer outro grande livro de autor britânico dos séculos 20 e 21 (ou de qualquer outro). Parece uma obra de Henry James, mas cética e sem concessões aos leitores e, também, às personagens. O autor de 70 anos escreveu outras ficções de alta qualidade. Sua média literária é superior a de outro notável escritor, Martin Amis, e deve ser equiparado a Julian Barnes.
A Companhia das Letras lança mais uma obra de McEwan, “Meu Livro Violeta” (128 páginas), com tradução de Jorio Dauster — excelente tradutor do inglês (Salinger, Philip Roth e Vladimir Nabokov, para citar três autores).
Sinopse da editora: “Dois textos inéditos de um dos maiores ficcionistas da atualidade, reunidos no marco da celebração de seus 70 anos”.
“‘Meu livro violeta’ é uma pequena joia da narrativa curta sobre o crime perfeito. Mestre do suspense e do enredo, Ian McEwan descreve uma traição literária meticulosamente forjada e executada sem escrúpulos. Publicado em janeiro de 2018 na prestigiosa revista ‘New Yorker’, o conto revisita um tema caro ao autor e tratado em livros como ‘Amsterdam’: as ambivalências das relações de amizade entre dois artistas, com doses desmedidas de admiração e inveja.”
“Ao conto que dá título ao livro se segue o libreto ‘Por você’, escrito para a ópera de Michael Berkeley. Profundo conhecedor de música, McEwan apresenta uma cativante história de amor e traição envolvendo quatro personagens: o regente e compositor Charles Frieth, sua esposa, uma admiradora, e o médico da família. Em sua primeira incursão no universo da ópera, McEwan mostra que seu talento como criador de histórias segue sendo insuperável.”
Estudo alentado prova que Joaquim José da Silva Xavier era um homem corajoso e digno

Mas o “senhor Kafka”, citado pela poeta, “esfriou” o contato com o belo ator americano

O petista, que está preso, relata histórias dos bastidores do partido que ajudou a moldar e afundar