Por Eduardo Pinheiro
Presidente da Associação avalia que sem abertura pode haver pelo menos 3 mil falências e 12 mil demissões
Acidente ocorreu após um dos caminhões apresentar problemas em um ladeira
Investigados atuavam na emissão de notas fiscais avulsas com concessão indevida de isenção tributária
Decisão revê entendimento do TJ-GO que permitiu abertura deste tipo de estabelecimento
Protocolo aplicado na atenção primária tem impactado positivamente o enfrentamento da doença no Estado. Evento acontece às 19h, nas redes sociais do Senac Goiás
Pesquisa avalia percepção dos pais e alunos para volta às atividades nas escolas
Droga estava escondida no tubo para ser entregue a um detento
Juiz negou liminar do Instituto que buscou anular suspensão de atendimentos de novos pacientes
Advogado de defesa alegou limitação para uso de aplicativo para sessão virtual. Compositor quer receber direitos autorais
Objetivo é detectar casos suspeitos, isolar e tratar os doentes
Ele teria abusado de pelo menos 11 jovens e adolescentes
Suspeito era cadeirante, mudo e usou os pés para fazer o assalto
Eles tentaram arremessar maconha, celular e outros objetos para detentos

Dois menores de idade foram flagrados por servidores da Unidade Prisional de Catalão tentando arremessar produtos ilícitos por cima do muro da prisão, na tarde desta segunda-feira, 25. Com eles foram apreendidos celulares, fones de ouvido, uma placa de carro e porções de maconha.
De acordo com a informações da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), o flagrante ocorreu após servidores plantonistas verificaram a atitude suspeita dos jovens próximos ao perímetro do presídio.
Um dos menores apreendidos é irmão de um custodiado, que cumpre pena por diversos crimes, dentre eles homicídio, receptação e tráfico de entorpecentes.
A direção da unidade prisional abriu procedimentos administrativos para apuração da ocorrência, identificação e aplicação das sanções disciplinares.
Juiz determinou a retirada de todos os PMs que estiverem atuando em crimes não militares
Pasta considera que tratamento não tem comprovação científica

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES) não acatará a recomendação do Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) para disponibilizar hidroxicloroquina e azitromicina na rede pública de saúde. A pasta considera que o tratamento não tem comprovação científica.
Embora seja recomendado pelo Ministério da Saúde, e disponibilizada para uso de pacientes de grau leve da Covid-19, o uso das substâncias não será feito em massa. Segundo a secretaria, cada caso será avaliado individualmente pelo profissional médico, "que leva em consideração a peculiaridade de cada paciente".
A mudança de protocolo para uso da hidroxicloroquina e azitromicina em pacientes de grau leve da Covid-19 na rede pública de saúde foi um dos pontos considerados sensíveis para a saída de dois ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, ambos médicos, durante a pandemia do coronavírus no país.
MPF
De autoria do procurador Ailton Benedito de Souza, a recomendação é de que o governo de Goiás e 119 municípios goianos disponibilizem a hidroxicloroquina e a azitromicina para uso precoce no tratamento da doença causada pelo coronavírus.
No mesmo dia, a Organização Mundial Saúde (OMS) anunciou que interrompeu os testes com os medicamentos para tratamento contra a Covid-19.
O anúncio aconteceu após publicação de estudo com 96 mil pacientes que constatou que as drogas não tem eficácia comprovada e ainda aumentam a chance de os pacientes morrerem ou terem arritmias cardíacas graves.

