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Tendência em Anápolis é disputa entre estruturas do PSDB de Cunha Neto e o PT de João Gomes

[caption id="attachment_59743" align="alignright" width="620"]Montagem/Jornal Opção Montagem/Jornal Opção[/caption] Em Anápolis, segundo especialistas políticos, o quadro será mais ou menos o seguinte: o deputado estadual Carlos An­tônio, do Solidariedade, tende a sair em primeiro lugar e, aos poucos, vai se desidratando. Um de seus problemas é que mantém aliados empregados tanto na Prefeitura de Anápolis, administrada pelo petista João Gomes, quanto no governo de Goiás, gerido pelo tucano Marconi Perillo. Como vai fazer para criticar o candidato João Gomes se participa de seu governo? É um “drummond” no meio do caminho. Como o PT e o PSDB têm mais estruturas na cidade — o que quer dizer maiores saldos financeiros e militâncias mais aguerridas —, a possibilidade de segundo turno entre o prefeito João Gomes e Fernando Cunha Neto (PSDB) é mais plausível. O nome chave da disputa é o governador Marconi Perillo. O grupo de João Gomes disseminou a informação de que o tucano-chefe poderia apoiar sua reeleição. Porém, está definido que ele vai apoiar Cunha Neto na disputa.

Omissão de Joaquim Guilherme deve garantir reeleição de Rogério Troncoso em Morrinhos

O empresário Joaquim Guilherme, do PR, não quer aceitar a candidatura de sua mulher, Eneida Figueiredo, do PSDB, para prefeita de Morrinhos. A cúpula tucana luta pela candidatura de Eneida Figueiredo. Mas o veto de Joaquim Guilherme é tido como incontornável. Mesmo pressionado pela cúpula do PR (leia-se deputada federal Magda Mofatto), Joaquim Guilherme também não aceita disputar. Ele deve apoiar a candidatura de Élvio Rezende, do Pros. Este é respeitado na cidade, mas não tem a experiência do político que está no poder. Sem contar que um prefeito anterior desacreditou a figura do “novo” na cidade. Teme-se que aconteça o mesmo em 2 de outubro. Daí a tendência a se optar pelo tradicional. O resultado de tanta “desistência” é que o prefeito de Morrinhos, Rogério Troncoso (PTB), tem chance de ser reeleito. O petebista é visto como um político durão, até meio grosso, mas, ao mesmo tempo, é apontado como um gestor eficiente e criativo. Mesmo na crise, dirige bem o município. O que Joaquim Guilherme não entende é que a sociedade e os políticos não perdoam nem toleram líderes que são omissos e, por isso, aos poucos vão deixando de ser líderes.

Irismo avalia que Iris só ganha em Goiânia se ficar longe de Paulo Garcia e do PT

Setores do PT de Goiânia alimentam  esperanças de que indicará o vice de Iris Rezende. Se seus líderes dessem uma olhada nas pesquisas qualitativas e quantitativas entenderiam por que o irismo não quer compor com o petismo. Na avaliação do irismo, baseada em pesquisas, Iris Rezende só tem chance de ser eleito prefeito de Goiânia se ficar afastado tanto do prefeito Paulo Garcia quanto do PT.  

Marconi Perillo vai apoiar dois candidatos em Rio Verde, mas não deve fazer comício no município

Atenção aos incautos de sempre: o governador Marconi Perillo não declarou, em nenhum momento, que seu candidato a prefeito de Rio Verde é o deputado federal Heuler Cruvinel. Na verdade, o tucano-chefe tem dois candidatos — Heuler Cruvinel e Lissauer Vieira — e, por isso, dificilmente fará campanha eleitoral no município na eleição de 2 de outubro, daqui a sete meses. Marconi Perillo deve ficar neutro. Quer dizer, vai apoiar tanto Lissauer Vieira quanto Heuler Cruvinel. O que ganhar estará bem para o seu projeto político. Em 2018, vai precisar dos dois grupos na sua caminhada para o Senado ou para a vice-presidência da República.

Zé Luiz pode se tornar ficha suja e PSDB leal a Marconi Perillo pode bancar Sirlente Borba em Rubiataba

[caption id="attachment_59673" align="alignright" width="600"]Reprodução Reprodução[/caption] José Luiz, recém-filiado ao PSDB, é apontado como favorito para a disputa da Prefeitura de Rubiataba — isto, claro, se puder disputar, pois tem pendências judiciais. Tem uma condenação, em primeira instância, por improbidade administrativa. Se for condenado em segunda instância, se torna ficha suja. Embora seja considerado um político eleitoralmente forte, Zé Luiz é sempre citado como não-confiável pela cúpula tucana. Em 2014, ele “trafegou” com Iris Rezende e, até, com o senador Ronaldo Caiado, de quem é amigo. Seu mentor político, Marcos Cabral, é íntimo de Caiado. Consta que, certa vez, quando Marconi Perillo visitou Rubiataba, ele teria saído da cidade para não recebê-lo. “Não é intriga da oposição, não. É fato”, afirma um tucano. “Ele achava que Iris Rezende seria eleito.” Os políticos que são de fato leais ao governador Marconi Perillo apostam noutro nome — o da diretora da Caixa Econômica Federal Sirlene Borba. “Se ganhar na convenção, e ante o desgaste do prefeito, Sirlene possivelmente será eleita”, afirma um marconista histórico.

Abelardo Vaz diz que não disputa em Inhumas e aponta três nomes capazes de ganhar de Dioji Ikeda

[caption id="attachment_29059" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite Abelardo Vaz: advogado e ex-prefeito de Inhumas Foto: Fernando Leite[/caption] O advogado Abelardo Vaz tem um lugar garantido na história de Inhumas como um de seus melhores prefeitos. Filiado ao PP, poderia ter disputado mandato de deputado estadual em 2014 e dificilmente não seria eleito. Mas o pepista parece ser um líder relutante. Ou melhor: não é relutante, mas não quer mais ser político, ao menos nos próximos anos. Com um azeitado escritório de advocacia, ele prefere ficar na iniciativa privada e não planeja disputar a prefeitura na eleição de 2 de outubro. Apontado como favorito por seus aliados, aclamado nas ruas, não demonstra entusiasmo algum pela disputa. Entrevistado pelo Jornal Opção na sexta-feira, 12, Abelardo diz que, de fato, o escritório de advocacia vai bem. “Mas, em termos políticos, admito que não estou entusiasmado, não quero disputar a prefeitura. Até tentei me empolgar, pressionado ou incentivado pelo amigos e correligionários, mas o fato é que não estou motivado. Prefiro ficar fora e apoiar outro candidato.” O grupo de Roberto Balestra e Abelardo Vaz, os líderes mais expressivos da oposição ao prefeito Dioji Ikeda (PDT), tem outros nomes? “Nós temos vários nomes de qualidade. São políticos que têm capacidade gestora. Posso citar João Antônio, do PSD, Celsinho Borges, do PP, e Edivaldo da Cosmed, do PHS. Edivaldo é vice de Dioji Ikeda, mas rompeu com o prefeito e agora pertence à nossa base política. Qualquer um deles tem condições de ganhar a eleição e, em seguida, de administrar a prefeitura, mesmo num ambiente de crise econômica do país.” Abelardo Vaz frisa que seu grupo deve bancar João Antônio, Celsinho Borges ou Edivaldo da Cosmed. “Trata-se de uma turma boa e que tem credibilidade na cidade. O importante é o grupo permanecer unido.”

Governo vai se empenhar para tentar eleger Fernando Cunha em Anápolis

[caption id="attachment_57857" align="aligncenter" width="620"]Fernando Cunha, o Fernandinho, será o candidato do PSDB | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção Fernando Cunha, o Fernandinho, será o candidato do PSDB | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption] A pré-candidatura de Fernando Cunha (PSDB) à Prefeitura de Anápolis vem ganhando musculatura desde o seu anúncio, na segunda-feira, 1º. Nos bastidores, é dada como praticamente certa a participação de Victor Hugo Queiroz, superintendente executivo de Indústria e Comércio, e do coronel Adaiton Florentino, chefe do gabinete militar da Governadoria, como coordenadores de sua campanha. Ambos, por sinal, também coordenaram a campanha de Marconi Perillo em 2014. As informações reforçam a ideia de que o governo do Estado está inteiramente fechado com Fernando Cunha. Em declaração recente, o vice-governador José Eliton já havia elogiado o seu trabalho à frente do Produzir e demonstrado entusiasmo pela sua disposição em buscar a renovação da política anapolina.

“Aliança com o PT em Goiânia só no segundo turno”, afirma Vilmar Rocha

[caption id="attachment_57722" align="aligncenter" width="620"]Vilmar Rocha, Paulo Garcia e Thiago Peixoto: alianças políticas devem ser pensadas para 2016 mas também para 2018 Vilmar Rocha, Paulo Garcia e Thiago Peixoto: alianças políticas devem ser pensadas para 2016 mas também para 2018[/caption] O presidente do PSD em Goiás, Vilmar Rocha, afirma que o encontro dele e do secretário de Gestão e Planejamento do governo do Estado, Thiago Peixoto, com o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, do PT, tem sido mal interpretado. “Não fizemos acordo político algum, mas há possibilidade de uma aliança política para o segundo turno na disputa pela Prefeitura de Goiânia. Para o primeiro turno, não é possível acordo com o PT e com qualquer outro partido, exceto, claro, se quiserem apoiar o nosso candidato a prefeito, que deve ser Francisco Júnior ou Virmondes Cruvinel. Mas não faz mal algum conversar com líderes dos partidos no primeiro turno. É prova de civilidade. E devemos pensar em 2016 e em 2018. Embora as histórias das eleições sejam diferentes, há conexões entre elas.” No segundo turno, qualquer que seja o candidato, o PSD deve compor uma frente com o PT e partidos da base governista contra Iris Rezende — isto se o peemedebista for candidato e se for para o segundo turno. Vilmar afirma que “Paulo Garcia é um político do bem e quer manter diálogo conosco. As relações dele com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, são cordiais”. Da conversa com Paulo Garcia, Vilmar diz que percebeu que o candidato do PT a prefeito deve ser uma “novidade” — e não os nomes já colocados, como os deputados Adriana Accorsi e Luis Cesar Bueno. O petista-chefe quer surpreender o eleitorado goianiense. O presidente do PSD está conversando com vários políticos, como Vanderlan Cardoso, pré-candidato do PSB a prefeito de Goiânia. “Fiquei com a impressão de que Vanderlan não pretende ser candidato a qualquer custo e não quer ir para a disputa sozinho, sem uma aliança política mais consolidada.” A conversa com Júnior Friboi deixou patente para Vilmar que o empresário não abandonou seu projeto político. “O empresário tem seus negócios, pretende investir neles, mas não desistiu da política. Mora em Goiás, tem negócios no Estado e pretende dar sua contribuição política aos goianos.” Em Anápolis, Vilmar conversou com o prefeito João Gomes, do PT. “Queremos lançar candidato no município, mas o PSD é um partido que não arromba portas abertas.” A próxima conversa de Vilmar será com Giuseppe Vecci, um dos pré-candidatos do PSDB a prefeito de Goiânia. O pessedista avisa: “Não queremos ser vice de ninguém”. Sobre os pré-candidatos do PSD a prefeito de Goiânia, Vilmar frisa que tem orgulho de lançar um candidato a prefeito de qualidade e que tem o perfil moderno da capital. “Não é qualquer partido que tem nomes qualificados como Francisco Júnior e Virmondes Cruvinel. Nós, da direção do partido, deixamos a decisão para os dois. Eles vão se reunir e definir qual será o candidato. Estão motivados e têm profunda identidade com a cidade.”

Empresário Ubiratan Lopes pode ser vice de Carlos Antônio em Anápolis

Pré-candidato a prefeito de Anápolis pelo Solidariedade, o deputado estadual Carlos Antônio (Solidariedade) convidou o empresário Ubiratan Lopes para ser seu vice. O diretor da Fieg teria ficado lisonjeado com o convite, mas ainda não disse “sim”.

Tucanos dizem que linguagem direta e franca de Vecci agrada eleitores da periferia de Goiânia

[caption id="attachment_56582" align="alignnone" width="620"]Em Goiás, vice-governador José Eliton e Vecci | Foto: Divulgação Deputado federal Giuseppe Vecci e o vice-governador de Goiás, José Eliton | Foto: Divulgação[/caption] Pensava-se que na periferia de Goiânia, o principal pré-candidato do PSDB a prefeito, o deputado federal Giuseppe Vecci,  ficaria desconcertado, dado o seu ar prussiano. Lego engano. Ele conversa com todo mundo, ouve os eleitores com cuidado e apresenta suas ideias com clareza. Tucanos experimentados dizem que, curiosamente, os eleitores estão gostando da conversa direta e sem salamaleques de Giuseppe Vecci. Mas há quem avalie que, às vezes, precisa ser menos técnico e mais político. As bases dizem que Giuseppe Vecci é um candidato que tem a cara moderna de Goiânia e, por isso, fortalece o partido. É o oposto do populismo caboclo de Iris Rezende.

Pesquisas qualitativas sugerem que Iris Rezende não tem o perfil desejado pelos eleitores de Goiânia

Eleitores apostam no peemedebista porque é o mais conhecido. Mas indicam que preferem renovar

Políticos sugerem que Jayme Rincón não está fora do páreo em Goiânia

Comenta-se que apenas Giuseppe Vecci e Fábio Sousa, e talvez Waldir Soares, vão disputar as prévias do PSDB. Mas há quem aposte que o presidente da Agetop tem boas cartas

Se Valmir Pedro não ganhar este ano, em Uruaçu, não ganha nunca mais

Valmir Pedro de Uruaçu foto do Jornal Cidadee1 O tucano Valmir Pedro pode comandar a maior frente política da história de Uruaçu. É favoritíssimo para derrotar a prefeita Solange Bertulino (PMDB). A cidade inteira diz que, se não ganhar este ano, Valmir Pedro não ganha nunca mais. Os eleitores querem renovar e não querem nem Lourenço Filho (nem seu rebento) nem Solange Bertulino. Noutras palavras, a prefeitura está praticamente nas mãos do tucano — que é o candidato do governador Marconi Perillo.

O Palácio das Esmeraldas está cada vez mais distante da candidatura de Alexandre Baldy em Anápolis

[caption id="attachment_48592" align="aligncenter" width="620"]Deputado federal Alexandre Baldy | Renan Accioly Deputado federal Alexandre Baldy | Renan Accioly[/caption] A candidatura de Alexandre Baldy (PSDB) a prefeito de Anápolis já foi vista com olhares mais positivos pelo Palácio das Esmeraldas. O deputado federal é apontado como aquele aliado que, a todo momento, é preciso perguntar se é aliado mesmo. O parlamentar se tornou cansativo para os políticos que convivem com o governador Marconi Perillo. A aproximação com João Gomes (PT) é um recado que o deputado tucano parece não entender.

PT de Paulo Garcia aposta que disputa em Goiânia pode se dar entre o delegado e a delegada

adriana-delegado-waldir-fotos-fernando-leite Um grupo avalia que o deputado estadual Luis Cesar Bueno, mais motivado, deve ser o candidato do PT a prefeito de Goiânia em 2016. Mas a tendência dirigida pelo prefeito da capital, Paulo Garcia, avalia que, em termos de popularidade, como tem comprovado as pesquisas, o nome mais consistente é o da deputada estadual Adriana Accorsi. Em praticamente todas as pesquisas, apesar do desgaste nacional do PT, sempre aparece com 5% a 6% das intenções de voto. Fica-se com a impressão de que a crise do PT não a atinge com intensidade. Por quê? Há duas explicações. Primeiro, como deputada, faz um trabalho consistente e produtivo com segmentos da sociedade organizada. E é respeitada pela seriedade de seus propósitos. Se­gundo, um de seus temas candentes é segurança pública, um dos maiores apelos eleitorais do país, não só de Goiânia. Acre­dita-se, assim, que, contra Iris Rezende e o delegado Waldir Soares, o PT bancar a delegada.